<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075</id><updated>2011-11-17T19:56:23.607-03:00</updated><title type='text'>Davilluz</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>81</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-6646964995614250180</id><published>2011-11-13T14:34:00.000-03:00</published><updated>2011-11-13T14:36:54.855-03:00</updated><title type='text'>Esta coisa a qual chamam de amor</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Ainda estou incerto se de fato o sinto, por entre dores e leves lágrimas. Paixão, eu não sei, ai se não. Mas tem doido como uma dor perda, como se meu coração se deslocasse para onde eu não o direcionei e com facilidade anda por entre esse caminho do que caracteristicamente é dele e somente dele, eu sinto como se acordasse para lembrar-me de sua existência, e fosse dormir para que possa vê-lo no outro dia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Fome que me dá e vontades perdidas de ir atrás, eu quero ser o melhor de mim, ser menos crítico e insatisfeito com tudo o que tenho, ser o senhor da minha vida para que possa controlá-la do jeito que melhor se encaixe pra ele, que eu possa dar tudo o que for meu, e que minha entrega seja completamente genuína.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu não imaginei que estaria sentindo isso dessa forma, nesse momento. Nesse instante, eu ao mesmo tempo que me alegro, choro, também choro por entre as dores de amá-lo, posso dizer isso? Posso afirmar durante uma semana que nos conhecemos que eu tenho uma ligação inexplicável com o que ele é? Eu não culpo o sorriso, ou jeito, a forma, porque um todo em si só se compõe quando penso, é como se fosse fumaça de sua alma espalhada por entre a áurea de estar perto dele. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu estou como um súbito de seus desejos, a todos os pedido quero dizer sim, a todas as suas ansiedades, minha devoção. Eu queria ter todo dinheiro do mundo para que pudesse lhe dar absolutamente tudo que fosse importante para ele. Eu queria ser o melhor ser humano para ser companhia para ele. Eu queria ser o meu melhor a todo instante.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Por entre minhas mãos que tapam meu rosto de choro, o que não gosto de ninguém veja, derramo pedaços meus, minha cabeça dói por uns latejos repentinos, é hora de parar de chorar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Se eu pudesse ser o todo, se inseguranças não coubessem em mim, poderia relaxar e peço a mim mesmo que seja prático o suficiente para fazer isso. A Fera que se guarda em mim agora chora de dores nos lugares escuros o qual faz sua morada, ali no ilógico espaço onde esta faz sua casa, agora deprimi-se num canto talvez, e olha pra lua dos meus olhos, que é por onde a luz entra para que possa enxergar ela se ergue. É magnífico, tão hipnótico que então ficar por horas olhando e então de súbito uma facada lhe desse por dentro e acaba-se em choro, onde se entrega. Ali, num momento no chão queria chorar de todo para que pudesse se livrar de vez do aperto que é constante, mas não consegue, nem as águas para fora lhe aliviam. Deita-se para que possa viver um pouco em paz, pede por sono, que não vem assim, tão fácil.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu acho que o amo, da forma mais dolorida, eu o amo. Eu o amo a ponto de ser seu escravo, de dar o que quiser para que seja um pouco mais feliz, para que seja feliz pra sempre, para sua alma sinto o renovo constante do que o Universo oferece. Eu o amo, e nada mais tem importado, nada mais tem tomado tanto lugar, eu tenho o que estudar, bastante, eu quero ficar calado somente, corro às palavras para que sinta o alívio, para que aceitação seja meu sentimento e não siga escravo da repressão ou negação. Quero portanto que se cale, para que possa me concentra, não o amor, que esse me enche o suficiente, a dor.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-6646964995614250180?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/6646964995614250180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=6646964995614250180' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/6646964995614250180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/6646964995614250180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2011/11/esta-coisa-qual-chamam-de-amor.html' title='Esta coisa a qual chamam de amor'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-8861225472039239907</id><published>2010-04-10T19:51:00.000-03:00</published><updated>2010-04-10T19:52:28.113-03:00</updated><title type='text'>Camis,</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="mso-ascii-font-family:Calibri;mso-hansi-font-family:Calibri;mso-bidi-font-family: Calibri"&gt;Camis,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="mso-ascii-font-family:Calibri;mso-hansi-font-family:Calibri;mso-bidi-font-family: Calibri"&gt;Eu nem sei ao certo se as palavras minhas seriam, ou se foram, se eram, foram um pensamento verdadeiro repercutido num sentimento singelo,&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;da mais forma mais platônica e pura possível, da forma mais singela. Mas o fato que é que hoje eu me sinto tão livre de expor esses sentimentos de extrema admiração pela tua existência. Admiração, muito admiração, que virou um júbilo no aniversário! O teu aniversário! Que dia. Neste dia há anos atrás nascerias bela, tão pequeninha, tão dócil ao mundo que vieste, e no decorrer desses tempos foste te mostrando com uma bela flor, daquelas que só nascem em uma estação, uma vez somente nesse infinito universo, e aqui estás, linda, tão bela entre nós, com a afabilidade encantadora tua, e teu jeito dócil que marca a quem ao menos fala contigo, tu não fazes idéia de como é bom te ter por perto. Teus pais, teu irmão e todos os teus amigos são completamente orgulhosos, pode ter certeza. Eu sou mais um que assimila a plenitude do teu caráter - e que caráter! - daqueles que a gente vê e fica se lembrando por horas, dias, e anos e muitos anos, e é de simplicidade que marcas, teu jeito simples é tão encantador que ficamos ali, perto, adorando estar contigo, e mais felizes, pois és alguém que nunca, nunca encontraríamos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="mso-ascii-font-family:Calibri;mso-hansi-font-family:Calibri;mso-bidi-font-family: Calibri"&gt;E&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;é assim que eu te desejo toda a felicidade que tua existência possa ter, e peço ao universo, (que falamos nas nossas conversas) que te encha com tudo o que é incrível dessa nossa existência curta, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="mso-ascii-font-family:Calibri;mso-hansi-font-family:Calibri;mso-bidi-font-family: Calibri"&gt;De um coração que agora é mais feliz por simplesmente te conhecer,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="mso-ascii-font-family:Calibri;mso-hansi-font-family:Calibri;mso-bidi-font-family: Calibri"&gt;És inesquecível, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="mso-ascii-font-family:Calibri;mso-hansi-font-family:Calibri;mso-bidi-font-family: Calibri"&gt;Te Amo! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="mso-ascii-font-family:Calibri;mso-hansi-font-family:Calibri;mso-bidi-font-family: Calibri"&gt;E Feliz Aniversário! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="mso-ascii-font-family:Calibri;mso-hansi-font-family:Calibri;mso-bidi-font-family: Calibri"&gt;Davi Luz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-ascii-font-family:Calibri;mso-hansi-font-family: Calibri;mso-bidi-font-family:Calibri"&gt;P.S: Pensei em te levar uma torta de limão se fosse dia de aula, mas deixa que outro dia te levo uma! ;)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-8861225472039239907?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/8861225472039239907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=8861225472039239907' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/8861225472039239907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/8861225472039239907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2010/04/camis.html' title='Camis,'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-7152132995638958007</id><published>2010-01-31T07:14:00.001-03:00</published><updated>2010-01-31T07:18:04.478-03:00</updated><title type='text'>A questão do acaso</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:1.0cm;line-height:normal;mso-layout-grid-align:none; text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;(Este texto é continuação de “Dos Infláveis”)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:1.0cm;line-height:normal;mso-layout-grid-align:none; text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:1.0cm;line-height:normal;mso-layout-grid-align:none; text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Estava ficando velho e ai esquecendo-se do que gostava, dos sorrisos que dava ao fazer o que de coração sincero antes fazia, da satisfação de voltar pra casa cansado por ter trabalhado quase incansavelmente no que o inspirava, da seriedade que tomava ao começar, e da forma afável que tudo isso vinha a si, como um encontro perfeito de idéias similares que em progressão vão continuando segundo após segundo, minuto após minuto, hora após hora, até que os dias se encham e seja ele mesmo o que sempre quis. Mas o bloqueio de fluxo. O bloqueio de fluxo. Bloqueio. Porque de fluxo são feitas as coisas, de uma forma tão genérica como a criação, de uma forma simples como a transito de energia que sai de um lugar, guardada pelas propriedades de onde estava armazenada, até um outro, com propriedades tão diferenças e tão semelhantes, e mais outras e outras, e outras. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Mas o bloqueio. O bloqueio de fluxo. O que naturalmente explode como uma represa insustentável pelo peso acumulado da água. Porque nada pára. Nada. A estaticidade é um momento efêmero que cabe na razão em vê-la ali porser visível demais e só.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:1.0cm;line-height:normal;mso-layout-grid-align:none; text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Pois, agora, no sol morno, olhava o acontecer do dia. Suspirava vazio. Suspirava por era a última lembrança do necessário. Queria arrumar as malas, com as poucas roupas que tinha, e sair dali, porque estava tão farto, numa viagem como presente dele para a sanidade que ia esgotando. Esgotando. E esgotando. Das vezes que esteve à beira de um ataque de gritos e loucuras, sorriu. Sorriu para mostrar a identidade do que queriam ver. Sabia da forma exata o que as pessoas queriam ver. Sabia exatamente como deixá-las confortáveis, como tratá-las da forma que mereciam, pois via através do que a direcionava, os olhos eram bem claros em mostrar isso, e de como se expressavam era quase que confirmador, mas sabia isso intuitivamente, não tinha um domínio de trazer a uma classificação exata das poucas horas que passava perto das pessoas, até porque cria em si que eram todas cheias das surpresas agradáveis e desagradáveis dos humanos, e não classificava a esse ponto por que não necessitava, se com aquilo pouco conseguia tirar e recolocar de volta o que via nas pessoas com quem estava, não haveria razão de classificá-las num papel e marcar características importantes, das histórias importantes, das expressões importantes como um terapeuta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:1.0cm;line-height:normal;mso-layout-grid-align:none; text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Esgotava-se com as responsabilidades que sabia que tinha para a importância que dava a esses seres os quais amava solicitamente, solenemente, diria. E por entender e por estar tão claramente essas intenções e respondê-las quase instantaneamente estava como numa pedra a esmagar-lhe a alma - ao envelhecer essas associações vão se tornando tão enraizadas que uma hora não se sabe mais aonde cortar o que do lado veio e misturou-se por associação. Sim, por essa vulnerabilidade estava como a deixar várias e várias e várias partes de todos os que amava a entrar dentro de si próprio - Mas isso não é amar a si, diriam. Estava numa sobrevivência. Numa sobrevivência onde o acaso é uma partícula fértil de disseminação de idéias, valores, tradições para lidar com. Lidar com o acaso seria a razão de tudo. Tudo mesmo. E dessa forma genérica vai-se partindo para o particular até que quase esqueçamos de onde realmente veio a vontade e a força em lidar com o que envolve sentimentalmente o agora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:1.0cm"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Lidar com o acaso. Ponto. Achamos nossas respostas. Ou parte delas, porque a entendia também da forma que a humanidade lidava com isto. E das criações absurdas que possuíam. Não queria entrar no mérito da religião porque tinha já tentado, foi a cultos, orava, lia o que deveria ser lido, fazia promessas, mas isso não deletou de dentro de si a inquietação de ter que lidar com diversas questões filhas daquela. Não sabia que tinha lidar com o acasom, na verdade. Não sabia. Achava que estava nos sentimentos. Lidar com os sentimentos que o abatiam, e com os pensamentos que pesavam tanto. E assim, estava atônito!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:1.0cm"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Deveria, como ouvia sempre, render-se logo, largar o orgulho e tomar de volta as religiões. Sim. Não, não queria. Observa a armadilha que se tornava deixar&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;tão exposto e vulnerável a essa idéias, se permitiam tanto que hora ou outra estariam escondidos por tantas regras, regras e mais regras. Até que esqueceriam de si para finalmente estarem a par com o acaso. E pasme, não era que estava assim, mesmo sendo solto das religiões, desacreditado desses métodos. Estava envolvido nos outros! Tinha lançado-se a eles e agora preso. Preso nos formalismo, nas opiniões alheias, nas opiniões de uma sociedade supeficial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-7152132995638958007?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/7152132995638958007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=7152132995638958007' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7152132995638958007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7152132995638958007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2010/01/questao-do-acaso.html' title='A questão do acaso'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-2870582870378813973</id><published>2010-01-29T05:40:00.002-03:00</published><updated>2010-01-29T05:44:57.155-03:00</updated><title type='text'>Dos infláveis</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:42.55pt;line-height:normal;mso-layout-grid-align:none; text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:14.0pt;"&gt;Porque havia dúvida de tudo - do que deveria ser feito, e o que deve ser feito era um tormento na forma exagerada que respondia, acima de tudo, uma alma acesa, mas morta, de cores florescentes e o florescente era a única sobra expressiva de vida. Mas um florescente cinza, que brilha bem ao preto e ao branco, que atrai em si o preto e branco, porque cada sentimento atrai em si certa iluminação do interior vivaz nosso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:42.55pt;line-height:normal;mso-layout-grid-align:none; text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:14.0pt;"&gt;Agressividade era sentida de fora, porque de dentro de si havia uma aceitação triste do que era, mas não de forma não consciente, sabia do que passava, mas entendem o que é um paralisante estado estático em si, mas corrido em pensamentos, todos sabem, diziam todos, porque se todos falam deve ser algo bem corriqueiro tirado da beleza, que deveria, ter pela rotina em transforma as coisas desprezíveis. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:42.55pt;line-height:normal;mso-layout-grid-align:none; text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:14.0pt;"&gt;Dai andava pela cidade nos cantos que achava calmo, nos lugares de um silêncio eventual por que naquele tempo era o que fazia sentir-se bem. Metais e concretos, ai, estava fadado, sufocando-o como quando o questionavam sobre posições mal pensadas, por que de reflexão sabia, montava &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;raciocínios bem simples, que enchiam a barriga por um período em que o vazio assustava mais que o risoriamente básico, porque a sobrevivência é um caso a parte, a parte do que disseram ser humano e próprio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:42.55pt;line-height:normal;mso-layout-grid-align:none; text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:14.0pt;"&gt;E um peso tão desconfortável, não sabia até que ponto um ser humano vivia com preocupação, tão cheio que um dia espocaria dentro de si e seria como uma alma murcha dentro de uma caixa que um dia deterioraria, porque os sentidos faltavam, as ações tinham perdido a intenção, assim como o de si de estava perdido no nada. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:42.55pt"&gt;&lt;span style="line-height:115%;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:14.0pt;"&gt;Pois desejou morrer, sim, desejou morrer, mas se matar era um grande passo, espera mesmo era que algo como um desastre natural o acertasse numa hora tão inesperada na mesma sorte que um dia acertou vários na loteria, porque, estava certo que eram situações igualmente aleatórias; da mesma forma que às vezes desejava viver tão bravamente quando finalmente sentia algo e isso o perturbava - porque não tinha o controle de se deixar permitir ser levado em existência pelo que gostava, pela paixão, acreditava que era na verdade questão de se cansar de tudo bem rapidamente, e isso era verdade - gostava de novas associações da mesma forma que estabilizava demais quando se cansava de uma, associações as quais não sabia desenvolver num sentindo longo, talvez por entendê-las tão rapidamente perdia o interesse no novo. Ah, o novo, a ressurreição, a vida e morte; assim mesmo, amado numa equação em que o primeiro é &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;a soma, ou a multiplicação, ou a fatoração, ou alguma operação mais complexa que for das três últimas. Pois suspirou - amava de fato a existência das coisas novas, mas o tempo não lhe deixava pegá-las assim, tão rapidamente quando a percepção do que mais tarde fatigá-lo-ia. É uma questão de grande descompasso e de tanta verdade que um medo de expor possa ser a morte de um mistério que talvez acabe e daí o medo de encontrar um novo, se desgastar-se é importante para que o trio resulte em novo porque não, por um hoje, simplesmente deixar de preocupação e como algo inflado de ar preso a ao chão finalmente se solte até que chegue bem alto e exploda para que volte a terra e em pequenos pedaços e renasça depois novamente e fique nesse clico de onde um ou mais seres humanos entendam da brevidade e da vivência das coisas, hum?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-2870582870378813973?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/2870582870378813973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=2870582870378813973' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2870582870378813973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2870582870378813973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2010/01/de-titulo-ser-colocado.html' title='Dos infláveis'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-8587937701781593087</id><published>2010-01-23T05:46:00.000-03:00</published><updated>2010-01-23T05:48:45.432-03:00</updated><title type='text'>Curto pensamento</title><content type='html'>Ele  tinha uma imposição em si, um olhar sério e uma expressão triste de tanto vivido no que acreditava, de dois relacionamentos longos e sérios  num mundo de valores efêmeros e toques ligeiros, de desejos corridos, acreditava em si da força do viver, do valor da experiência da vivência dela no acreditado. Dizia com as palavras mais rigidamente fortes “Vivi o que quis e não me arrependi”. Mas agora anunciava que tinha medido os pés pelas mãos por ter tomado de volta os negócios da família em Belém, algo que repudiava pelo trabalho maçantemente chato a ser feito com os clientes da rotina de raras exceções, de cuidados extremos. Causava uma impressão pela solidão expressa dos olhos,  estava e não entendia os porquês. Antes de mais nada – estava cansado da geração que o sucedera – da juventude solta de compromissos, obstinada em viver um pequeno momento indefinido neles mesmos porque não haviam sentidos impressionáveis, e que havia se afastava como neblina aos primeiros raios quentes de sol  coordenadamente – o valor das idéias aplicadas no passado já não surtiam efeito de condolências – e o atingia no peito isto, bem no centro como um soco que leva o ar. E como achava ridículo ver homens se transformando em seres espalhafatosamente afeminados, irritava-se profundamente causando um nojo tão inquietante dentro de si transformado em uma uma repulsa racional das atitudes deles, trazendo certo dentro de si que se vive o que se acredita sem precisar sair aos gritos  e aos horrores pelas ruas. Aonde estávamos quando nasceu? Num passado de um fato histórico importante? Era século XX, o que mais esperar? E dos pais que o trouxeram até o agora? Nada sei, não ousou contar nada, pois passava de si uma idéia independente disto e provavelmente cito por amor aos que me trouxeram ou por simples interesse freudiano em reconhecer as influências deles.&lt;br /&gt;Mas o pior já havia passado. Teve amigos que o abanadonaram, mudanças em países, Estados, cidades. Tinha morado na Espanha – Oh, como  gostaria de conhecer  a Espanha – morado em Portugal, Lisboa, Coimbra, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Macapá, Belém – não suportava essa última cidade pela temperatura, família, trabalho e a limitação dela própria. Mas já estava por aqui e por interesse justificava que há coisas em si que não mudam “Você anda cima-baixo e volta para o mesmo lugar!” dito do orgulho preso a tão boba afirmação,  pois o morrer não é fácil quando se pensa que já se viveu  tanto; e o tempo para se sentir satisfeito é grande.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-8587937701781593087?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/8587937701781593087/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=8587937701781593087' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/8587937701781593087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/8587937701781593087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2010/01/curto-pensamento.html' title='Curto pensamento'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-1809027722475372701</id><published>2010-01-03T01:12:00.001-03:00</published><updated>2010-01-03T01:51:24.441-03:00</updated><title type='text'>Por solidão de um silêncio que chama</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Sentia-se só, e como consolo de si mesmo ficava parado em estaticidade silenciosa esperando que de algum modo aquele sentimento sumisse da mesma forma que tinha chegado, da forma efêmera que tinha em comunicar-se com os demais, mas não se trata de solidão, e esse assunto já me cansa por si próprio e já se fala tanto, como pressuposto de nossa existência desses dias em que o tempo é nosso inimigo e nossas relações tão rápidas quanto as mudanças que ocorrem diariamente todos fazendo parte de todo, unidos por informações que não correspondem necessariamente&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;a todos, e da forma como somos mergulhados em uma perspectiva de outros, de umz empresa, de uma comunicação de massa, sem ao menos por si próprio julgar o que ocorre, - necessariamente ocorre? -, não gosto da forma passiva como são vistas as pessoas como se fossem vitimas de um mundo imutável e coadjuvantes de nós mesmos, deveria levantar, a rotina me cansa aqui no meio porque ainda não consegui encontrar nela beleza, tratando-a nesse meio tempo como uma bela arte que por minha experiência não a reconheça, e como nada se pára do nada porque não há beleza, como certos casamentos empurrados com o tempo e com a indisposição das vontades e do esquecimento do amor, me bate um desespero de não saber ao certo por onde se vai em humanos tão inertes desconhecidos da natureza bela e trágica que a qual mal conheço de mim mesmo porque a palidez me tomou conta enquanto eu tentava idealizar uma existência perfeita, sabendo lá dentro que nunca existiu e nunca existirá, por isso me recolho sobre mim mesmo e tento rir na hora em que a vida e os seres estão abertos para isso, até que a preocupação de fazer isto perfeitamente me toma a vida como direito dela em retirar o que é dos outros nem sendo dela, e não há pílula que diminua, e de treino estou farto porque estou parado em preocupações e arrasto minha vida sobre obrigações. Talvez ele seja eu, e eu seja alguém que entenda por empatia a complicação de nossa própria mente, não consigo pensar em ação alguma, então fico a ouvir o que os outros falam para que me inspire das histórias da personalidade deles, até que essa empatia se torne superidentificação e&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;eu passe acreditar que eu seja quem fala. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Essa palavras me enchem a vida, a qual ainda não descobri por minhas pernas, assim ouço músicas de seres que nada mais sabem da vida a não ser vivê-las de seu próprio modo. Viver de meu próprio modo. Alguém me ensina? Medo de errar: alguém retira? Chega-se a um ponto em que a dúvida suplanta a ação, e tudo o que dela poderia por influencia em outros resultar. Essas preocupações tiram de mim a beleza existencial, e quase impossível é não remeter-me a minha infância&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;- com o que haveria de me preocupar senão viver exatamente o que queria sobre repreensões de outros por vezes, nada mais há aqui, aqui jaz um morto que não pensa, que não vive, que definha trancado num quarto - odeio tanto tudo isso e a sociedade em que me encontro. Não adiantaria racionalizar tudo e por entendimento calar dentro o ódio que tenho de não viver meu verdadeiro eu, e tentar livrar-me da ferida que diz que sempre há alguém me observando ser perfeito, ser exato, ser constante, tenho medo de chegar mais tarde e ver que fui um projeção inexata de mim mesmo, e ver que vida nunca ouve eu, mas projeções e projeções por cima de projeções, sou um ser medroso em essência que tenta descobrir a vida por intuição e experimentalismo quando saio daqui - tudo por querer fazer outros satisfeitos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;- Eles nunca vão estar, não adianta o quanto se faz - nunca estarão - devotarás a tua alma pra esse objetivo e morrerás de estresse por nada mais ver de cor em tua própria vida, as pessoas querem a mesma complicações delas próprias e desculpa avisar-te - é foda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;- Não entendes o que eles significam pra mim, eu os amo a ponto de sacrificar-me por eles, e vejo tudo o que fazem e tento deixá-los confortáveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;- Então eles são seres humanos excepcionais pra receberam tal tratamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;- Não, não, eu queria que fossem, eles são tão desentendidos de si mesmo, tão desesperados pelos silêncios das emoções que nunca foram trabalhas pela consciência deles.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;- E porque, então, te dispõe a tratá-los como se fossem merecedores de tanto belo tratamento?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;- Porque vejo humanidade neles.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;- Quando verás a tua?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;- Talvez no dia em que eles morrem, Eu não sei ver o que sou, não consigo, entendo comigo mesmo que faço tudo isso pra ganhar um tanto de atenção deles, e disso sinto uma insatisfação enorme - será que vai a questão da minha existência - querer algo por mim mesmo - conversar durante anos em cima de algo que é tão cíclico?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;- Um dia eu ouvi uma música que dizia que a vida te coloca em ciclos até que te rendas e largue do teu orgulho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;- Mas disso não entendo - eu calo meu orgulho pra vê-los bem. Eu calo-me pra vê-los orgulhosos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;- Não calas por ti mesmo, na verdade nem vês eles - vês tu - vês que estais sozinho e isso te desespera - passa, então, a chamar-lhes atenção pra que nunca ficas só de ti mesmo - e mesmo no silêncio do teu quarto não estais contigo - tás com eles dentro de ti, estais imaginando o que eles querem de ti para que possas dar. Lamento em te dizer - estais só, e a tua vida corre por entre tua existência, não a percebes passar por que nunca prestas atenção nela, isso está a ir rapidamente e quando finalmente&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;- ainda estarás sozinho no teu último segundo, tu e tua estrutura neurológica, e nem tua sinapses vão poder captar algo que elimine ao todo essa sensação de quem estás só até que percebas que és pra ti o necessário de ti mesmo e que nada mais importa do que viveres o que podes pra ti mesmo, pra que sinta bem consigo mesmo pra ti mesmo, não para os outros - qualquer falsificação disso vai cansar a vida, e isto será pra ti um fardo. Não esperas por eles na tua existência - nunca haverá cura ali.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-1809027722475372701?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/1809027722475372701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=1809027722475372701' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1809027722475372701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1809027722475372701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2010/01/por-solidao-de-um-silencio-que-chama.html' title='Por solidão de um silêncio que chama'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-2428986229183876175</id><published>2009-10-30T21:21:00.001-03:00</published><updated>2009-10-30T21:39:20.658-03:00</updated><title type='text'>E do vazio...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Tentando ficar parado e simplesmente calar as vozes cobradoras de minha mente&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;que deseja agradar a todos que amo, &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;agradar aos outros para então ser agradado – &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;aceitando-os do jeito que são e desconsiderando o que sinto pra fazer eles se sentirem bem.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E num problema, &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;já que a humanidade em si é cheia de incoerências e controvérsias – &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;e todos sendo um bolo de idéias plantadas durante a vida – &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;idéias as quais me custa a vida, &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;idéias as quais custa a vida de quem acredita nelas, &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;por vezes alguns nem se questionam porque vivem o que vivem, &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;porque acreditam no que acreditam, &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;porque agem da forma que agem – &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E o automático ativado sobre uma estrada que é curva e cheia do novo. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Eu tento por consciência me colocar em retaguarda, &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;o que me mostra a cada dia mais vazios os quais minha alma se apóia &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;e toda utopia que criada &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;e assim encarar o desafio que é conviver com um ser que nada mais é do que questionamentos sobre ações, &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;do jeito estranho que soem, &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;do jeito maluco que sejam, &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;minha humanidade se cansa de tanta cobrança de mim mesmo, &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;de toda influência de meus pais em mim mesmo, &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;de tudo que sonho e de tudo que deixo, &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;de um jeito em que por ora um quarto silencioso e vazio, escuro e úmido &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;me basta o olhar o teto negro e não ver nada. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Costumava rotular coisas pela dificuldade que trazem &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;e me alegrava de pular um estágio em senso-comum difícil – &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;hoje nada mais do que o viver por querer fazer o que gosto e os conflitos em mim mesmo, &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;de mim mesmo em fazer o que gosto, &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;das cobranças que tomo, &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;das feridas que carrego, &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;do vazio que vivo&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;do vazio que levo.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-2428986229183876175?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/2428986229183876175/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=2428986229183876175' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2428986229183876175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2428986229183876175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2009/10/e-do-vazio.html' title='E do vazio...'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-7739466762314505369</id><published>2009-10-19T00:48:00.000-03:00</published><updated>2009-10-19T00:49:07.948-03:00</updated><title type='text'>Por ora, a noite...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Noites que eu desconheço sem ao menos antes tentar tocá-las, mas de alguma mudança talvez acha-me no que os problemas das palavras em tentar traduzir o que sinto em uma língua simples que é poder falar em simplicidade e dizer quase tudo , em preposições tão diferentes mas tão certeiras, em sons que dizem falam cantam ouvem enquanto comunico; essa língua de noite , que me perco por ora e sozinho me pergunto tanto, talvez seja a paixão em fazer parte de um roteiro de que goste demais, perdido nas entrelinhas das frases tão ouvidas tanto por aí ;a câmera sai em busca da verdade que é relevar por meio disso o que de vida nos resta nessa terra que se deteriora, agora portanto me encho de nada , e descarto aquilo que nos trouxe até o hoje, e isso é difícil principalmente por viver num ambiente em que o ontem é a resolução do hoje, tanto do que vivem é tudo de ontem, nada de futuro senão tentar reproduzir de forma mais abundante o ontem, e assim se criam as éticas em fazer um trabalho bem feito, o que quero senão viver o que segredo que é vida em oferecer aos seres o ar dela própria, agora eu te digo que nada mais disso quero, portanto as minhas verdades que construo num dia de acordo com o que quero e com os meus objetivos, respeitando os demais que convivem comigo, mas não me prendendo por eles. Humanos são muito de julgar e parar minha existência e perder meu tempo nos ideais em fôrma que tem , nada é assim tão perfeito quanto pensam, e nada vai ser perfeitamente que nem num livro que tanto acreditam e em fé propagam, a realidade é um pegadinha que só esperto que reconhece no tempo que ela aparece , por enquanto, outra vez disso, os meus instintos e minha estrutura biológica me servem, e meu coração que ama a quem deve por amor a quem merece, e a essas pessoas minha condolências por que não sou mais um usual, mas alguém que ama e que é simplesmente diferente, que entendam quem sou antes que eu morra, ou antes que morram e continuem amargurados pensando o que o amanhã cairá tão bravamanente sobre, as noites que desconheço são somente uma forma de tentar descobri mais um pedaço do que não sei o quanto mensurar , portanto por aqui fico antes que essa acabe e de responsabilidades o dia me encha amanha e não dê conta, por enquanto e portanto, devo ir, que me entendas e que me beijes. Boa noite.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-7739466762314505369?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/7739466762314505369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=7739466762314505369' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7739466762314505369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7739466762314505369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2009/10/por-ora-noite.html' title='Por ora, a noite...'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-1041714797913427762</id><published>2009-10-14T23:16:00.001-03:00</published><updated>2009-10-14T23:16:44.503-03:00</updated><title type='text'>Answer</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 13px; "&gt; I wish I could understand in rational way the word meaning of "miss". I mean, I was feeling pretty much alones these days - what made me ask about the posture a took from stop talking to you. I had quite clear the idea in my head, and I was living with it normally, sometimes I wish all this bad situation just going away in a magical painless way. In the end it is not just about us two, but the idea of form a close happy and helping group that me, you and Lucas turned into.&lt;div style="text-indent: 0in !important; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-indent: 0in !important; "&gt;I am not telling you that I didn't turn sad and angry when you burned me, I felt violated, so sad, because I could handle the feeling of having some-other-one doing it, or maybe not, but a friend of mine makes all that in a bitter way of seeing our friendship, a bitter depressed way of seeing myself with that injury. Although, when the time was going by I just was leaving behind the hate I felt for you and trying to make a whole new life without you guys. It was so difficult, but I just kept my decision ‘cause in the truly way the burn was a little thing I was waiting to end our friendship.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-indent: 0in !important; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-indent: 0in !important; "&gt;If there's a thing I know about myself is that I like a harmony environment in my life, Iike seeing all those things going good, without little troubles and I was feeling a tone into your voice and attitude when you used say things about me, like a disdain to me and my things, maybe you don't know that, and probably you didn't do it in a consciousness way, but I used to hate it.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-indent: 0in !important; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-indent: 0in !important; "&gt;Besides, I think you really negative about yourself,  you complaining and trying to find a mistake in your plans, I mean you are intelligent and talent, you don't need to keep those thoughts inside of you saying you're nothing, I HATE seeing you acting and feeling in that way, you're so much more and you don’t let yourself live it, and it's just sad and unfair.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-indent: 0in !important; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-indent: 0in !important; "&gt;I know I am not perfect in doing my plans in a exactly way that I first thought about, but Dilermando I am trying so hard to get what I want, I wake up and go to the bed just  thinking in how to get what it - that drives my life, all the time and I hate to see me failing in my action, realizing that it didn't go in the way I was thinking of, that makes me feel so depressed and sad.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-indent: 0in !important; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-indent: 0in !important; "&gt;I like being in the middle of people that understand that everything is circumstantial and trying to do some effort in turning then into something better. Sometimes I know it  is so difficult to see things like that, but I need to be in the middle of people that believes in themselves and I know Diler you can, as I can, as Lucas can. We burn to live so much beautiful things and enjoying that, but sometimes we are missing it out, losing it out because we don't act and feel in the way we suppose to  feel, act and be. I wish I could just turn things better in our relation, but I need we both, we three living what we suppose to live. &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-1041714797913427762?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/1041714797913427762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=1041714797913427762' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1041714797913427762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1041714797913427762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2009/10/answer.html' title='Answer'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-1284653109216970</id><published>2009-09-20T20:14:00.000-03:00</published><updated>2009-09-20T20:15:43.457-03:00</updated><title type='text'>Sem título</title><content type='html'>A morte me  chama com braços felizes e sorrisos que me acalmam da existência tortuosa que vivo, em ventos que bate tão bravamente sobre meus poucos cabelos e minha pele se agrada da umidade que acomete a atmosfera de minha cidade posso rir, de tanta desgraça de tantos seres que acreditei serem certos se mostrarem monstros , de heróis tudo misturado sem limite sem nada mais, nada mais que moral, nada mais que eu mesmo, em mim mesmo em uma vida que vai enquanto a morte me chama, e na beira do rio mal sei o que quero de verdade ,mas me sinto tão atraído pelo o que há de vir, escuridão te amo pela indefinição e indiferença sobre o tudo, não que não amasse o sol, mas que me apaixono pela silenciosa que expressas, aqui enquanto te amo, uma das tuas filhas me chamam, ah como eu as amo escuridão morte que me carrega pra onde eu não seu, mas de vida me canso com a certeza de morrer a salvação do viver, aonde quer que eu vá, fosse eu de qualquer jeito, aqui toma minha alma antes que me esqueça que a existência me leva a ti, de forma inesperada que nem sei me carrega aqui, hahahahaha, rio que bom é aceitá-la como se nada tivesse mais, os rios se rebelam agora sobre ribanceiras desesperadas e inspirantes águas barrentas nessa natureza cobiçadas em vontades intermináveis dos homens, me leva a tua forma melhor de pensar antes que meus neurônios apodreçam e reação não possa ser mais feita para montar pensamento, hahahahaha,eu riu de tudo isso com alegria e um raio cruzou ali perto, de um trovão tão forte, hahahahahaha, morro de alegria enquanto minha roupa voa sobre o vento, tendo sido levada minha capa arrancanda pela violência de tudo e agora posso rir, e então tudo se acalma sinto que devo parar para pensar, mas isso fiz em minha vida toda, agora é que me sinto mais livre em simplesmente não deixar pergunta alguma dentro de mim, mesmo como precursora filosófica, foram tantas que aqui estou caminhei de um bairro longe para chegar aqui na beira, e perto dessa estrutura a qual começou minha cidade de por então terminar o que vivi nela, e como amei-a de uma jeito que só a chuva soube,  e do como o nublado em alegrou enquanto estive aqui, se hoje sou feliz foi pelas oportunidades de estar no meio da tua criação tudo como eu amei  e de que forma fosse a tua disposição natural, hahahaah, posso sim, ser feliz, tenho sido muito feliz, e talvez seja por isso que esteja aqui, amo amo amo tanto tudo e meu objetivo sinto que está aqui, cheguei a ele, não te sentes bem quando achas o que deve, agora não deve está, tudo muda tão rápido por aqui, desde tanto tempo, quando eras calada e gigante, sinto que vida minha virou um nublado constante pronto e ser desaguado em ti mesmo, ventos ventos ventos ventos ventos ventos sobre meu rosto, rosto sobre meu rosto, ventos ventos ventos sobre meu rosto,agora já sinto felicidade arranque minha alma , arranque minha alma agora sou feliz, se por isso agora que venha a tempestade da minha vida e que leve o que resto mortal ainda está em mim agora, em grito suplico emquanto tiro a arma do bolso e preparo lha o gatilho sobre minha fonte e tento puxá-lo com os olhos felizes, e tiro sint , raio me acerta e queima meu cérebro, morro feliz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-1284653109216970?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/1284653109216970/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=1284653109216970' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1284653109216970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1284653109216970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2009/09/sem-titulo.html' title='Sem título'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-8867648749687123895</id><published>2009-08-17T12:05:00.002-03:00</published><updated>2009-08-17T12:14:26.808-03:00</updated><title type='text'>Pensamentos recorrentes de um ser</title><content type='html'>Terceiro:&lt;div&gt;&lt;div&gt;Sentiu medo, mas continuou. Lembrou de todas as possibilidades negativas que poderiam sair da situação de quantos danos poderiam ser trazidos, do que seria depois que tudo se realizar-se - respirou profundo, e continuou, retomou pensamento no que queria de fato, queria esquecer o resto, e deixar de lado, tanto da vida passada; queria morrer tão bravamente, queria se enterrar e deixar que sua alma fosse tragada pela terra como fumaça brança entre a poeira compactada e que seus óssos se reconstuissem em novos e brancamente brilhantes, que seu cérebro, retomasse mais branco e que sua recente vida fosse tão transparente quanto seus desejos. Lembrava por vezes do que tinha abandonado de todas as amizades interessadas em objetivos opostos, de todos os laços que tinha verdadeiramente tinha, poderia então naquele momento, abandonar as horas e horas de trabalho, mas com alegria rememorou tudo o que via na frente da vida que construia, e se orgulhava do novo rumo, decerto seria solitário no incío como toda a caminhada na solidão da vida, mas em algum momento encontraria alguém que sabe o quer e que quer isso em similaridade, então não se preocupava, ria do passado, se alegrava de poder ter aprendido no final e de agora estar morrendo vagarosamente, para uma nova vida que de eterna não sabia de nada, não se sabe de nada dos eventos futuros, mas se preparava para qualquer mudança e eventualidade, sabia de dentro que o universo como um todo estava a seu favor, se alegrava por isso, e toda a negatividade que os modelos dos pais foram postos em medo sobre a existência eram diariamente questionados, e postos em crítica, de certa forma que conseguia ver de claramente o que acontecia, em consciência poderia decidir de fato até quando sua força de pensamento se desgastasse ao ponto de não conseguir formar mais nada, antes se maltratava por não ser perfeito e ver que os deveres lhe custavam tempo e energia, se sentia o menor por não ser mais de extradiornário, por não ser mais, muito mais, a tal ponto que a culpa o afundava, e sucumbia numa fossa, que desejava morte, ali pedia em lágrimas morte, e depressivamente se fechava na sua cova, não queria trazer ninguém para dentro, entendia o quão donosa era a situação e amava todos os que estavam que viviam ao seu redor, e queria ser melhor em vez de mesquinho e carrasco, desprezador, até o momento em que pensou que se era para morrer - que seja de forma completa - e então começou a abandonar aos poucos o que de fora e passado havia, que em começo foi tudo tão confuso, pois abandonar o que mantinha a existência atraia em si um medo de ressussitar como algo que não sabia ao certo se daria certo, de fato nada pior aconteceria, já estava no fundo poço, o chão era ali. Nada mais abaixo, e em confusão mesmo, foi indo, em sofrimento que era deixar de lado o que tinha feito, o que tinha vivido, das vezes que correu sobre a terra e sentia o ar bater-lhe na cara, dos sorrisos que era respirar o ar da terra, de quão bom era mexer as pernas, de tão desafiador que era ouvir o agonizante do coração que tinha se esforçado, de como era bom sentir, de como era bom rir, e até chorar lágrimas de alegria, arrependimento e de abandono, então foi que deixou escorrer uma dos três sentimentos juntos, podendo em seguida rir - ainda tinha muito de medos para renunciar, deixar e continuar; ainda tinha muito para morrer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-8867648749687123895?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/8867648749687123895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=8867648749687123895' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/8867648749687123895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/8867648749687123895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2009/08/pensamentos-recorrentes-de-um-ser.html' title='Pensamentos recorrentes de um ser'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-1046347745388678609</id><published>2009-07-23T23:14:00.000-03:00</published><updated>2009-07-23T23:15:07.443-03:00</updated><title type='text'>[ONE]</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Ele andava na rua muito incerto, como se a noite escura tirasse-lhe sono, e de sobriedade negativa o tomasse como plano de um ladrão que rouba à mulher na outra esquina que grita enquanto lhe é tirada documentos, e então corre em direção em que nada se conhece a casa está longe, assim como seus pensamentos lógicos, grita para ninguém, é socorrida pela umidade somente, atravessa quarteirões em choro, é jovem, tomada por um medo que há segue desde de o momento, sozinha e desprezada pela vida, pensou ela, correndo sobre o nada, para o nada encontrar nada mais que suas lágrimas sentidas e corridas sobre o rosto, retira os sapatos para poder fazer melhor, nunca antes vira uma arma tão perto, tão bem alinhada a sua cintura, pressionada com força, como se a bala fosse atraída, como um ferro à imã, pelo seu medo, correu, atravessou a rua, e de longe o viu, andava calmamente como se nada ouvisse, ou preocupação alheia tivesse, e ao se aproximar gritava por ajuda, até que o alcançou e como olhos machados, lágrimas com tons pretos que escorriam sobre o rosto, olhou para o rapaz, parecia o grande o bastante para ajudá-la, pensou, mas ainda com choro continuo, aliviada de que poderia ter ajuda - nada mais fez o rapaz do que olhar para ela como olhos vazios, desentendidos de realidade, perdidos em introspecção, e então se&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;afastou&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;como se tivesse visto no lugar dos vazios olhos arrancados restando buracos e sangue escorrendo, recém arrancadas portas, deixando escancarada a alma maldita da existência do rapaz, encheu-se de horror e continuou a gritar por socorro, louca, por uma rua onde nada mais havia além do que ela e seu demônio, que agora a perseguiria pelo resto da vida, dentro dela rindo como se engordando da desgraça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Chegou em casa Láscio, e no meio de feixes de luz que entravam pela janela, luz laranja do porte que pouco iluminava a sala, tirou os sapatos, sujos apedrou-os para qualquer lugar que ninguém veria, despiu-se enquanto ia alcançado o quarto, roupas jogadas pelo chão escuro úmido, enquanto o ventos sussurravam pelas lajotas, e por ora envolviam o cheiro do dia da roupa do rapaz, foi-se ele sentar na cama fria, poderia ter sentido na pele das nádegas o quão fria era a cama, não pode, tentou deitar-se nu, como abandonado a nada, não conseguiu, tentou derramar lágrima, sobre um escuro que o abraçava, nada pode, senão levantar e ao chuveiro se dirigir, nu, sem pensamento, sem emoção, jogado numa sorte que ora o universo reconheceria, há de reconhecer, um dia pensou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;margin-right:2.85pt;margin-bottom: 10.0pt;margin-left:0cm;text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Pois gotas sucessivas caiam sob ordem rotacionada, caiam para escorrer num corpo só, num corpo quente amargo, só poderiam escorrer por fora, lavá-lo não, nada de refrigério traria nem gota sequer, nem detergente qualquer, mas pode sob uma áurea triste de um vento que bateu fraco na janela semiaberta do banheiro poder lembrar que estava vivo, gostaria de poder simplificar tudo num somente pensamento, e trazer a tona uma solução eficaz, estava solto, estava morto, porque tivera visto o pai na infância viver vida que sociedade dizia errada, mas que todos desejava com toda força que ansiedade pudesse trazer, viveu o pai dele como se fosse o cara do seu tempo, depois de casado ainda não satisfeito saia atrás de saias, e de preferência aquelas que por baixo não houvesse mais pano sequer que não fosse uma genitália descoberta, vivendo o sonho do adultério, porque meus filhos são pequenos de nada entendem e de nada entenderão se souberem de algo, minha esposa que de burra tem a coragem de me deixar até uma hora dessa na rua, há de engolir, enquanto posso vivo, daqui a pouco esculacho levarei dela, e que minha consciência pese somente ali, porque casei em comprometimento mas sou humano, vivo em carne, e quando tudo isso vier a tona nem mais na terra existirei, tudo como um vulto que passou, em tempo que é injusto em vida que é curta demais pra viver prazer, que eu viva em prazer enquanto posso penetrá-la e fazer do meu corpo minha felicidade que é perdida em tentar achar tanta insatisfação, posso eu aqui ,enquanto vivo,&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;e com rastros deixou , como se o mundo dele fosse e pudesse controlar toda a porcaria que surgiria no mais tarde quando por marcas de batom e doenças tivesse cheia sua esposa que em casa agradecia por tudo o que o casamento acontecia, nada era perfeito pensava ela, mas essa é a vida, e quando descobriu o que nos exames mostrou e na frieza que constantemente crescia já era tarde de ver tudo, mas em submissão permaneceu ali mesmo, em choro, pra onde mais fugiria se família tinha abandonado pra viver o que sempre sonhou e ter, agora estava criando uma, formando uma família, não fugiria dali, mas por agora, pela humanidade que exercia poderia chorar pelos cantos e se lamentar o quanto pudesse, ali, enquanto cozinhava para os filhos e nos banhos que dava neles, saia lágrima que escorria calmamente em rosto que envelhecia de amargura, porque tudo o que sempre acreditou era nada mais que uma armadilha funcionante na época de sua vó, agora já, os tempos tem sido maus com todos e com ela acertava-a, mas agora filhos, fugir como uma adolescente não poderia, com sempre o fez, mudar de cidade, de lugar pra renovar rejuvenescer as idéias, reinventar, não poderia abandonar os filhos, isso não, pensou ela, e continuava em pensamento quando já lágrimas não poderiam mais escorrer pelo rosto, pela décima vez o marido a traia e descaradamente vivia junto para manter toda imagem porque domingo era culto, então em duas horas sentado poderia acreditar que no mundo poderia ser construído saudavelmente e assim desprezar toda a merda de dentro de si que sempre teve, com aquele sentimento de que nunca seria o bastante, como se fosse o único ser humano a passar por tal, ali, poderia deixar escorrer tudo momentaneamente enquanto pudesse desprezar esse peso que são as emoções opressoras da alma, deixava, ali por duas horas e depois cumprimentava os irmão , dizia que tudo ia bem, apesar de ainda estarem se estruturando de depois da década de 80 que tinha sido difícil pra todos é verdade, com riso no rosto, mas era só descer pé da igreja e tudo desaparecia, corria fora quando pudesse, sem que ninguém visse procurava um novo caso, algo novo pra ajudar a fazer da merda de vida que vivia algo mais dinâmico, assim enquanto pudesse como já tinham dito, até que a culpa o consumisse e procurasse quem sabe um trabalho em que pudesse viver dias longe da família, já tinham-se esgotados justificativas da cabeça toda vez que via sua pequena filha o chamando de papai quando na verdade nada o fosse senão um dispersador de espermas e que por ora encontravam um óvulo de alguém que poderia significar algo para ele, não era nada do que tinha pensado anteriormente mas foi o que pode viver, e o rapaz que por essas épocas era uma pequena criança observadora só olhava, tentava entender ou montar um sistema, toda vez que via sua mãe junto ao seu pai, seu pai a traindo, ela sofrendo, eles juntos, tudo tão unido, mas era um tal ser que não gostava de ver ninguém sofrendo, nasceu com, como se gene comandasse, não gostava de ver, tentava entender quando estendia, a mãozinha no rosto na mãe momentos depois que escorria uma lágrima, enquanto chorava alto enquanto ouvia discussão a gritos do outro lado da casa, sentia empatia pela mãe que sempre expressou sem medo toda amargura presa, em lágrimas e em empatia se enchia para poder, mais tarde, provavelmente na adolescência, destilar ódio à figura paterna, e à manifestação masculina de um ser e em ódio desejar ser algo melhor que respeite os seres humanos como são.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Agora a vida era outra já, os tempos eram outros e chuveiro ainda escorria sobre as costas do rapaz responsável, enquanto pudesse e tudo não desabasse, ajoelhava sobre o chão gelado, agora já podia sentir, até que câimbra o avisou de que estava vivo, cheio de incerteza, ali jogado, sem paz que fosse na cabeça, sem sussurro na consciência que o pudesse dizer 'descansa', mas já seco estava na cozinha e enquanto procurava por algo, e vinho tinha achado e bebido sobe goles rápidos e decididos até que o porre o confundisse com um sono, e depois de ter se arrastado até a cama, poder então descansar dos dias difíceis, e numa cama que agora não importava se estava fria ou quente, deitar e riso para o teto do quarto e então fazer uma oração pra si mesmo para que sonho bom a mente trabalhasse nessa noite, e de bons sonhos pudesse dormir numa cama, pudesse então descansar, por que haveria outro dia em que tinha que viver, a amanhã talvez... Foi o último pensamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-1046347745388678609?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/1046347745388678609/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=1046347745388678609' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1046347745388678609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1046347745388678609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2009/07/one.html' title='[ONE]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-6915572925512682791</id><published>2009-07-20T04:16:00.002-03:00</published><updated>2009-07-20T04:23:31.820-03:00</updated><title type='text'>Call me</title><content type='html'>&lt;span style="line-height:115%; font-family:&amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:major-latin;mso-fareast-font-family: Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:major-latin; mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:EN-US;mso-bidi-language:AR-SAfont-family:&amp;quot;;font-size:12.0pt;"&gt;Porque num pub nos encontramos e com poucas palavras nos beijamos, esquecendo sons, esquecendo até de nós mesmos, era como se de únicos fossemos feitos num momento inorportuno, beijo-te com dor de te perder, cedi com medo gostar, fui até aonde poderia, olho teus olhos como se fossem o azul mais real e a cor mais&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;verdadeira que meu cérebro pôde interpretar, assim mesmo, sob direção de álcool, sobre despretentensão, olho teus olhos, isso me bastava se não fosse tua boca aproximando da minha, em intenção que já sabíamos, mas que duvidávamos por benéfício da surpreza pensada, teus lábios são rosas, tua pele quente como na noite que de dia nublado fez um frio confortável, foi teu abraço talvez que me fez perceber, ou teu pulso, o sentia pelo teu pescoço, como jovens que se amassam enquanto podem, como se o dia fugisse sem que percebessem, estávamos lá, Vamos pra casa, um disse , e fomos sem palavras, totalmente sem palavras, não sabíamos o que era casa, o que era estar em casa, éramos dois pelo menos, em algum momento nus descobriríamos, nus mesmo, com nada, num escuro em que somente mãos , umas sobre as outras, podiam dizer ou traduzir o que poderíamos sentir, e como se o ar estivesse úmido e leve, nossos pulmões sentiam a transação de cada movimentos de vento do quarto fechado, ali, sós; se o amanhã nos preocupasse, nada teria acontecdio, nada mais que um beijo, e de preocupações nos encheríamos em retrocessos, talvez estivessemos longe, e eu nos meus gelados lenções, longes, distantes em pensamentos que só a vida já faz-nos levar, como se loucos, como se sóbrios, e destraio-me como se evitasse o que de desejado&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;pode ter a situação não planejada, vou-me enquanto posso e ali poderia, e pude, como se fosse-nos tirado vida, respirava como se minha alma fosse dada a ti me perdia, até que alcançassemos juntos, ou um adiantado do outro -não importa- o fim de pele sobre pele, de vindas e voltas,- acordo com ressaca, a manhã parece mais estranha do que de costume, me sinto mais estranho do que de costume, talvez melhor, já que viver um pouco mais incomoda e causa estranheza, a manhã ainda está nublada, dá pra ver pela janela, mas com um sol morno de início de dia, e como posso me visto, te dou um beijo na testa, não esqueço, olho-te de em rapidez , respiro, vou deixando caido meu número, espero que me retornes.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-6915572925512682791?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/6915572925512682791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=6915572925512682791' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/6915572925512682791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/6915572925512682791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2009/07/call-me.html' title='Call me'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-391736671220457459</id><published>2009-07-10T23:17:00.001-03:00</published><updated>2009-07-10T23:17:36.865-03:00</updated><title type='text'>Resentir, voltar</title><content type='html'>Tudo era novo, era novo, a primeira paixão de um coração que inseguro acha alma desvirtuada num corpo achado ai, no mundo, que em crédito foi lutado, foi cedido, e enquanto sobravam os sentimentos, os pensamentos eram desvarios que voavam num céu que ninguém queria ver,se sentir é o que se fez vivo sentir que esqueçamos então, por um istante, que razão existe por tras de um pequena paixão, aquela bem imatura, sem fundo, sem chão, e que foi, e que um dia será, quem sabe em volta em ciclo que traga, em linha grega, o que por volta foi , num desses dias em que trabalho tiver de folga, nada mais importará por um simples sentir na humanidade que nos roubada é aos poucos, que seja por ali, por alguém que a retribua e que comprienda, e que seja vivo o basteante para sentir por completo o que seja, num desses dias em a tarde estiver úmida e calor longe passar, numa tarde dessas, numa vida dessas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-391736671220457459?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/391736671220457459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=391736671220457459' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/391736671220457459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/391736671220457459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2009/07/resentir-voltar.html' title='Resentir, voltar'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-1632149496592818228</id><published>2009-04-24T21:54:00.003-03:00</published><updated>2009-04-25T07:09:02.615-03:00</updated><title type='text'>Pra onde?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;Sinto-me longe, como nos dias em que a chuva nos afasta do mundo tão vivo e corrente, e no distanciamento vou-me em caminhada ofegante, ofegante, não sei é o que arriscar em desistir, não sei o que é continuar sem entender. Mal teu sorriso pude conhecer, ou tua voz no meu ouvido que quer ouvir atento, e tua pela foi minha lúcida vista de uma alucinação que criei sem patologia, sem substâncias. Teu cheiro até agora é hipótese que não desenvolvi, pensei no experimentalismo da situação, esperei que a resposta a realidade pudesse me dar, sem medo, sem restrição ou em curvas inexatas do conhecimento.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;O desistir remete tanto a fraqueza fracasso pedaço, submetendo-se à certeza de que o jugo não será mais suportado, de que nada mais é real, e que tudo foi uma idéia maluca&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;criada de fantasia platônica, sem fé, sem esperança. A caminhada se mostra justa em aceitação heróica do destino - tudo justo no seu lugar, no seu devido lugar, como numa escrita aceita das vontades indispostas humanas, indispostas dispostas interpostas cruzadas distendidas desacertadas - os humanos ganharam uma forma assim torcida envergada dentro de mim? Ou sejam, se forem, que sejam, sem lágrimas, lágrimas perdidas serão nunca, se em arrependimento, se em redenção.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;O caminho úmido, molhado na tarde quase escura, num casaco quente que me sobra agora, sonhos vedados no escuro do quarto fechado do cômodo dos fundos da casa, em desprezo vou, assim, sem reconsiderar, sem pestanejar? Reconsiderando fui, ali, onde as esperanças todas vivem por si só, em fé, believe is all that had to exists, they say, believe, believing, believed.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Progressão depressiva é olhar daqui, será que ainda corro em braços abertos, em respirações profundas, será que me pega em volta? Tudo numa caixinha cheia de nostalgia, de imaginação, como as dos astros que de brilho nos enchem a alma, e em proposições vivas são montadas seqüências e explicações para tão belo céu. O céu é azul e o olhava, mas o céu globoso pouco tinha para mostrar simplesmente por fora, queria a profundidade, em que o escuro retinado acho o desmembrado ser, sem as couraças todas, sem as capas, sem as convenções, ali, num recanto em que nós nus mais significava intimidade que libido, em palavras nos encontrarmos, nus, sem roupas estilizadas de vantagens, não tenho medo de ver tua casa bagunçada, ou teu quarto revirado de cabeça para baixo, mas amaria estar nele e arrumá-lo-ia feliz, até que nós pudéssemos deitar na tua cama, e em silencio ver o céu que aconchega tua cama, até que o ar tivesse corrente, até que pudéssemos nos movimentar sem receio, e talvez tudo já esteja correto, no lugar, mas simplesmente não queres me deixar entrar na tua vida bem arrumada, bem disposta preparada para ser melhor que eu, ou mais interessante ou vivo que eu.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Eu sou alguém que tenta, que atira para o céu, ainda que em medo de receio, sou alguém que ainda quer amar antes que o dia acabe e que a vida desapareça revelando velhice, os dias correm, não duvide, não desafie; meu coração é um que se acha quando quer e que se entrega quando os ventrículos se cansam deles próprios e força interior de vida desaparece, busca ele no meio dos olhos que mostram a pulsação das arteríolas que na retina aparecem vivas, vermelhas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Caminho seguido, caminho longe, caminho em que forças minhas fadigaram de bater na porta, e se abres e de lá sai outro com cara de sono de quem passou a noite aproveitada no meio do calor das tuas pernas, ouvindo tua respiração, sentido teu cheiro, ele dormiu bem, satisfeito, em paz, tua pele era dele e isso bastava para que fosse o homem mais feliz dos tempos em que este vive, encontrá-lo ali, na frente da tua casa a qual rondei por dias, meses, como um porre que fica a olhar para a janela em esperança do álcool, caminho longo esse de volta, caminho solitário, mais do que já era, caminho sem ti. &lt;u&gt;Mas ainda indeciso, ainda perdido, não sei o que faço, por enquanto me sento aqui embaixo dessa árvore a poucos metros da tua casa, e talvez adormeça aqui mesmo, esperando saires, esperando chegares, esperando resposta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-1632149496592818228?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/1632149496592818228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=1632149496592818228' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1632149496592818228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1632149496592818228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2009/04/pra-onde.html' title='Pra onde?'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-6809122424799058977</id><published>2009-04-11T12:39:00.001-03:00</published><updated>2009-04-11T12:41:14.419-03:00</updated><title type='text'>TO</title><content type='html'>&lt;div&gt;Dias que se tornam casas de reflexão, ansiedade, preocupação, vamos onde se deve ir agora, então, já, corre-se para o todo que se quer em passos longos, em passos longos. Entrei por aqui pela força de minha procrastinação, sabia olhar e ver o todo, e isso me bastava, outros que me acompanham tem regaluraridades postas de olhar, olhar e olhar, eu , tenho minha mente que pipoca em observações que se fundem da vista abrangente - vistas da vida , dos sons , das informações faladas; a calma ora me alcança com força de me fazer parar e ver a vida que corre junto comigo , á passos horas mais rápidos que meus, que os outros, que o todo, vou por me apegar no que estava a me manter, a me segurar de minha vida,  os presentes que minha estrutura biológica possui uso o máximo que posso , para adiantar minha vida; daí uma crise inconseqüente de ansiedade me toma por responsabilidades todas que tenho comigo mesmo ao me  cobrar na minha existência fugaz.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meus dias são aqueles, teus. Meus pensamentos intersecção horas na tua pessoa, não sei até que ponto és, chatice ouço que é tua, e trato como se tu fosses detalhe de uma gama polidimensional que torno uni da minha vida que nem sei segurá-la por oras que toda minha experiência não resolve, me jogo no assoalho de um banheiro branco e fico a me perguntar a me perguntar, espero que minha estrutura neurológica responda, espero que minhas leituras sobre personalidade se apliquem com força e ora teus olhos, they calm down, they calm down? i am losing it. Calm.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nunca houve calma, mais uma inquietação hiperativa cercada de esperanças marcada de pensamentos rápidos, respirações perturbadas - tudo num momento em que o tudo parece cair sobre, como uma parede que antes achava que fosse proteção, desabando com força de me fazer alcançar o chão, batido, sangrando, em jugo, em trauma, daí, forças que procuro, e ora acho por amigos, e ora gostaria que fosse tu, me levanto em baques que credito sararem, sararam, sararão. A cura que procuro está em mim mesmo, a verdade que busco está em mim mesmo, por oras confundo contigo, com outros seres, com o abstracionismo da vida, mas está tudo em mim, queria colocar-te na minha vida para poder amar-te, amar sem medo dos relacionamentos todos complicados em quereres opostos, dispostos, gritantes, queria amar-te  na noite que fosse a qual me tivesse me chamado, eu estaria submisso ao teu beijo, a tua boca, ao teu toque, a tua pessoa, mesmo que o amanhã quisesse-nos longe, ali eu amaria, de todo o meu miocárdio-cérebro, de todo meu entendimento. Não tenho medo de ti.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma noite que seja, qualquer delas, em quem a sagacidade de meus pais não queria saber dos obscuros seres de minha alma, e só não quero nada, o convite que seja, I hate wait porque na minha vida faço o que posso na hora que quero e desejo esse querer, neste agora depende de ti, e eu não sei o que pensas e das palavras poucas que fala o todo reverbera em minhas proposições conseqüentes, vão voando alto em conseqüências-causas dos seres que se comunicam - tudo é um sinal sim. Every action, every action. E torno a ti torno-te minha tentativa de fazer da minha existência uma vida que soube reconhecer pessoas, olhares, risos, palavras, que simplesmente não desprezou pessoas que estavam por aí, tornando-me mais atencioso e disposto a arriscar no que quer que seja com vida, com alegria, com vida, dai em cobranças excessivas me ponho agora, em reflexões, ansiedades, preocupação, o que queres? O que queres? O que quero farei?No que depende de mim desabo-me em mim mesmo , a perfeição está longe mas é ela que ampara a minha existência fugaz.Just don’t have afraid to tell what you think or feel.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-6809122424799058977?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/6809122424799058977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=6809122424799058977' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/6809122424799058977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/6809122424799058977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2009/04/to.html' title='TO'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-5292782704213019508</id><published>2009-03-03T15:11:00.000-03:00</published><updated>2009-03-03T15:13:21.078-03:00</updated><title type='text'>Medschool-3</title><content type='html'>Eu sempre fui dividido entre ciência e a arte, duas áreas que para mim são refúgio, o descobrir da vida é tão intrínseco que nos andares perco-me com freqüência de ser achado pela vida, as idéias: formas; as ações: desinibições - que vão cercando um todo que com o tempo é lavado e sem notar já estamos num lugar em que negávamos no ontem, e o hoje é a própria negação nua e desnivelada de nossos medos. De como vou, pra onde vou, é tudo um misturado perturbado onde a crença do intuitivo com o calculismo do saber  geram, retomam em volante ágil no fazer disto vivência.&lt;br /&gt;Na medschool  vamos no ramo da ciência, as complicações da perturbação da homeostase são nossos focos, estruturas, funções e funcionamentos vão tomando conta de nossa vida de forma que esquecemos que ao menos somos um desses os quais estudamos, nossos livros se tornam nossos amigos, nossas escolhas são repensadas pela força que é a ciência dos seres humanos, e os nomes todos que fomos criando, descobrindo detalhes, aprimorando conhecimentos; vamos indo num ramo certo de fazer desses conhecimentos científicos salvação futura aos que precisam de ajuda, de trazer de volta a vida normal de seres que vivem. Mas a ciência está ali, às vezes me perguntava se valia a pena me fechar no campo científico. Se a arte não me faltaria nos desesperos meus corriqueiros, creditaria num livro bem escrito, eles estariam ali representantes dela. Meus planos foram se anulando ao ver que os livros  sim me acompanharia de todo, mas só os saberes certos dos cientistas, de todo, as letras todas sendo especificas no comunicar, objetivas no informar. Ciência.&lt;br /&gt;Os livros estão ali, na medschool só precisamos ler, entender, interpretar e repetir numa prova ou num seminário solto no meio da semana. A busca pelo saber é mais constante do as palavras poucas dos professores que tentam informar algo, mas os livros estão ali, seguros, salvos das informações impressas, disponíveis para qualquer  folheada digressiva ou de relembranças das informações perdidas, estão ali, concretos. Mas a prática vai se mostrando enrolada, nosso conhecimentos são tão aplicáveis que qualquer robô sairia satisfeito, completo, e curado; os nossos alvos, o bem-estar deles é muito mais do que drogas ingeridas em horas  certas ou conselhos de prevenção qualquer, ali, quando estamos a ouvir um ser comunicando sua dor , seu sofrimento, passa a incomodar, a insatisfação nos assola a ponto de não deixarmos que esse estado se propague, são nossos pacientes nus, sozinhos, acompanhados e solitários, infelizes, inconstantes, humanos que erram, contudo esforçados a melhorar;  outros jogados, desamparados, desacreditados de futuros, ali jogados pelo força do doer, em conseqüência biológica.&lt;br /&gt;Não queremos machucar, queremos ao máximo aliviar aquele peso que é estar se sentindo tão indisposto, e mal aconchegado, os nossos pacientes são aqueles aos quais o zelo  em solucionar  é mais forte que nossas limitações, ou às vezes cansaço de um dia e uma noite inteira de trabalho, são seres que respiram, não simplesmente como metabolismo orgânico evolucional, eles pensam, sentem, retrucam, debatem, querem se sair bem, querem viver o que podem, querem tentar, uns são parados pelo medo de continuar, porém  todos esses querendo viver.  O viver que corre em mim como prioritariamente ciência, tem se revelado muito mais em arte. A arte de tratar bem, a arte de curar, de cuidar, de ser a palavra no silêncio da vida, de ser o ombro para choro quando não há, de ser a resposta quando só restam dúvidas, de ser a calam quando só há desespero. O tudo é muito extenso, e o máximo que podemos fazer para que nos encaixemos é estarmos interligados uns aos outros, ajudando, sendo ajudados. A arte parece que me acompanhará até o fim da vida, uma complicada e emocionada arte de cuidar, em que os seres humanos mais são verdadeiros do que a exata, objetiva e calculista ciência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-5292782704213019508?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/5292782704213019508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=5292782704213019508' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/5292782704213019508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/5292782704213019508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2009/03/medschool-3.html' title='Medschool-3'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-1198744255201088005</id><published>2009-01-23T23:11:00.002-03:00</published><updated>2009-01-23T23:23:14.152-03:00</updated><title type='text'>E que a salvação venha...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family:&amp;quot;Franklin Gothic Medium&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-US"&gt;I thought that I could be save with it. Seeing you back, with your words again, you know? &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Franklin Gothic Medium&amp;quot;"&gt;Eu me encanto por ares que respirados não foram por meus pulmões encarnecidos, eu simplesmente paro um dia e me declaro sem força para ver se canalizo tudo o que chamam de vontade para ficar cercado em ti, um centro onde posso colocar energia, um momento de sonho todo enredado nos dias em que informação corrida toma conta dos contatos recorrentes, e talvez isso me falte, os contatos recorrentes perdidos no amanhã incerto das vontades guiadas pelas substâncias, as quais creditamos sensações, as quais creditamos verdadeiras. Eu queria fazer de ti um pedaço de mim, numa singelidez, daqueles em que os sorrisos prendem-se nos rostos por nostalgias das lembranças que foram o tempo corrido. Safe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Franklin Gothic Medium&amp;quot;"&gt;Salvação recorre-me em líquidos que são confundidos com meu sangue que de quente é frio, eu corro perigo algum? Eu corro esse perigo?&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;O que é o desejar, hein? De uma forma procuro uma salvação que é achada em mim, e fazer do meu destino escolha certa que resultará em bem, assim podendo chegar ao objetivo supremo - the happyness.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Franklin Gothic Medium&amp;quot;"&gt;Salvação que coloquei te encaixado como numa estante de livros, todos tão essencias organizados para conhecimento do viver, conhecimento utilizável, e vou criando uma dependência dessa vivencia organizada em estantes livradas, fichadas, resumidas, resenhadas, dissertada, narradas, descritas. Ali, que agora me mexo em objetivo de por o livro no lugar, é este, mexo-me esperançoso, com graça de colocá-lo junto, eu gosto muito do livro, eu tento lê-lo, suas páginas são escassas, mas vou juntando-as, o vento tenta desordená-las, mas vou organizando, eu vou ajeitando e fazendo dessa acasualidade um livro, porque interpreto dessa forma, olho emocionado, gostaria muito de ter no meio dos meus amados livros, deles fiz a mim, e continuo a pesquisar, és um que gostaria, minha estante será diferente após, quero rir lendo, quero descobrir, perscrutar, saber, valer, um livro. Minha salvação vem disso, das substâncias que encontro, do que faço com os ares a serem respirados, dos contatos que procuro, do que faço com esses livros - como os quero, como os amo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-1198744255201088005?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/1198744255201088005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=1198744255201088005' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1198744255201088005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1198744255201088005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2009/01/e-que-salvao-venha.html' title='E que a salvação venha...'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-7964582599540731028</id><published>2009-01-21T14:58:00.002-03:00</published><updated>2009-01-21T15:03:24.065-03:00</updated><title type='text'>"(...)Parte(...)"</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 204, 204); font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 13px; line-height: 20px; "&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 54pt; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;text-indent:54.0pt;line-height:16.75pt"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;"(...)Minha felicidade tem sido construída nessa pequenez que é admirar o mínimo, e, por não falar, grandeza, mas de vez em quando me pego olhando na janela com riso farto na cara, bem farto e sincero. E ora falo comigo em segredo sonso das alegrias, fico sorrindo, tenho sorrido muito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;text-indent:54.0pt;line-height:16.75pt"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Eu sinto-me privilegiado por ser vivente aqui, por viver num espaço que humanos comunicam, interagem. É um júbilo singelo. Gostaria de te dar o que é essa indefinição escrita. Eu me alegro contigo – com sinceridade que no início desconfiava por medo. Daqui a pouco não me comunicarei com tanta freqüência, talvez fechado por recluso da realidade. Mas que deixe aqui o júbilo que é estar falando a ti, estar sendo ouvido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;text-indent:54.0pt;line-height:16.75pt"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Todas as tuas palavras foram como meu refrigério – todas, até aquelas cobradas da educação, recorrente. Eu amo as palavras, por saber que há intenções nelas, eu as amo com coração humano sem medo de ser ferido. O simples " (...) ” cutucou-me em curiosidade de conhecer  tua personalidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;text-indent:54.0pt;line-height:16.75pt"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;De sinceridade fiz o que tenho feito. E deixo o medo de fora, deixo como medida profilática da desgraça. Singelidez que eu tomei nesta situação, calmaria que é admirar a tarde depois disso. Admiro. Admiro a ti. Vives tua vida nas tuas idéias próprias de ser. Isso me acalmou, isso me reclusou  a ti.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;text-indent:54.0pt;line-height:16.75pt"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Eu pensava que pelo vestibular esqueceria de tudo. Mas o resultado me alegrou menos que teu parabéns. Coloriu minha cinza vitória. Coloriu com cores quentes as quis marcam os intervalos de chuva do verão daqui. Eu gosto no nublado farto e as eventuais cores quentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;text-indent:54.0pt;line-height:16.75pt"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Desculpa culpar-te pela minha felicidade sincera, eu estou sorrindo em nostalgia enquanto corro as letras sobre este papel. Faço questão de escrever e só escrevo quando sei que descobertas farei sobre o mundo e vida. Penso tempos, gosto de fazer trabalhos de sensações estilizadas e reais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;text-indent:54.0pt;line-height:16.75pt"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Eu espero que pedaços venham dessa maluca idéia que é comunicação e a aprendizagem, e esta seja robusta em lições inesquecivelmente fortes. Desejo-te felicidade e alegria sempre, como quem deseja estar perto das pessoas que ama, da pessoa que ama."&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-7964582599540731028?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/7964582599540731028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=7964582599540731028' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7964582599540731028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7964582599540731028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2009/01/parte.html' title='&quot;(...)Parte(...)&quot;'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-8367985985167824102</id><published>2009-01-10T22:03:00.001-03:00</published><updated>2009-01-10T23:41:28.286-03:00</updated><title type='text'>Somos o que queremos ser, temos o que queremos ter</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:54.0pt"&gt;Somos o que queremos ser porque o tudo é nada, e este só é algo quando interpretado de acordo com objetivos específicos nossos. O ter é conseqüência do ser.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;O processo de criação é longo e necessário. Saber o que querer é uma das mais importantes noções de consciência que se deve ter, pois sabendo exatamente o que se quer pode, a partir dessa perspectiva, organizar o tudo de acordo com o necessário discorrer em relação ao ser e depois ter.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:54.0pt"&gt;A borboleta é o que é porque soube aproveitar os recursos necessários para chegar em lagarta e depois de fazer seu casulo se esforçar em metamorfosear e sair do casulo como borboleta. Ela soube fazer do simples fato de estar em concordância com suas necessidades e fazer delas verdadeira em seus objetivos. É um processo natural que a natureza coloca-se. Às vezes não se sabe o que se quer, a cultura modela a pessoa que sem consciência nesse deixar ir, e, sem saber, vive algo aleatório que acaba em nada. As ações revelam o querer.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:54.0pt"&gt;O processo de criação é algo maravilhoso que cerca a cada instante, a todo o momento é criado mais e mais, e muitas vezes, como dito anteriormente sem consciência, chame a consciência. Fazer deste algo que se quer é o verdadeiro ponto. Saber ver o tudo com descrição e atenção é mais uma forma de tornar real cada vez mais o que se quer, e ir transformando o nada de tudo em algo - &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;fazendo dos elementos criação necessários, o tudo está aí, o tudo sempre esteve e sempre estará em concordância com o que se quer.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:54.0pt"&gt;Ao ser, a criação passa a ser como um rio que correr por força própria distendida sobre o leito, numa normalidade própria do realizar e fazer. O ter é uma conseqüência filha específica de ser. O parecer é uma imagem criada, como num espelho, o ser é estar na frente do espelho e o ter é a capacidade de poder distinguir o ser do parecer, a prova viva do possuir. &lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US"&gt;But the real point is: What do we want to be?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-8367985985167824102?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/8367985985167824102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=8367985985167824102' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/8367985985167824102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/8367985985167824102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2009/01/somos-o-que-queremos-ser-temos-o-que.html' title='Somos o que queremos ser, temos o que queremos ter'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-7994955662858035620</id><published>2009-01-02T08:08:00.003-03:00</published><updated>2009-01-02T08:17:40.684-03:00</updated><title type='text'>E que tenha decisão...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(204, 204, 204);   line-height: 20px;font-family:'Trebuchet MS';font-size:13px;"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;Eu não quero falar sobre, eu quero fechar-me sobre um casulo que me desenvolvo enquanto me preparo para o que mais tarde virá, e num silêncio - deixar-me sentir o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_0"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt;refrigério&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt;-, que reproduzo, e ela também o faz agora, fechar-me, sem palavras, sem discurso, eu quero me calar enquanto o ano não acaba, e ver se fico por ai, com uns demais. Eu tentei em ti, eu procurei-te, achei-te, e agora me questiono - teu silêncio me intriga, me aflige o coração como uma ofensa em que me ponho no chão humilhado, esperando para me levantar; se estais, se estais -  o que importa - gosto, amo ,as felicidades alheias, só fico ainda num silêncio, eu quero calar todo pensamento sobre ti, toda lembrança, rarefeita que pouco interagi, quero livrar-me rapidamente, como quem se fere ao cair e rasga o joelho em sangue, eu tiro o curativo previamente, para sarar mais rápido. Caí? Fui de cara no chão e me feri? Com sangue melei-me?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt; font-family:Georgia;color:black"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;Um&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt;refrigério&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt;tenta passar sobre mim, e lavar minhas agonias, um&lt;span id="SPELLING_ERROR_2"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;refrigério&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;tardio dos dias quentes, que acalmam as inquietações do amanhã, ele está aqui, em iminência, é daqueles que deixamos fluir como em solução, que leva o que queríamos longe a tempos, está aqui, enquanto falo, está quando estou pronto a dormir, um&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_3"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt;refrigério&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;eminente, um&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_4"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt;refrigério&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt;eminente - queria quebrar esse estado estático, em dinamismos completar a função básica da&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_5"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;ação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;que em ciclo se repetem enquanto vivo - há duas opções, - ou o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_6"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;refrigério&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;me atinge e com força , em vento que arrasta mancha -  levarás para longe  ansiedade do esperar, e escorrer como as águas dos rios que correm nos dias de chuva, numa corrente avivada, que de barulho bate nos ouvidos atentos, e de cristalina basta ao reflexo da luz, o cheiro exala forte por dentro, um início que tudo se põe, a seca foi, o rio aumentou, o volume, estará a pouco no mar percorrendo diferentes águas, aquelas que de surpresas terão mais e mais, os diversos seres, e dali encontrará tanto que se das águas passadas dependesse, nem estaria ali, uma lembrança das margens estreitas, agora há o mar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt; font-family:Georgia;color:black"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;Ou empurro o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_7"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt;refrigério&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;, deixo que volte a seu lugar de origem, e encontro a satisfação do realizar, mesmo sobre a ameaça do tédio, que indisponível se põe no começo, mas arrisco com coragem de fazer-te parte minha enquanto vivo, e o viver infere a &lt;span id="SPELLING_ERROR_8"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;idéia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;de tentar, tentar abandonar o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_9"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;refrigério&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;por uma experiência pequena , ou outra de dimensão escolhida tua, com tua boca teu cheiro e pele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_10"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt;Faço&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;-o porque acredito em ti, as iminências são minhas amigas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_11"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;protetoras&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt;, eu chamo-as em choro enquanto a noite não chega, e em papéis, os quais me ouvem, aparam as lágrimas enquanto amigas minhas não chegam, num tempo marcado pelos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_12"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;enquantos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;do esperar a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_13"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt;conseqüência&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;, tentado da causa, eu ponho-me desse jeito. Oh&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_14"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;refrigério&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;que atinges a melancolia que se alastra sobre meu ser, o qual se põe sobre os risco, eu quero,&lt;span id="SPELLING_ERROR_15"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;refrigério&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt;, que sejas a minha cura dos amores que crio, eu quero que leves as lembranças, estão aqui nessa caixinha guardada, todos os pertences, e os&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_16"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;adjetivos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt;, e as&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_17"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;idéias&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;que empreguei, guardado está para ti, se lavas que me lave meu ser dentro de um riacho que corre rápido e em vestes brancas que balançam sobre a correnteza interior seja levada agora, seja tirada,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_18"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;refrigério&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;Mas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_19"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt;refrigério&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;, eu em cara de pena e dor olho-te, vale a pena deixar ir, o  &lt;span id="SPELLING_ERROR_20"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt;refrigério&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;? Vale a pena deixar-me lavar, eu estou de pés molhados, pronto para entrar, vale a pena deixar que os cheiros esvaiam-se? Deveria continuar lutando ou deixar-me flutuando ser parte da água? E as lágrimas escorrem do meu rosto, e aproximas-te em brisa calma, e sopro sinto sobre meu rosto, digo estais aqui, vives apor aqui, o dias está claro, as águas correm geladas, e os ventos em sons avisam-me que estais aqui, e mais,  buscarás-me, e eu estou na beira do rio, atendeste meu chamado, mas se ela aparecer por aqui, eu provavelmente agradecerei tua atenção, irei junto com ela, por um segundo estarei a andar pelas florestas que de vastas têm árvores que são a forma viva do teu passo, eu ainda te ouvirei e sei que estarás aqui quando precisar. Devo por esperar ela? Devo esperar por ela,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_21"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;refrigério&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;color:black"&gt;? Tuas mãos correrão suaves sobre minhas vestes, e sentirei um peso sair do meu corpo, e a correnteza disputará contigo enquanto lavas-me, depois tuas mãos finas não seguraram mais meu corpo e serei, em velocidade de águas fortes, carregado para o lá.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; color:black"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span class="apple-tab-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:black;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language: AR-SA"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:black;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language: AR-SA"&gt;Ou me abraçarás no escuro, beija-me seguro, nos lábios que não conhecem, dos bens que desejo, nos dias que paro minha vida&lt;span id="SPELLING_ERROR_22"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:black;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language: AR-SA"&gt;capitalistamente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language:PT-BR; mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:black;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language: AR-SA"&gt;corrida e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language:PT-BR; mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_23"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language:PT-BR; mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;planejada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:11.5pt;font-family:Georgia; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:black;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language: AR-SA"&gt;, abraça-me com força da juventude que passa sem percebemos, junta-me para perto do teu corpo quente de sangue vivo e firme, aqui, numa noite que seja, abraça-me, beija-me, não peço que me ames, de amor o tempo sabe mais que nossas cabeças voantes, não é nada mais que seja o momento do tocar-se em vontades, mesmo sobre a ameaça do tédio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-7994955662858035620?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/7994955662858035620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=7994955662858035620' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7994955662858035620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7994955662858035620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2009/01/e-que-tenha-diciso.html' title='E que tenha decisão...'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-4657285987418630732</id><published>2008-12-18T21:18:00.000-03:00</published><updated>2008-12-18T21:20:27.073-03:00</updated><title type='text'>Lá fora</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Um rumor.Surge exagerada do lado de fora, uma forte impressão mata as idéias organizadas. Queria sair ou talvez paz serena distendida entre os dedos de uma mão segura. Querendo, até a vontade se pôs em vozes altas nos corações sensíveis. Vêm ao fogo as idéias projetadas e mostre-as à realidade nua que é o fora e os rumores. Mostre-me as mãos sujas até porque , talvez, estejam sujas de vergonhas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; As decepções. Nuas como corpo desnudo e peludo de um ser humano qualquer, e que detalhes sejam vistos por todos, há pêlos, pelos os orifícios circundam, e numa mancha que quer cada vez mais ficar preta, vejam as partes.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; Levanta-se o homem, que no meio do improvável prove que faz sua própria história e mostre, junto com a experiência, a vergonha lançada da covardia. E que levante no dia claro para que se veja e os olhos produzam em si reflexo inspiratório e &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;faça nos seres humanos reflexão do que querem e como querem.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Os colos são muitos e a qualquer hora lágrima corre dos globos que são inseguros, que seja longe a indagação da dúvida derrubadora feita nos corações errantes.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; Cobram-se, as expectativas que em vozes agudas falam do futuro e, em vozes graves, colocam o presente contra o tempo. Teu momento é outro, onde te pegas solto, não vejas o que passa no agora o qual estar a passar, o ver é belo, o trabalhar é gratificoso, tomas o que teu é e tomas-te como próprio ser que foste ontem e faz no hoje para o amanhã.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Os ventos sopram forte do lado de fora, alma canta em olhos vermelhos, minha calma foi porque os tempos agora mudaram? Cadê eu depois de tudo sonhado? Cadê eu depois do tudo vivido?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; Rebenta os tempos e a casa voa como folha no meio de uma tempestade. Desfazer-me em prantos de choros profundos? O interior dói na desesperança do desacredita-se. A quem correrei se o feito é construído por quem chora em vez de viver?&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; O Tudo é difícil e nunca ninguém falou que seria pré-visto por um guru adivinhoso do amanhã disposto. M um star sempre haverá o que se passa em degraus que desacreditamos nosso, mas por proporção natural nos acerta como quem quer ensinar que o hoje deve ser levado a sério e evoluído no agora.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Alguns diriam como fatores que selecionam, mas mais serve os dias que são, por si só, resquício do ontem que não nos pode ensinar tudo, ou talvez a certeza que de indiferente e indisposto espera por alguém que a tenha como posse dos que apesar dos rumores e decepções ainda acreditam que viver é lutar no incerto e inseguro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-4657285987418630732?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/4657285987418630732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=4657285987418630732' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/4657285987418630732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/4657285987418630732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/12/l-fora.html' title='Lá fora'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-4354016028133375436</id><published>2008-12-13T00:30:00.002-03:00</published><updated>2008-12-13T00:39:41.614-03:00</updated><title type='text'>O medo de errar</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;O sucesso, como conquista que é conseguida com esforço necessário, particular de cada um, é um advento que enche-nos de alegria. Queremos tanto aquilo que desejamos, nos vemos outros em posse daquilo que sonhamos, chegamos a querer tanto que até sonhamos com o futuro. E, no decorrer de todo o processo, nos deparamos com o passado que parece não estar tão longe, e dos fracassos que dão a impressão de circundante presença. Estamos em um novo desafio, mas nos questionamos se novo este é. E, a partir daí, perdemos certezas, calamos as vitórias - ficamos com medo de errar.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;O medo é uma sombra que persegue as ações iminentes, uma sombra escura que tenta confundir-nos do que realmente é a luz, a realidade que se apresenta serenamente. Algo que nos tira a razão desemocionada das coisas. Errar é algo humano e normal, com erros se aprende tanto, sabemos quais são nossas fraquezas e assim podemos mudá-las e fazer de nós mesmo seres maiores, mas superiores de que o de antes, o de ontem. Quando unimos essas duas componentes que nem ao menos tem semelhança ou natureza derivada, acabamos por fechar o que poderia ser a nossa vitória triunfante.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas o ano foi árduo, foram horas e horas destinadas a assimilação de conteúdos que são fáceis e facilmente cobrados - estamos diante da hora exata de fazer dos planos realidade viva da expectativa. Acreditamos. Sim. Nossos talentos e esforços, cada qual com seu, serão revelados num teste o qual nem ao menos mostra nosso total potencial. Estamos no momento crucial - naquele no qual questionamos quem somos, e o que conseguiremos ter.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas peço que o medo não seja o acompanhante nosso no dia da prova, que não deixemos que as incertezas sejam nossas verdades. Nossa mente cria tudo o que nos cerca, nossa mente certamente é a nossa maior auxiliadora, e é ela mesma que mostrará memória fora, que fará que cada detalhe necessário brote com fluente. Não podemos nos tolher e deixar que o medo de errar cerque-nos como se não tivéssemos escolha de colocar sentimentos negativos para longe.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Os dias continuam desafiosos, a vida continua um todo indefinível que nos predispomos diariamente. Viver é correr riscos, corremos o risco de amar e não sermos amados, de dar e não recebermos, de sorrir e não receber sorriso. Os desafios são nossos riscos, que fazem com que nos sintamos vivos, pulsantes para nossos objetivos. O sucesso é um prêmio que buscamos tão arduamente, riscos. É por isso que não é hora para deixar que o medo de errar tome conta de nós e sabote os nossos resultados. Deixemos os medos nas ilusões tortas e sem sentidos deles, que todos vão para o lugar longe das desmedidas escolhas e das desequilibradas atitudes, que, então, respiremos profundamente o ar limpo das idéias claras, e que flua como numa torrente exarcebada de um riacho cristalino na úmida manhã, barulhando contra as pedras, ressoando sobre a floresta silenciosa. Não é tempo para ter medo de errar nem se preocupar, mas deixar correr, fluir, levar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-4354016028133375436?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/4354016028133375436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=4354016028133375436' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/4354016028133375436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/4354016028133375436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/12/o-medo-de-errar.html' title='O medo de errar'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-7794440275093878294</id><published>2008-11-15T13:09:00.000-03:00</published><updated>2008-11-15T13:27:37.491-03:00</updated><title type='text'>Palavras a alguns</title><content type='html'>"Eu nem sei o que falar - porque parece que a predisposição cala-me, é como se as palavras já tivessem sido antes cantadas. Dos pressupostos tiro as minhas conclusões , e nem ao certo sei se dizem muito, mas uma parte grande já, em demonstração, alude: pessoas assim podem desaparecer, mudar de cidades, ir e não voltar avisadamente, mas fica aquela impressão que a presença delas fez tanta diferença na realidade que passamos a sentir saudade das vozes em forte som, dos riso histéricos a ponto de chegarmos ouvir na calada consciência, toda lembrança relacionada, cada som, cada imagem - tudo se converte numa saudade que aconchega por dentro num deleite fagueiro, se elas pudessem estar ali já faria toda a diferença, e que a felicidade persiga essa pessoas - que a alegria, então, te persiga."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"E tem sorriso mais sincero?É o sorriso da libedade de estar no mundo em que os limites são depostos com força do caracter e do esforço, um sorriso que transpassa,Não, era eu vendo, O sorriso pode dizer muito mais, ir até, profundamente deixar esperança de alguém que passa, corre, cai, levanta, anda ,continua, os sorrisos põe em mim essa impressão vasta do que é ir em frente e não parar, os sorriso vivos, alegremente sinceros como os teus."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tem tanto dentro de mim. Minhas lembrnaças estão todos os dias, meus sentidos mostram-se tão efetivamente , basta ver - um mundo se interpõe sobre minha racionalidade, e são pessoas as quais amo que vejo, e assim que o faço meus olhos enchem-se de lágrimas, são verdadeiras, são tuas. A falta bate-me, e por aqui teu sentir é outro - lembro-me das tardes calmas, das conversas boas, dos risos eternos, aquilo marcou-me em uma marca que nem o tempo tirará - amo-te com alegria de poder conhecer alguém assim na vida, amo-te como quem não sabe o que é amor mas sente um caloroso sentimento no peito, amo-te como quem tenta viver a vida e sabe que esta é feita de pessoas ímpares com tu!"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-7794440275093878294?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/7794440275093878294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=7794440275093878294' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7794440275093878294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7794440275093878294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/11/palavras-alguns.html' title='Palavras a alguns'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-7556269547229768553</id><published>2008-11-10T18:38:00.000-03:00</published><updated>2008-11-10T18:39:51.329-03:00</updated><title type='text'>O pedido</title><content type='html'>Na cidade os ares mudavam. Os dias estavam ficando mais frios, as noites tornando-se melhores bem dormidas em cobertores grossos, e o ano findando. Era a expectativa de pôr nesse período as expectativas daquilo que não se conseguiu durante o todo, um momento único, em que se pode deixar de perceber tanto e simplesmente receber ou dar. As cores enchem a cidade, as luzes amarelas piscam em euforia de trazer o aconchego e a excitação de se estar mais próximo, mais o vermelho, mais o dourado, mais o verde, mais os pinheiros. Os centros estão belos, os lixos se escondem no meio da multidão, ou talvez os focos que as luzes trazem as vistas façam, disfarçam, as sujeitas rotineiramente encontradas nas ruas. Músicas tocam, ainda no tom fagueiro, era hora de dar, é hora de receber, e como são bonitos os presentes que vejo daqui, queria aquele que carrinho verde que brilha quando anda, Aquela boneca da minha altura, que vou poder vestir com minhas roupas, ou  até usar as roupas delas, A bicicleta está bem pintada, o vermelho, minha cor preferida, ela ta toda de vermelho, As casinhas estão cheias de coisinhas por dentro, a cozinha tem demais de panelas e comidinhas, nos quartos as camas, tem luzes, acende luzes por toda a casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acendeu a luz da grande, grande árvore, todos correm para perto, é a primeira vez que se mostra a constantemente renovada arvore, esse ano ela está perfeitamente bem cheia de luzes, de vez em quando aparecem alguns enfeites que estão escondidos, apagaram a luz de tudo, só se ver o brilho esbranquiçado das luzes que piscam, os olhos estão cheios de esperança talvez, olha, o ano está terminando, nem sei ao certo se vou conseguir pagar as contas pra poder dar pro meu filho o brinquedo preferido dele, Os preços estão altos, a ceia vai ser muito cara, acho que esse ano não vou reunir na minha casa, nem quero ser mesmo palco daquela hipocrisia, queria mesmo era passar sozinho com meu filho, Minha filha quer tanto aquela boneca, acho que deixo de compra um celular novo pra dar pra ela, ela vai ficar tão feliz em recebê-la, os olhos vão brilhar, que vou ficar até emocionada. Ligaram-se as luzes, como num aviso que os acordavam para a vida, é hora de comprar, venha comprar, venha comprar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, enquanto todos dispersam, ali no meio fica uma menina, ela ainda não desgrudou os olhos da árvore, muitos vão partindo, liberando os espaços, outros ainda querem ver, e mais outros se desconcentram, as lojas estão cheia, e é hora de ir em frente a gastar o crédito que o cartão ainda pode dar. Mas ela ainda continua lá de olhos atentos, de coração puro, era bonito ver as luzes, era bonito ver a grandiosidade da árvore, talvez só no pólo norte que nasce esse tipo de arvore, porque aqui nunca vejo, não dá por aqui não. A mãe aparece ralhando, Bora menina, quase que te perco de vista, não faz mais isso, olha, Eu tava vendo a arvore, mãe. Bora pra casa, bora pra casa, Mas agente não vai comprar, Mas eu não sei o com o que, tens dinheiro, pensa que dinheiro nasce em arvore, arvore de natal, mal me dou conta das despesas de casa, a criança não disse nada, na saída do local, olhou pra trás com olhar esperançoso, como era bom estar ali e sentir o cheiro do novo, o cheiro de poder comprar, de estar mais perto de um lindo presente, e os olhos esperançosos foram relance do olhar da mãe, se gostaria de dar a filha o presente perfeito de natal ali mesmo ele se aguçou, e um corte que marcou o coração ainda que duro da mãe, parece que ela própria revivia a infância, Meus pais não deram a mínima pro que eu desejava, deixaram passar, mal conselhos eu recebei, só falavam pra não ser uma puta da vida, como se eu fosse resumida a desejos sexuais e que minha perspectiva de vida fosse casar, fui dar ouvidos a eles, to aqui, repetindo esse ciclo vergonhoso que é querer e não poder, agora tenho filha que deseja também  e não posso dar nada , queria ter ,sim, filha, se pudesse te daria tudo o que pedisse , sem dor de gastar, Pede pra papai Noel, pede pra ele, talvez ele venha por aqui, mesmo que aqui cidade seja quente, e o mundo grande, talvez ele tenha tempo de passar por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela não sabia o que pedir, era tanto e em tanto de imaginação se pôs, e se seu pequeno quarto estivesse cheio dos brinquedos que mais sonhava? Aqueles em que poderia passar o ano inteiro , horas e horas, em brincadeiras. Eram tantos, São muitos papai Noel, aquela boneca tão fofinha, eu queria ter aquela, se pudesses me dar, e também outras mais, muitas e muitas bonecas, não , sei ainda não vou fazer meu pedido. Mas o quarto simples já dizia tudo o que queria ouvir da pequena garota, era uma cama quebrada, uma pentiadeirazinha que mal dava pra colocar coisinhas, nem um guarda roupa tinha, as roupas eram organizadas em montinhos no canto do quarto, as noites estavam frias, dormia com a mãe, era seguro, era o único quarto. Depois de pensar no que gostaria de receber olhando pro teto, foi à cozinha que era logo após a porta do quarto, servia de sala assim como servia de cozinha, encontrou a mãe sentada na mesa, a cara inchada, cheia de preocupação, estava calada, em olhar fixo e indiferente, O que foi mamãe, ela gostaria de ouvir um desapontamento da própria mão por não poder dar o que gostaria,  Mamãe não tem nada pra dar hoje, filha, mamãe, não tem como te dar comida, ta, A criança não entendeu de começo, mas ao se afastar  começou a ouvir soluços da mãe, e então pode sentir que algo de errado nisso, ficou com dó, foi pro quarto e na cama deitou, com o estômago reclamando deitou e adormeceu em pouco tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi acordada pela mãe de manhã, Bora filha, a gente vai voltar lá, se encheu de esperança a menina, talvez a mãe agora poderia repensar e dar um brinquedinho que fosse, ela ficaria feliz, e cheia de expectativa começou a se arrumar, depois de banhos e preparos, roupa vestida saíram, foram andando,  e enquanto chegavam perto do centro já se ouvia as musiquinhas, já se via o brilhar das luzinhas, e várias vitrines foram se aproximando, mais cheia de renovo a criança ficava, cheia de esperança ,Mamãe hoje vai me dar meu presente, ela vai comprar sim. Senhor, o senhor poderia me dar um trocado, eu estou sem emprego, tenho essa filhinha pequena, to sem comer, nem café eu ainda dei pra ela, se você puder me entender, sabe como é não ter o que dar pra minha filha comida, por favor, me ajude, viravam a cara, mas era natal, Senhor, o senhor poderia me dar um trocado, eu estou sem emprego..., os que paravam olhavam para a menina, os olhos eram esperançosos, outros de pena, uns riam pra ela, outros riam enquanto davam, outros passavam e nem olhavam, tratavam-nas como ser fossem um vazio transparente, ou um mosquito perturbador, outros cheios da verdade falavam ‘vai trabalhar sua vagabunda, fica usando a filha pra ganhar dinheiro’, e saíam andando, conseguiram um trocado, puderam entrar numa lanchonete simples e comprar um refrigerante com um pequeno salgado e matar a fome do inicio do dia, a mãe pegou o salgado partiu no meio, e foi comendo observando a filha comer com calma, parece que não reclamava e nada ,comia devagar e de vez em quando lançava um olhar e ria pra mãe, dividiram também o refrigerante, e saíram, foram andando e a mãe continuando a pedir algum trocado dos passeantes, a menina alternava em ver a cara da mãe de desgosto e desespero e a vitrine das lojas, ora a mãe atenuava  a dor do desespero quando davam-na algum dinheiro, ora a vitrine parecia mais bonita.Voltaram ao local da grande arvore, a mãe deixou a filha e ficou andando pelo lugar, oferecendo-se para emprego em algum cargo, pediam um tal de ensino médio, mas  mal tinha se alfabetizado, ai encrencavam, Não, não contrataremos que não tem ensino médio, mas a menina estava olhando a árvore, imaginando como trouxeram-na lá do pólo norte, talvez demoraram meses, Papai Noel, eu nem o que pedir papai Noel, Papai Noel, Papai Noel, Papai Noel, e ficou repetindo como se pudesse colocar toda a esperança, pediu, pediu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe voltou calada, estava triste e a menina percebia a melancolia da mãe, foram pra casa sem um trocado bom, não dava para comer nada de novo á noite, mal dava para o transporte, ninguém quis aceitá-la em lugar nenhum, mais tristeza enchia a mãe ao avançar em direção a casa e saber que lá não terá nada, a não ser os pequenos cômodos que mal dar pra se viver, e a menina ficou triste também em ver a mãe de mãos vazias, cadê meu presente perguntava pra si mesma. Chegou em casa, estava cansada, depois de se trocar, foi á cozinha a mãe estava de novo lá, se remoendo em choros, voltou ao quarto com fome, olhou para o teto, papai Noel, dá pra mamãe dinheiro pra que ela não chore mais, pra que ela não fique triste durante o dia, pra que ela não grite, dá dinheiro pra ela papai Noel, pra que ela possa ficar melhor, dá pra mamãe primeiro depois , ano que vem, dá um presente pra mim eu dou pra mamãe o meu presente, esquece o que eu disse, olha a mamãe como ela tá chorado lá na cozinha, toda a  noite é assim ,e não quero ver mais minha mãe chorando, papai Noel. E foi adormecendo e adormecendo e adormecendo na noite fria, na cidade das luzes que piscam, das músicas que tocam.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-7556269547229768553?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/7556269547229768553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=7556269547229768553' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7556269547229768553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7556269547229768553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/11/o-pedido.html' title='O pedido'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-7491756927450868454</id><published>2008-10-19T00:53:00.000-03:00</published><updated>2008-10-19T00:55:37.062-03:00</updated><title type='text'>Voando em tempo</title><content type='html'>Voei. Achado foi o tempo. Era hora de ver o que estava ao meu lado, as coisas na vida passam inconseqüentemente, parece que os dias correm e levam a consciência daqueles que se pões sobre o cargo pesado do destino, mas nesse vôo era já momento de enxergar - vê tua, vê logo como estas , novamente não te pões em tanto desafazer, levanta tua ordem no meio dessa guerra infindável, és mais um, e o provavelmente é maior naqueles que se deixam levar. Antes que as luzes sejam terminantemente apagadas e brilho algum não se veja mais, levanta e faz, do que refletes, uma luz que dói aos olhos negros, que expulsa a escuridão rodeante - as luzes ainda se esgotam, e se esgotaram aqui nesse meio de seres que vivem para completar ciclos de substâncias e átomos que vão e voltam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deitou-me de costas, depois de um tempo avistava o céu - eloqüência bem que te mostras num céu mesmo que escuro, as estrelas parecem que são nulas, queria mesmo é que fosses meu, assim como quero que os meus sejam teus e que de nossos esforços sejam formados na magnitude do que é viver e fazer do vazio um quadro negro de pontos brilhantes - levanto-me, teus planos foram anos e anos nesse estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais um nasce, e choro logo ouço enquanto converso contigo, porque não pára nada, mesmo que pudesse dar fim ao corrido, ali logo se formaria outro mostrar, não se pára , e parece que o tempo me pressiona, não há espaço para momentos pequenos, não há hora para enrolação - o próprio tempo me ensina que o ir é uma impressão que só pode ser lembrada e que o viver uma memória do que se pode fazer no ir passageiro. Às vezes me ponho numa cilada que eu mesmo invento, e choro pelos medos que cercam nessa armadilha brusca- -fecho os olhos, não consigo pensar - vem-me a consciência - medo e cilada que invento, criação torta que me faz desviver o ir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já era tempo de ver, ou seria atropelado pelas correntes da vida que transpassam sem dizer licença - meus dias, meu tempo acompanha a lembrança do ir, minha vida é mais uma impressão, meus momentos são mais uns que precisam ser vividos. Meu voar é mais uma luta que desfaço e faço no decorrer do ferir e ser ferido, no estar em ação e no viver em inação. Mais parece que a vida é uma impressão, num molde que crio para fazer da vivência uma forma provada de que não sou somente matéria que vai e volta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-7491756927450868454?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/7491756927450868454/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=7491756927450868454' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7491756927450868454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7491756927450868454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/10/voando-em-tempo.html' title='Voando em tempo'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-5064479732568655055</id><published>2008-10-15T11:41:00.000-03:00</published><updated>2008-10-15T11:42:31.498-03:00</updated><title type='text'>Porque não sai comigo?</title><content type='html'>&lt;div&gt;Tu pegas o que tu tens vivido no teu pensamento. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Às vezes os humanos se enganam , &lt;/div&gt;&lt;div&gt;inventam histórias, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;mascaram-se para não parecerem diferentes demais - &lt;/div&gt;&lt;div&gt;mas no teu caso não há nada de diferente, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;há outras e mais outras libertas de si mesmas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enconde-te por detrás do teu riso, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;tentas disfarçar a vestimenta por detrás do uniforme, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;mas um pedaço eu consigo enxergar daqui, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;e todos vêem. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Renegam. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dói aos olhos e as mentes pensar que estais num mundo tão obscuro, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;tão solitário e perdido. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entraste no mundo cedo, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;eu bem sei, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;e  lá colocas tuas experiências passadas, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;podes viver aquilo o que não podes aqui. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A sociedade é outra, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;estás presa aqui fora, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;estás perdida aqui. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não tiveste medo de ir lá, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;mas tens medo de sair com todas as tuas vivencias e nem te culpo - &lt;/div&gt;&lt;div&gt;tu sabes viver sobre os pedidos de outros, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;sabes colher inferências das vozes, dos olhos, das ações, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;não te culpo porque tua responsabilidade com a sociedade é grande, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;não vives tua vida em parte, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;tentas fazê-la como querem e fazes bem, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;assim como tens entrado lá. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas saiba de começo: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;caso queira fugir dali, sair de lá, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;talvez encontre-me como guardião de alguém que é novo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aqui fora, nada soa tão bom, tão satisfatório, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;aqui querem tanto, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;chegam a te cobrar e te reprimir. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cuidado, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;não sai da lá só, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;aproveita enquanto estou aqui, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;na saída olhando, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;esperando que cada sombra seja tua,  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;e os sons  já estão me perturbando, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;não espera a universidade, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;talvez nem ali possas viver o que queres. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tens medo, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;entendo, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;mas entendes também - &lt;/div&gt;&lt;div&gt;o medo é um hábito, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;ele te impede de riscos,&lt;/div&gt;&lt;div&gt; e quanto maiores forem as conquistas, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;maiores os são - &lt;/div&gt;&lt;div&gt;não te priva, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;não te pára, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;assume teu risco, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;se não para toda a sociedade, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;mas para mim. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Comigo não haverá problema.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-5064479732568655055?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/5064479732568655055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=5064479732568655055' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/5064479732568655055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/5064479732568655055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/10/porque-no-sai-comigo.html' title='Porque não sai comigo?'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-2808940304782733876</id><published>2008-10-04T21:53:00.000-03:00</published><updated>2008-10-04T21:56:40.274-03:00</updated><title type='text'>A primeira</title><content type='html'>Num ato inconseqüente que fazia, numa imediatilidade que tinha, foi a quarto. Quartos obscuros de silêncios tontos, quarto de quatro, por dois, para dois. Eram cômodos calados, numa neblina própria que nascia nele, num vulto mecânico que era o momento. Nos quartos soltos sempre há, nos quartos calados sempre se ouve, e não como complementação de antonímia, não, sim, mas sim, nos de iguais medos, nos de iguais desejos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nos progressivos movimentos foram avançando, naquela inconseqüência, naquele imediatismo, mal tinham se conhecido, mal tinham se olhado, e do mundo corriam porque medos se afastavam, numa aceitação que serenava com os tempos, como as pessoas, como os pares, no quarto seguro, de lençóis seguros, de aconchegos calmos, de silêncios seguros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num vulto grande que era correr para fora, na minuciosidade deles, no momento deles, que só tinham para eles, porque o mundo fora tinha sido uma escolha, uma idéia, uma vaga impressão da realidade que buscavam, mas tinham deixado de lado – no momento que é dar, que é receber, no momento que é fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No reflexo distorcido, como quem bebe álcool e vai desapercebendo, tentavam visualizarem-se, em toques rápidos, de vez em quando desacelerados. Foram na busca única que é procurar o orifício, numa luta que é estarem se descobrindo, mas como era jovem – juventude que não espera o tempo e que se põe na situação tão ocasionalmente, perdendo-se em poucos planos, em pequenas idéias, e essas voam, e se alguma tentou pousar, foi levada pelo vento do meio, mas aqui já estamos na situação, e de lamentações já bastam, de reflexões é o que sobra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deitaram-se juntos, mas antes, nos beijos, estavam em pé, tirando roupas dos corpos, preparando-se em calma dispersa, e olhavam se deitados, no escuro falado, no escuro sincero, eram olhos negros que cintilavam em reflexo da luz desconhecida, mas as esferas negras viam-se e beijos novamente se deram, porque momentos passam, desejos levam, lembranças ficam, e ainda sim podiam tocar as pontas dos dedos as orelhas, a face, a boca, e sem muita divagação achou-se o buraco -  cozy, quente, despreparado -, e o do pouco que ficaram em um, pouco mesmo estavam, relaxaram depois, caíram depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E inocência da jovem, na inocência do olhar que pedia arrego, logo de início, agora pedia a paz de, depois de ter feito tudo, não sentir culpa, mas passa, o escuro passa, e logo estarão deitados lado a lado, abraçados, seguros em si mesmos, no conforto de ter pele sobre pele, sem roupas, sem medo, e nessa tranqüilidade aproveitarão até a hora que o mundo os chamar, mas por enquanto podem olhar um para o outro e falarem, Me promete que não me deixarás por nada, mesmo que eu esteja para baixo, me promete que eu ainda verei sol e isso vai ser contigo, me promete que teu abraço continuará forte e quente e teu beijo bom, me promete que não vai me deixar sozinha. Mas a pessoa olha com cara  de arrogância para a menor e não retruca, fala para consigo mesmo como quem fala em triunfo no final de tudo, Acalma-te, mal sabes da efemeridade disso tudo e já vai criando muros, construindo alicerces, lançando expectativas, mas saberás o que é o tempo e o que é amor, e o que é isso que fizemos, no tempo distinguirás maturamente  teu plano, ou a ausência dele, nesse romantismo que passa  desapercebido tem lugar tomado pelo resto, saberás mais tarde, mesmo que  o hoje seja o sofrimento de aceitação; e o dia levanta, a luz dança e sobe pelas frestas da janela, da cortina, pois já é hora de levantar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-2808940304782733876?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/2808940304782733876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=2808940304782733876' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2808940304782733876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2808940304782733876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/10/primeira.html' title='A primeira'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-9195401940461456300</id><published>2008-10-01T19:36:00.000-03:00</published><updated>2008-10-01T20:10:13.671-03:00</updated><title type='text'>No ir</title><content type='html'>Aos altos céus eu olho com força de quem pode ver acima razão elevada dos momentos os quais doem aos corações terrenos, mas num olhar que vê que a natureza simplesmente se pôs assim, e assim devo aprender com ela, numa intensidade que ora faz cair lágrima de meus olhos. Eu paro para compreender, não dá, os tempos correm e levam o que meus pensamentos montam - meus quebra-cabeças são humildes para o que me cerca. Num enlevo de praxe, num enlevo que se propaga em tantas situações, que vão e vem, e oh, nem sei dizer se são, nem sei ao certo dizer para que estão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu corro às vezes de mãos atadas, tento achar desenlace nos simples dias, tento ver formas sobrepostas, tento sempre - uma visão obscura, bem escondida, agora me foge aos olhos, mas hei de ver assim como o sol brilha aos olhos sensíveis. Nos altos céus me projeto, coloco ali, por vezes, todas as minhas expectativas, e as minhas frustrações jogo no chão, que elas sofram a ação do vento, e numa erosão progressiva que se transformem para num futuro servir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ando de mãos abertas, não quero me dispor a sofrimento de não aceitar o que pode ser aproveitado, várias vezes fugi como quem foge do medo, e espera a sombra dele passar, tenho preferido riscos e tenho ido, ora a dor  me acerta cheio, ora a dor me mostra que me auxilia a crescer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ponho-me de costas - vezes eu não consigo enxergar, e nesse não ver me perco e sinto que minha certeza é um vento, mas aí me prostro, ainda de costas, num orgulho de não aceitar a cegueira e de não poder fazer nada - numa dor que corrói interiormente. É a perda no ir, e vai como a neblina, que acorda densa e, pela temperatura que eleva, sai quase despercebidamente - e, nessa sinergia, lágrimas escorrem do meu rosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vais deixando brecha, vais deixando a lacuna que preenchimento não terá, era tu que estavas, era tu que ficarias. Foste como quem não se importa com as faltas, foste como quem escolhe ir deixando sofrimento, foste por ir, e no teu ir viverás tu só. Rebentaram-me as forças, não sei lutar sem ver teu rosto, não sei continuar sem agarrar teu braço, não sei preencher sem te ter por perto, por isso deixo que a lacuna se encha de sangue, e em dor seja cicatrizada vagarosamente, escorrendo em sangue, escorrendo em plasma, decerto as lágrimas fluirão - é o perder - olha, se ao ganhar-se um perde-se outro, ao perder isso ganho isto - minha vida que quero viver ao lado de quem sabe escolher e desta escolha manter-se em decisão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-9195401940461456300?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/9195401940461456300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=9195401940461456300' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/9195401940461456300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/9195401940461456300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/10/no-ir.html' title='No ir'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-2402151490988273077</id><published>2008-09-29T23:27:00.000-03:00</published><updated>2008-09-29T23:33:50.603-03:00</updated><title type='text'>Indecisão</title><content type='html'>Parece mais que o tempo passou e levou-te,&lt;br /&gt;Indecisão lesa,&lt;br /&gt;Que mata o dia que crédulo caiu em desuso por ti mesma.&lt;br /&gt;Se o parecer mais é uma impressão que seja esta:&lt;br /&gt;Vai-te com o vento e que sejas feliz nos teus furacões perturbados,&lt;br /&gt;Tua consciência sempre será limpa,&lt;br /&gt;Eu tenho a minha numa homeostase que luta com o equilíbrio&lt;br /&gt;Assim como eu luto com a tua lembrança.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-2402151490988273077?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/2402151490988273077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=2402151490988273077' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2402151490988273077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2402151490988273077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/09/indeciso.html' title='Indecisão'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-3748430038801918580</id><published>2008-09-26T22:01:00.000-03:00</published><updated>2008-09-26T22:04:31.596-03:00</updated><title type='text'>Se são...</title><content type='html'>Até que ponto o ponto vai,&lt;br /&gt;Até que momento o tempo vai,&lt;br /&gt;Até que dia o sol nascerá?&lt;br /&gt;É dificil explicar&lt;br /&gt;Porque colocamos expectativa nas definições initerruptas&lt;br /&gt;E nem ao certo sabemos se são.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-3748430038801918580?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/3748430038801918580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=3748430038801918580' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/3748430038801918580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/3748430038801918580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/09/se-so.html' title='Se são...'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-469610414280822794</id><published>2008-09-13T21:48:00.000-03:00</published><updated>2008-09-13T21:53:59.596-03:00</updated><title type='text'>E se pudesse</title><content type='html'>Porque num dia desses,&lt;br /&gt;Que me ponho de luas no céu, &lt;br /&gt;Fiquei a ver os ares e de trasparência se despiam,&lt;br /&gt;Mas nada encontrei,&lt;br /&gt;Para falar a verdade,&lt;br /&gt;o ar me fez mais triste ainda,&lt;br /&gt;Mesmo que dele tirassse, a cada momento, o que minha respiração precisa;&lt;br /&gt;Vi nele o que não gostaria - a transparência, aquela sem pena, sem dó de rasgar a ilusão na verdade sangrenta &lt;br /&gt;Não que eu não goste da verdade,&lt;br /&gt;até corro atrás dela,&lt;br /&gt;mas esta, tão bruscamnte apresentada, mais dói do que consola.&lt;br /&gt;Talvez eu precise me despir,&lt;br /&gt;tanto que me vesti,&lt;br /&gt;de tanta veste que coloquei,&lt;br /&gt; muitas das quais belíssimas,&lt;br /&gt;que de brilhantes, douradas, púrpuras tem muito, &lt;br /&gt;de tantos aderessos me perdi,&lt;br /&gt;e achar-me não me importa,&lt;br /&gt;queria mesmo é despir-me,&lt;br /&gt;e trasparência não acharás,&lt;br /&gt;nem folhas brancas a serem escritas,&lt;br /&gt;nem negro não-imprimível.&lt;br /&gt;Eu saí me vestindo por ti,&lt;br /&gt;será que agora posso me despir?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-469610414280822794?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/469610414280822794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=469610414280822794' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/469610414280822794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/469610414280822794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/09/e-se-pudesse.html' title='E se pudesse'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-7823123789303751974</id><published>2008-09-01T23:03:00.000-03:00</published><updated>2008-09-01T23:05:44.260-03:00</updated><title type='text'>Missing</title><content type='html'>Eu sinto falta.&lt;br /&gt;Como quem senti falta de um ninho,&lt;br /&gt;Como quem sente falta de um abraço,&lt;br /&gt; Como quem sente falta de cuidado,&lt;br /&gt;Como quem sente que algo falta,&lt;br /&gt;Mas é uma falta pura, não carnalizada em efemeridades,&lt;br /&gt;Uma ausência calma, sem precipitação, sem medo, sem lugar, hora,&lt;br /&gt;Eu me ponho longe, talvez tentando achar o que completa,&lt;br /&gt;Mas lá vem ela, vem quando te vejo,&lt;br /&gt;E bem sei que nada que tens irá me preencher completamente,&lt;br /&gt;Mas estar próximo de ti ajuda, alivia,&lt;br /&gt;E se isso quero, nisso estarei, não gosto da falta, não curto nada de ausência,&lt;br /&gt;Sempre procuro o que quero e acho, satisfaço-me, e isso me basta - basta-me tu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-7823123789303751974?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/7823123789303751974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=7823123789303751974' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7823123789303751974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7823123789303751974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/09/missing.html' title='Missing'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-2009242586591371381</id><published>2008-08-17T15:55:00.000-03:00</published><updated>2008-08-17T16:08:08.289-03:00</updated><title type='text'>Confuso.</title><content type='html'>Porque me desliguei de minha razão, sim eu estava na casa da amiga, não teria ido por nada, e de modo inconsciente fui adquirindo postura alienada que quem sai com amigos e não questiona o que eles te oferecem, nem tenta negação do que te presenteiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu passei o dia molestando-me com as lembranças do dia anterior, questionando-me posições, entendendo-me e no final ainda tinha feito certo, não tinha avançado, não tinha vivido, porque fim seria isso, de uma forma ou de outra, eu estaria numa sarjeta escura, sozinho, e cheiro de enxofre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não viria depois de tudo, não calaria minhas lembranças, não me tocaria em pele, não olharíamos de novo, ela. Era o que eu entendia e ainda fazia certo, fazia sem remorso de abandonar o barco que estava com um buraco insignificante que ora levaria esse lindo flutuador, desejado meu, aconchegante barco que riria ao fundo e ali estagnaria virando um fantasma que se perde em lembranças passadas, que se perde em habita de peixes inseguros. E eu deveria continuar navegando, procurando minha terra, já que ela não queira compartilhá-la  comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, eu tentei o dia inteiro me concentrar nos produtos, e a produtividade lutava com a lembrança, mas de luta me enchi, era hora de ir ao aniversário e tentar contatos com os terrestres meus amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui sim,querendo deitar minha cabeça num peito, novamente, no peito de alguém para ouvir o coração bombeando, sentir fluxo contínuo que é a vida e nisso me inspirar, não conseguia me ouvir, não conseguia me sentir, supostamente o fim, mas ainda assim no certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nada, o aniversário foi só comida, nem conversas proveitosas tinham, eu estava perdido em tanta comemoração e nem sei se parabenizava o amigo mais velho agora, e isso ninguém sabe, porque tive que sair e ir a casa da amiga outra, mais importada e importante, e lá encontrar arreio que vai no vento que leva o tempo. Porque ela estava com uma das amigas e as duas sabiam cozinhar, sabiam fazer de uns ingredientes uma receita que te deixa mais leve, que te faz um pouco menos ágil, e a fizeram. Comi com medo, e com dor no estômago que foi comer doces, pizza e bolo, mas nessa degustação calma e fingidamente em paz, não senti leveza nem o céu, porque precisava vê-la para isso. E fui atrás dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A encontrei indiferente e medonha, e eu dizendo que queria conversar, e nesse discorrer de procurar-achar passaram-se uma hora, e já estava na frente dela, com cara destemida e coragem para dizer “Quero te beijar, só vim pra isso.”, ela ao me olhar e me ver rindo e corajoso e perguntar “ O quê tu tem? O que tu fez no aniversário?”, e eu dizendo sorridente “Nada, eu não bebi nada.”, mentindo eu soprei meu hálito sem álcool para comprovar a negação. E eu ainda dizendo que queria mais, que precisava deitar abraçado de novo e sentir a pele macia dela, sentir-me seguro nos abraços jovens, merda que é se apaixonar, sorte que é amar, que precisava muito mais o que aquela meia-horazinha, que queria só um tantinho acabável com ela, e esta ainda me admirando de tanto pedido e atitude que tinha, e eu ria enquanto falava, estava corajoso e lá vai eu dizendo que ela puxa meu coração para fora e corta com uma faca e rindo se diverte de me por em testes que acabam comigo, porque ela tinha beijado minha barriga e amassando minha bunda por dentro a cueca e a tinha visto e calcinha?  Porque não avancei?  Porque previ, olha, eu re-pedi, que por favor, me desse um beijo, e xingando-a no meio disso, sem organização prévia, sem sistematizar palavrões, colocando os mais ofensivos no final para vê-la definhar em remorso, eu estava desconectado ainda mais para ouvi-la dizer “eu não vivo de prazeres carnais.” e eu me encher de raiva por considerá-la como importante, que merda que era pensar nela, que sorte que era tê-la por perto, e eu dizendo que tinha comido brigadeiro, e ela rindo , e eu completando, brigadeiro com maconha “Porque eu não vou dormir bem e tu vais.” E vê-la de boca aberta sem palavras, não havia sermão espiritual, e eu indo na rua gritando “Fucked asshole, fucked asshole.”, tentado transformar a raiva – que tinha dela -  e o remorso – de ter usado maconha – num grito ofensivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E me bastou isso tudo porque depois que a leveza deu lugar ao pesado ser que tentou se livrar de si mesmo, eu fiquei no chão, agora errado, ações maduras teriam sido o melhor,  e nem a quero mais, nem vê-la posso, porque merda que é usar maconha e vê-la rindo, sorte que é sentir-se leve e vê-la indo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-2009242586591371381?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/2009242586591371381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=2009242586591371381' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2009242586591371381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2009242586591371381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/08/confuso.html' title='Confuso.'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-4647435458012615685</id><published>2008-08-14T23:44:00.000-03:00</published><updated>2008-08-14T23:47:08.405-03:00</updated><title type='text'>[cap. 16 ou 6]</title><content type='html'>Apertava-lhe por dentro. Sentimento que ia e vinha e, indescritíveis vezes, levava-a para mais longe. Longe do terreno fértil dos desejos reassimilados, no que gostaria que fosse prática, na prática adiantada. Não bastaram as perguntas sobre o peculiar estado do rapaz que tinha conhecido, nem as demais teorias desenvolvidas no tempo rápido; estava a sentir-se quente e só, sina da fase. Perguntando a si mesma quando chegaria, as sete teria sido a melhor escolha, mas pelo momento, ansiava às cinco, e, a partir dessa hora, não sabia desenvolver razão para o suposto atraso de Luis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E imaginava os lábios soltos do rapaz, lábios rosados, tanto de tirar-lhe a curiosidade de perscrutar sobre as demais partes do garoto. Porque os lábios, estava certa disso, correria sobre a pele delam, e, na sensibilidade que tinha para finos lábios e suaves toques, contemplaria o que lhe faltava. Se quente estava faltava-lhe o frio, supostamente, mas não. Não, porque um corpo frio é sensualismo mórbido e desse tipo sensual Nara talvez não entendesse. Mas se o corpo frio não a completaria, a lei dos opostos - eles sempre se atraíam mesmo? - estaria inaplicável. A não ser, viva e exceção, que Luis chegasse calado e frio, não disposto para mais nada a não ser olhares cobiçadores que rodeavam Nara, seja nos raios-x que tentava fazer da pudendo da garota, seja possuída visão do glúteo dela. De desejos estavam cheios assim como o mundo estava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E chegou Luis com a cara reservada aos capitalistas, com poucas palavras, pouca expressão e pouco vigor, era o cansaço. Nara o viu chegar e tentou ajudá-lo o máximo; pegou a maletas os sapatos tirados, a gravata e colocou nos lugares de hábito. Isso porque tinha passado parte da tarde descobrindo, ou vasculhando, cada parte da casa e designando as relações entre os espaços vazios e seus acampanhantes. Não encontrou muito, só camisinhas na cabeceira da cama, normal, pensou, cuecas que a despertou mais para o que seria o desenho mapeado do corpo dele, umas blusas, o perfume que ficou cheirando como se pudesse voltar ao momento que o encontrou primeiro, e pornografias dispersas e regulares, aliviando-a de teorias que assustavam-a sobre o estado do rapaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de colocado as coisas foi à cozinha para vê-lo. Tomava água com preocupação, encostado num armário pequeno, violado pelo dia. Nara aproximou-se e, bem perto do rapaz, passou a mão pela testa dele, deslizou-a para a cabeleira e gadelhou-a para trás, com preocupação acatada ao vê-lo no estado. Rompeu barreiras?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, mas ambos gostaram. Estava na hora de reaproximaram fisicamente, pois desconsideraram o selinho que deram, coisas modernas. Mas, porque não tinham ainda cãibra, sorriram um para o outro. E beijaram-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém bastaram os beijos, haveriam de ir a banho para colocar as ruínas e a sujeira do dia-a-dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia banheira, era de se esperar, Luis pois para encher, tirou a roupa, de longe Nara observava a parte nua posterior e só pode ver isso. Foi ao outro banheiro, já sem banheira, e tomou um banho gelado, necessário e no seu tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quiseram sair, pediram pizza e assistiram tv. Rindo da alguma programação, olhavam-se por escapada. Desligaram a tv, cansados das repetições e deixaram-se inovar. Calaram pensamentos. Foram ao quarto calados, já poderiam dormir um do lado do outro, circunstâncias do momento, e na conversa divagada desenhavam-se fagueiramente, uma cama confortável, ouvindo vozes gostosas, compartilhando bobagens. Era o momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No divagamento passaram a dormir, primeiro Luis, por homem e ter levado o dia nas costas, e depois Nara ao perceber que falava história para as paredes, dormiram um ao lado do outro, sem abraços, sem cheiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanheceu. Na manhã mesclada de madrugada acordou Luis e foi ao banheiro, voltou de cueca com o pênis rijo, facilmente visto. Nara abriu os olhos e não o recebeu com riso, nem com grosseria, olhou-o nos olhos e da comunicação telepática pode-lhe avisar que estaria, em pouco tempo, aberta e disponível, para não dizer arreganhada. Então Luis tirou a cueca a avançou em direção a Nara, com o pênis indo à frente dele, como numa batalha espada vai um pouco mais adiante do guerreiro. Aquele era o momento em que Nara poderia relembrar todos os outros em que o desejou dentro dela, dentro e sem fôlego, todos os devaneio dele possuindo o seu seio, todos os suspiros dados tentando captar a essência fujona. Mas agora poderia cheirar o pescoço branco do rapaz, poder tocar-lhe a perna, ser prensada sob os músculos jovens e sentir presa e com falta de ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nara viu o pênis rosa do garoto e aproximaram, deram-se beijos calmos e carinhosos, abraçaram-se, ela de roupa, ele desnudo, e tentou captar o máximo do momento o aproximando-o mais ainda agarrando os glúteos de Luis. E depois na calma que os sustentavam, Luis tirou a blusa, o sutiã, a bermuda, a calcinha e se reabraçaram nus, ao ponto de penetrá-la, mas Nara segurou-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele foi beijando o pescoço, mais um pouco abaixo, os ombros, o seio, os mamilos, a barriga, as coxas, os pés, e a vagina, com uma delicadeza, com um apreço, coisa que Marcos fez a corrida, sem notar a variação das texturas, e depois a levou a borda da cama, afastou as pernas e ,com objeção concentrada, pôs-lhe o pênis devagar, para vê-la mudar de expressão, e  mais intensamente foi avançando, até que os gemidos foram tornados e pequenos gritinhos, daí gozaram juntos numa sincronia, num deleite afável, um sobre o outro, para eles, por eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ali Nara pode calar-se para si mesma sobre as teorias a respeito de Luis, tinha vivido, tinha provas, tinha o nas mãos. Pobre ingenuidade de Nara.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-4647435458012615685?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/4647435458012615685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=4647435458012615685' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/4647435458012615685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/4647435458012615685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/08/cap-16-ou-6.html' title='[cap. 16 ou 6]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-7801230660669811215</id><published>2008-08-04T22:30:00.000-03:00</published><updated>2008-08-04T22:31:45.752-03:00</updated><title type='text'>Movimento, Mecanismo, Defesa.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Perturbação que é sentir o não gostaria, porque está cheio de desejos fortes que latejam na ferida exposta e que latejam em dor, assim como também em prazer, que se perdem em definições que não se pode dizer, mas sente com freqüência, senti quando pensa, nessa cadeia que é idealizar, sentir e agir, perdia-se por desejos e neles, como quem quer se livrar e entra numa prisão, como quem diz que tenta, mas repete ações. Repetidamente. Repetidamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Volta vai, ciclo rápido, ciclo fácil, um vazio que vai formando uma concavidade nula, que faz falta, que perturba, e na concavidade acumula-se desejos e mais deles se reproduzem, como se nesse espaço houvesse incubadora, e responde, com muita perturbação, responde incessante, indeciso, tremendo, medonho, concavidade nula que toma o dia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;A falta está dentro e conversa com a vontade, satisfaz-me, satisfaz-me, porque sanar-me é i teu nome, é o teu significado; a vontade, entretanto, espera dançante, olha com olhos pedintes de misericórdia para a decisão que impaciente incomoda a razão; a razão elabora, enquanto a intuição não pára de repetir “deixa comigo, deixa comigo”, mas a razão concentra, e a falta grita, começa a tumultuar, se rebate , convulsiona, a vontade reclama alto, pede atenção, chama,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;a decisão é abatida, e começa a cobrar, e lá vem a ameaça – “Me chamaram?” – a intuição olha com orgulho para a razão e repeti seguramente: “Deixa comigo.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Formou-se o time. Atentem para a concavidade, atentem e uma cadeia que incessantemente trabalha, não para de proceder, enquanto a ameaça vai triste, nem encontrou o amigo medo, mas esperará, boas amizades nunca acabam, Bora, borá, movam, movam, gritava a vontade, movam,movam. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;A falta se coloca de quatro, e suspira, suspira profundamente e sussurra baixinho, numa voz que confunde com algum gemido, a intuição já dera o comando e no comando havia a acasualidade, a intuição ainda no acaso, caso secreto que mal a razão sabe que se encontram, quando sai de casa, nessa omissão que é dar uma escapolida, a intuição se encontra com o acaso, encontro forte a apaixonado, livre e aberto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;A decisão e a vontade se chupam em beijos longos, de línguas confundidas, tardiamente tornaram doloridas, em beijos intensos, corre a mão da decisão sobre a vontade, nesse movimento que é a propagação a decisão comenta e apresenta novos modos de beijar, novos modos de amassar, a decisão agarra o peito da vontade e os aperta levemente entre as mãos quentes, passa para o glúteo e passa a apertar novamente, aperta com graça, percorre a linha que separa o par de músculos, com velocidade constante, em pressionamentos que intensificam, de cima a baixo, chegando a uma pressão forte lá em baixo, e recomeça o movimento, mas ah, a vontade aproveita e sente que em meio ás pernas algo molha-se e não deixa passar, não pára de acariciar, a decisão, em beijos enche o pescoço, molhados e salpicados, logo após lá está a vontade brincando com os mamilos da decisão, que ora aperta-os sem dor, entre os dentes, ora pincela-os com a língua, saudade que é a vontade com a decisão, e a decisão, quase numa ânsia de gozar no peito da vontade, se despede, lá para as tantas se masturbará pensando no momento, e, enquanto o melado não secar, que as lembranças venham logo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Mas a vontade chega com a falta e a vê de quatro, aprecia, re-olha,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;suspira, suspira profundamente e sussurra baixinho, não confundido com um gemido, mas com uma voz que promete e a falta de quatro, por enquanto bastam as dedos que entra e saem numa concentração quase ardosa, num movimento que tenta ser satisfatória, mas que em pressa se defaz em afoitamento de meia solução, e a falta move os músculos, altera e puxa a mão da vontade para a genitália, a vontade enche a mão nisto, e aparando com concavidade necessária, agrega o material em apertos sucessivos e depois de um tempo passa a ser escorregadio e quase um desafio apertar sem deslizar bruscamente, e se aproximam, um de costa para o outro, e beijam-se, sendo que a falta desloca a cabeça para trás e a vontade tentando achar um modo correto de manipular, e já não consegue sentir a mão da falta, mas continuam, a intuição planejou bem, beijo que cansa, e lá está a falte se arrebitando, posicionando e oh, começaram o movimento, está devagar, mas acelera, e cadê o pé da falta, e mais intenso, mais intenso, forte, vindouro, não palpável, fugindo, fugacidade, ai, ai, fugacidade, está indo, os braços onde estão, ai, ai, indo, indo, pernas onde, vai, vai, vai, e vê aquele fio branco que voou no ar, não parado lá dentro, &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;e cadê a falta. Desapareceu, mas pariu a satisfação, que já está rebocando a concavidade, hora ou outra fica plana, e faz um trabalho bem feito, a razão, vlta, encontra a intuição na cama, jogada está, Deve está cansada, pensa, e vê ao redor, bem diferente&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;do começo, mas não sente apreço, deveria ter feito algo, nada sai tão bem quanto se quer quando se passa as tarefas, e pensa na perturbação, não, não eras tu não, eu que não percbi que eras filha da ansiedade, enviada por esta, e nem sei o que fizeram aqui, se evitaram a realidade, ou a excluíram, ou redefiniram-na, se inverteram-na, se passaram do interno para o externo, se dividiram-na, ou dela escaparam, fui inflexível, fui ineficiente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-7801230660669811215?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/7801230660669811215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=7801230660669811215' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7801230660669811215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7801230660669811215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/08/movimento-mecanismo-defesa.html' title='Movimento, Mecanismo, Defesa.'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-2657049873800515099</id><published>2008-08-02T00:28:00.000-03:00</published><updated>2008-08-02T00:32:16.394-03:00</updated><title type='text'>Últimos da história!</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Do mais-ou-menos ao...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Ô telefonezinho que toca quando quero o silêncio de uma paz que é inconstante só de existir, porque quando a anestesia queria perder o efeito tocou com toque perturbador e lá vai a adrenalina, e depois já estarei de anestesia que é ouvir tua voz, e só podia ser tu, porque outro telefonema não coloco, estava mendigando momento, dizendo que queria se encontrar que queria falar, e eu criando abuso, que precisava me encontrar em casa ,mas deixa, eu neguei, agora já, depois de tanto repensar , não queria mais vê-la, não queria estar a disposição e ela sabia da minha situação, não poderia se fazer mais de inocente&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;que acreditava que eu não sentiria nada ao estar perto dela... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Porque o teste foi terrível, foi massacrador e para qualquer um que já passou por essa situação ou passará, sabe que risco correu ou correrá, e esse risco parecia que era a brincadeira sádica dela, que curtia com as emoções, e considerando o telefonema anterior, o que havia arrependimento e insatisfação, mas ainda cruel seria vê-la outra vez, portando os mesmos sorrisos, os mesmos de tudo o que me fez parar meu curto tempo para dá-la atenção de um coração que não deixa sentimento passar, e quanto mais eu negava, mais ela implorava por um momento a sós comigo, queria está sozinha comigo, quer fosse meu sacrifício, e eu negando, ora,isso é pergunta que se faça? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;...Eu, na minha casa, com a minha cama, ela, na minha casa e também na minha cama, não, é tentação de mais para uma carne que mata vontades só em pensamentos, palavra final que dei a ela: "não", porque se fosse para ficar em casa a sós, diria não, lancei proposta de ser numa praça próxima de casa, mas não queria, só me encontraria se fosse em minha casa, mas não.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;E ela disse que ficaria com raiva e o de sempre, eu nem liguei, era dela própria ficar fazendo ceninhas, eu fiquei normal, já bastava o teste, e fiquei em casa tentado fazer algo que tirasse imagem da minha cabeça, aquela imagem criada de inocência. E por intuição própria, depois de horas da ligação, desci as escadas de minha casa e fui ver a frente desta, sem intenção maior, ato inconseqüente que se faz todo o dia, e olhei, era tudo normal, era tudo sem acento, e ao lado de casa, na calçada, lá estava ela sentada no chão, com cara de insatisfação, virou o rosto para mim e me olhou por...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Cinco segundos, foram os cinco segundos mais ilógicos da minha ida, eu tinha acabado de conhecê-la, e estava na fase da coragem, em que se chega junto e sem medo começa uma conversa sem tanta enlevo, e foi ali, que lha faltou palavras, e só me olhou, pelos cincos segundo que deveriam ser aceitos como uma quebra de intimidade, eu jubilei só por ter aqueles cinco segundos só para mim, e fui á casa certo de que ela poderia ser mais que uma imagem na minha mente, um desejo solto, sem futuro. E nos olhos tinham chamas, e pela irradiação foi em cima de mim, foi, pois meu interior queimou rapidamente e calor foi tanto que minhas pernas foram obrigadas a se estabelecerem, foi num momento tão rápido, e tão desastroso, porque saí dali quase que certo, restaria para o teto o meu quarto me responder se era só loucura, ou mesmo um conselho amigo preocupado com as insanidades que crio&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;... Pouco, mas agora foi pouco, ela desviou o olhar com insatisfação grande, e logo eu abri o portão e a chamei, ela não quis entrar, e eu estava sujo, tinha acordado fazia quatro horas e logo que acordo ela já vem com propostas de encontro, e mesmo negando ela estava ali, mendigando atenção, que houve? E fui ao lado dela e sentei, e pude a olhar&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;mais um pouco, era o momento que ela falava mais do sentimentos dela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- O que tu estais fazendo aqui? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Eu falei que vinha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Mas eu desconsiderei, tu não irias fazer outra coisa &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;lá e eu ainda disse que aqui em casa tu não virias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- É mais eu disse que viria te ver.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Isso não faz sentido! Porque tu estais com raiva?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Por que eu sabia que isso ia acontecer, tu ia começar a me evitar, querer parar de conversar comigo, não querer mais me ver. Eu sabia disso, e eu vim aqui só pra dizer que pra mim não tem problema nenhum. - mas a cara dela negava, pois uma raiva corava-a e seus lábios faziam um biquinho que cólera.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Para com isso, menina! - e passei meus braços em volta dela como...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;No nosso terceiro encontro, em que, depois de tentar tirar palavra da boca dela, e não ter conseguido coisa alguma, eu me aproximava mais dela, o amigo Caio, antes, estava entre nós e fazia força para distanciá-la de mim, mas ela aproximou e passou o braço em volta de mim, e meu músculo do tamanho da minha mão fechada, ficou inquieto, muito inquieto, e ela me olhava nos olhos, com coragem e vontade de ver mais, de conhecer mais, aí não, não soube diferenciar, eu mais colocava sentimento por ela, e mal sabia que sofrimento que é fazer isso, porque quando ela tirou os braços em volta de mim, eu empurrava o meu antebraço contra o dela, e me aproximava, queria um toque inocente queria me aproveitar disso tudo, e ela passou de novo o braço em volta de mim, e de novo o músculo. Fui para casa acariciando meu próprio antebraço e relembrando constantemente os delicados toques do braço dela, eu realmente não sabia que sofrimento ocorreria mais tarde.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;... Sinal de desculpa mais não adiantou, ela me olhou ainda em cólera e continuou:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Eu odeio quem foge das situações, eu não gosto, olha que tu é maior do que eu, tem mais idade, e agora tá fugindo das situações, eu odeio quem faz isso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Não, tu sabes da minha situação, tu sabes que quanto mais tempo eu passo perto de ti mais eu posso gostar e mais o sentimento aumenta. - eu disse calmamente tentando fazê-la ver que não queria machucá-la com minha ação, ou inação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Não, sabe qual o teu problema? Tu queres fazer tudo sozinho, tu não dá o braço a torcer, não pede ajuda de ninguém, tu sabes que tu precisa de ajuda, esse sentimento não tá nos planos certos, tu queres fazer tudo sozinho. - eu calei, porque a verdade quando ouvida é aceita e não rebatida, eu calei porque precisava realmente de ajuda, e nessa humildade que me encheu respondi:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Me desculpa, por favor, me perdoa. - pedi delicadamente e a cara dela se encheu de dúvida...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Dúvida era o que tinha na cara dela, depois de sairmos do riacho cristalino, nós estávamos no ônibus de volta, e a dúvida era o motorista da viagem, ela ria pelos cantos da boca, compreensiva demais com meus sentimentos, para não me constranger, mas confusa sobre como eles surgiram, e eu já tinha falado que tinha criado um quilo de coisa sobre ela, que tinha fantasiado mais ainda e tinha sido ufanista, mas não bastou, ela continuava na dúvida, e como aquela dúvida era charmosa, como era bonito vê-la pensando no profundo ser, e se questionado sobre a especificidade dela que fez apaixonar-me, era interessante, engraçado e bonito, mas ela olhou para mim com olhar de curiosidade e já atingido pela dúvida, aproximou a boca do meu ouvido e docemente, bem baixinho, perguntou "Porque eu?", e depois olhou-me nos olhos e com graça que fluía do momento e dela própria esperava a resposta, o clima mudou, pois eu senti o ar mais úmido, a temperatura regular, e a viagem parou, era um momento belo que me fez não pensar em resposta alguma, eu deixava de aproveitar a viagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;...porque para ela, eu deveria ser mais infantil, pelo ao menos eu acho, desviou o olhar de novo,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;e repeti de novo:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Desculpa, por favor, me desculpa, me entende - ainda docemente dizia. Ela foi mudando a expressão e passou a rir, com um riso de vergonha, talvez percebeu que a situação era demais de inusitada, - vamos à praça. - levantamos e fomos, achamos um banquinho e ficamos sentados lá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Aí, sabe? Depois de ontem, do teste, eu fiquei pensando, porque eu acho que eu deveria ter te beijado, sabe naquela hora faltava um pouquinho para eu alcançar tua boca, aí eu cheguei em casa e fiquei me questionado, eu deveria ter te beijado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Não, quando tu desviaste teu rosto de mim ontem, eu percebi o que tu queria, eu pude ver em quem teu foco tava.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- É verdade, quando tu disse naquela hora, "isso é pecado, não vamos sair espiritualmente arrebentados." aí eu recuei, e fazia um tempão que não ficava com ninguém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Pois é, mas tu me fez perceber de verdade o que quero, isso foi muito bom, parabéns. –eu disse triunfante, a cara dela era de espanto, mas desviou-a e logo perguntou:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Teria algum problema se a gente dormisse abraçadinhos, seria maldade?....&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Não, não seria maldade se eu fosse um boneco, porque se eu fosse menina, ainda poderia ser maldade, ou vai me dizer que lesbianismo não é tentação? Mas eu, pelos hormônios que engrossam minha voz, põem-me pêlos corpo, auxiliam na libido, e também as ereções noturnas, sim a maldade me encheria com força, e eu transaria sim com ela, pois ela, ou eu, acordaríamos um ao outro,no meio da noite, e logo estaríamos nos beijando, e não diferenciando o sonho da realidade, no quarto escuro, sim seria maldade,problema, pecado, desejado, mas pecado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;...hein?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Acho que sim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- O ônibus que eu pego passa por aqui. Seria maldade mesmo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Acho que sim, não sei, acho que te beijaria se dormíssemos juntos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Não, não haveria beijo nenhum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Acho que sim. – pausamos e ouvimos o transito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Bora logo, me leva na parada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Tá. - e fomos andando já sem tantas palavras, as perguntas eram difíceis e as respostas também, e chegamos na parada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Sabe? Eu tava lá em casa e eu percebi que gostava de ti, tu me fez ver além que uma simples paixão, teu coração bateu forte quando a minha boca chagava perto da tua e isso que importa...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Reação, reação? Não, nada. Eu realmente seria um babaca se acreditasse no que ela tinha falado, sim, porque no final quem estaria preso, em choros, em dores, em quero-quero-mais, seria e somente seria eu, a verdade já tinha clareado minha alma, eu estava certo disso, e nessa hora até que a dúvida quis manchá-la de novo, mas me contive, não, já bastava.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;... Sabe?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Nossos caminhos são diferentes, uma hora ou outra eu vou estar, ou tu vai estar em outro lugar, e aí não seremos mas o que seria o hoje, o amanhã continua incerto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Me dá um abraço?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Hum?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- O ônibus tá vindo e não vai ter tempo de me despedir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Tá. - ela me abraçou com força, eu dei um abraço normal, de amigo para amigo, estava já certo mesmo. Depois do abraço, comentamos mais um pouco sobre tudo de novo, ela me perguntou se gostaria de dormir na casa dela, eu disse que seria um problema, mas ela insistia que não, que não. O ônibus apareceu e vinha devagar, dava para uma despedida. E&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;de novo ela fez menção de abraçar-me e dei outro pobre abraço, ela foi mais tocante nesse, passou a mão pelas minhas costas, deslizou vagarosamente, apertou-me com carinho...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Esses foram nossos dois últimos abraços, e não digo só de um, porque foram concomitantes, um empurrou o outro, eu dei um abraço velho, e já no segundo ela foi mais aberta, e é só o que ela poderia ter, esses abraços foraa a última esperança que o céu pôde dá-la, só mesmo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;...carinho que teve que interromper, o ônibus se aproximara, era tempo de ir, e nem a vi entrar no ônibus, antes, toda vez que a deixava eu olhava para trás, tentando achar o rosto dela me olhando também, mas agora eu fui em direção à minha casa, não olhei para trás, e se ela finalmente me olhou, olhou na hora errada porque eu não a vi.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Sim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Por que é tempo de deixar ir, é tempo de abandonar, deixar para trás o que tinha posto como foco. E tempo de deixar ir é um tempo de escolha madura, não é fácil para mim dizer a mim mesmo "vai" , mas aqui estou e aqui tenho que aprender a viver, ainda é tempo de escolha, tempo de olhar longe, e não se focar no chão ralo que tenho nos meus pés, e continuar&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;acreditando, ainda posso ver o que quero , ainda quero o que desejo e isso me basta, de oportunidades somos cheios, oportunidade de vencer e perder, de ver êxito ou desprezo, de oportunidade a vida me enche&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;e enche com bons olhos, com emoção de mãe que é ver o&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;filho crescer sozinho, ainda lanças muito para que possa vê-te mais serenamente, e deixar ir a ansiedade e a raiva de se revoltar contra meu próprio mundo. Mas ô vida, eu te amo, no meu despreparo ainda te amo, eu encontrei em ti, e olha que não faço idéia se estava procurando, ou se era uma energia instável no universo, ou se era plano sublime, presente que é te ter, presente que é usar-te.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Eu escolhi a renuncia, que não vem em sabor agradável logo no início, mas que com o tempo vai mudando de amargo, passa para azedo, e adquiri vagarosamente o doce equilibrado, não chega a ser enjoativo, mas com dose necessária que é poder sentir-se fazendo o certo, renunciei por que vi, olha lá, eu vi, aquilo tudo que falava, planejava, era o plano para mim mesmo, era o que &lt;i style=""&gt;eu&lt;/i&gt; queria, e não era de solo, era de dupla, dois que pensavam de modo diferente, que viam de forma diferente, que agiam de forma diferente, e o respeito, respeito pela tradição, pelas idéias, estávamos indo em barcos que pela maresia encontravam-se juntos, mas momentos desses eles teriam que separar-se e ir a águas que sozinhos tinha que ir, e ainda nessa bacia grande que é viver, não poderia fazer e mapa, e nem calcular relevos, era a hora de ir e só. Era a obediência que tinha pelo o que acreditavam, uma solenidade pela fé, algo louco e sério, se a fé nos separou, a fé dispôs-se por nós, e como outro agente, ajudou-nos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Porque ainda é tempo de deixar ir, e é tempo de ser grato, de senti o que alegria é, mas não reclamo, amei cada pedaço dessa história cada aperto no coração, cada olhar, cada sorriso, eu aproveitei o que era meu, e nos momentos não dei o exato valor foi porque ainda precisava de maturidade, e saí a compreender as situações, as buscas, os desejos, as derrotas, as renuncias, bem-aventurado sinto, posso olhar o algo a mais ali, naquela igreja que a encontrei e que ali esteja a paz que nos encherá enquanto passamos pelos corredores e vimo-nos, quando tivermo-nos que dá um aperto de mão irmão, quando a educação nos exigir mais, a paz eu encontrarei, porque estarei ali, e sempre, não por ela, não, por mim, que de fraco tenho que me fazer de forte, e de forte tenho que aprender, por mim mesmo que só via sentido material nisso tudo, que via nas carnes, tentação carnal, que via nas intenções satisfações de desejos, eu que tenho que estar para aprender a ser mas meta, físico seria se deitássemos juntos e calássemos as palavras e deixássemos as ações, mas não seria meta, para a frente que seguimos , lá, bem, lá no recanto próprio de ser, único caminho e solitária caminhada, cada uma lutando para o seu lugar, no após-tudo-aqui.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Porque eu renunciei, eu obedeci, eu sobrevivi, lutar não é fácil, e a dificuldade não é desculpa, porque depois da batalha o guerreiro sabe quem ele é e se satisfaz de conhecer-se mais, depois da luta, saber mais é o que se quer, e não há mais dores, nem problemas que afligem, e nada que faça calar a voz que diz "vê só o que tu és, não nascestes para a derrota, encarastes com perseverança, e olha , és vencedor que lutou bravamente!". E fico e pensar o que é vitória se lutas após virão e que venham - nisso tudo aqui, se o tempo não pára é por que as lutas também não. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-2657049873800515099?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/2657049873800515099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=2657049873800515099' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2657049873800515099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2657049873800515099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/08/ltimos-da-histria.html' title='Últimos da história!'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-8329554277269486909</id><published>2008-07-31T15:23:00.000-03:00</published><updated>2008-07-31T15:39:24.023-03:00</updated><title type='text'>O Teste</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Eu a encontrarei amanhã.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Porque fantasiei o que sentia e deixei que o tempo fosse levando, esperando que uma ventania arrastasse para longe o sentimento que deixei nascer semeado de inocência. Mas hoje foi diferente, muito diferente. Depois de ter contado que sentia verdadeiramente um turbilhão, ela foi muito calma e disse que se estivesse ainda no mundo faria diferente, me beijaria, ficaria comigo, sem ver a longo prazo relacionamento nenhum, e é por isso que não fico me instigando a amá-la mais, para ela bastaria uns beijos e uns amassos, sairia satisfeita e eu incompleto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Depois desse episódio, a resolução entrava em minha casa, eu a queria, mas a resolução dizia que bastava o querer e, que se eu parasse de chamá-lo atenção, ela iria embora e nem se importaria. Resolução arrumava a minha casa reorganizava de forma simples, descomplicada até no dobrar e guardar em caixas os sentimentos mais difíceis, e ia devagar, com alinho, deslizando sobre minha casa com elegância finissimamente só dela. E anunciava um fim, fim da solidão, fim do sofrimento, das lembranças, devagar, anunciava boas novas e o movimento todo me enchia de gratidão, de felicidade que é estar independente sentimentalmente de alguém, aquele aconchego de poder se jogar no sofá e aproveitar o espaço grande, não apinhado e confortável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;           &lt;/span&gt;Mas ela foi a minha casa, tínhamos combinado no dia no dia que eu falei do que sentia, e era desmotivada a conversa, para um encontro amigo e destemido, desapaixonado&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;desligado de más intenções; isso pensávamos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Ela ficou me olhando, talvez admirando o momento, e me perguntou:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Posso fazer um teste?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Que teste? – e transbordava malícia dos olhos dela, no momento eu desconfiei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Não posso te dizer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Porque não podes me dizer sobre o teste?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Porque seria ofensivo pra ti.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Mas por quê? Teste? Que teste?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Ela calou-se e desviamos o assunto, eu fiquei sem entender, mas martelava em minha cabeça que o teste poderia ter algum contato físico desafiador, e que fique claro que não queria afetá-la na vida que ela buscava encontrar. E não conseguíamos nos olhar, não conseguíamos disfarçar sentimentos. Ela já havia me dito que não entendia porque tinha me apaixonado por ela, uma pessoa boba, sendo que não entendia como era bom conversar e estar junto dela, numa paz sem palavras e sem adornos, num deleite fagueiro, onde só os sorriso dela bastam. E agora era a hora de nos questionarmos sobre as palavras nossas, e mentalmente sermos desafiados pelas nossas vontades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Queres o teste mesmo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Mas que teste?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Não vou dizer. Queres? – Eu me enchi de raiva, parecia que ela não entendia que tudo que pedisse eu faria sem pensar, mas raivosamente perguntei:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Que PORRA de teste é esse?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Não sei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Tu não vai me dizer?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Não sei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Mais raiva entrou em mim, e ela me olhava com cara de pedinchona, que queria testar-me até o último segundo. E ela perguntou:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Tu acha que tem alguma coisa a ver com beijo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Não! Acho que é algo mais leve. – respondi mentindo, a intuição já dizia que tinha algo a ver com beijo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Calamos e ficamos sem palavras, meu coração começava a acordar de um sono leve e tentava se remexer, mas eu o acalmei e falava que nada de tão emocionante aconteceria, e o coração esperando ação para dar resposta. Eu a olhei nos olhos e perguntei:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Esse teste vai machucar alguém?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Não.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- E quais os possíveis resultados? Pra quê serve?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Eu só queria saber se teu sentimento tá forte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Mas como assim? Será que ela não tinha percebido? Eu abri-me, arranquei a idéia que causava aquela grande emoção eu a mostrei, ela viu que na idéias estava escrito “Eu estou apaixonado por ti” e será que não tinha entendido? Será que ele sabia o que aquilo significava?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Lógico que meu sentimento ta forte!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Tinha a ver com o beijo. Tu faria?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Pronto! Não sabia o que pensar, e se pensei foi só para dizer:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Pra que tu queres saber se o sentimento tá forte ou fraco?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Porque se tiver forte eu vou poder te ajudar e se tiver fraco vai ser mais fácil. E aí, queres tentar?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Eu não sei se tentaria. Eu tenho medo, tu Sabe o que isso vai significar? O que significa pra ti?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Pra mim? Nada. Eu só quero te ajudar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Mas nesse momento eu questionei-me: ela vai se expor a essa situação e nada vai significar?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- E a tua vida?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Pra mim nada vai mudar, nada mesmo, tu queres ou não?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Como assim? Haverá correspondência?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Sim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Não, me responde de novo: haverá correspondência?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Sim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Tu sabes o que tu ta respondendo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Sim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Aí meu coração disparava, eu tentava me nortear na situação mas tormentada, rápida e sem aviso, não deveria tirá-la da busca da verdade, nem afetá-la com questionamentos sobre a fé dela, mas&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;o que seria um beijo, o beijo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Tu tens certeza do que tu ta perguntando? – Eu perguntei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Sim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Mas o que vai ser pra ti?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Eu só quero te ajudar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Mas eu não vou ta te ajudando, eu vou te atrapalhar tua luta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Não, não vai.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Vai haver correspondência?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Sim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Depois do teste?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Ah, não sei, acho que não!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Como assim?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Porque tu perguntas?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Tu queres saber se meu sentimento ta forte? Lógico que ele está, aí tu vem com um teste pra saber e ainda diz que não vai acontecer nada depois? Presta atenção: eu disse pra ti “eu estou apaixonado por ti”, não bastou? Será que minha situação é incompreensível? Te coloca no meu lugar, eu estou suscetível, e tu vem com essa brincadeira, tu queres brincar com meu sentimento, porque isso parece uma brincadeira. Eu quero futuro e tu não pode me dar. Eu não quero ser mais um pra ti, e se tu me beijar lógico que meu sentimento vai ser forte!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Ela se aproximou de mim, eu fui em direção á parede e parei encostado nesta, ela me prensou com as mãos e perguntou:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Será que o sentimento aumentaria?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Ela estava perto de mim, se distanciava dez centímetros. Eu senti a pulsação do meu coração, na minha orelha, na minha virilha, no meu pescoço e na minha cabeça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Pára com isso! – eu a repreendia com olhar sério.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- E se eu te beijasse agora?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Pára. Pára com isso agora, tu não ta entendendo, olha meu coração, sente. – levei a mão dela no meu coração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Nossa ele ta batendo muito. E o que sente se eu fizer assim... – ela, ainda com a mão em direção ao meu coração, se aproximou a metade da distância anterior, e o coração disparava acelerado enquanto eu via a boca dela mais próxima da minha. – e o que tu senti se eu fizer isso aqui... – e deslocou o quadril para frente pude senti a vagina dela encostar-se ao meu pênis, tentei me afastar, não dava, a parede era o meu limite, virei a cabeça de lado e meu coração eu só sabia que existia porque havia um movimento louco dentro do meu tórax, ela foi aproximando devagar a boca dela da minha e quando estava perto de beijar, fechei os olhos, e desviou a cara e encostou a face na minha, e a &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;ouvi perguntar:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- O que tu acha disso? – eu reabri os olhos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Se tu não fores ficar comigo te afasta agora, se fores brincar com o que eu sinto te afasta agora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Mas o que tu acha disso?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Eu acho que vai ser danoso pra nossa vida espiritual, nós vamos sair arrebentados. – ela se aproximou mais ainda, fechei os olhos novamente, mais perto, pude sentir o hálito e o calor da pele dela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Esse foi o teste. – e se afastou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Hã!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Mas ô anestesia, ô alívio, senti o sentimento descer num ralo justo, escorria devagar e nós o ajudávamos, eu disse que seria danoso para ela e esta disse eu não faria, que estava certa do que queria e ainda me questionou perguntando que tipo eu era já que não encarava a verdade de ser mais puro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Eu juro que não percebi, para mim, o momento, o que ela tinha feito era algo espiritual que me fez perceber o que queríamos no profundo. Mas que tipo de pessoa se coloca nessa situação e ainda questiona sobre minha postura? Graças á meu amigo, percebi que não, testes desse jeito eram mais carnais eu a fornicação em minha mente,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;que não tinha nada de transcendental, mas com uma dose, overdose, de tentação que fluía pelos poros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Eu fiquei anestesiado. Quando uma pessoa quer desistir de um sentimento não promissor já é bom, mas quando duas querem, melhor ainda. Eu tinha negado e ela, ela tinha negado-me, seria a melhor situação do mundo, eu me livrando desse sentimento e ela me ajudando, e nós seguindo as nossas planejadas vidas, um para cada lado, vivendo um sem o outro, livre para si mesmos. Que nada!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Quando minhas certezas de acomodavam o telefone tocou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Oi.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Oi.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Como ta? – perguntei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Bem... – e inesperadamente – Eu deveria ter te beijado naquele momento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- O que?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Eu deveria ter te beijado, beijado a tua boca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Sério?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Sei lá, agora me arrependo. – eu ouvia e não entendia porra nenhuma. Como ela tinha negado e agora choramingava no telefone?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Como ta depois dessa situação?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Sei lá. Eu to excitada. – a voz parecia incerta e receosa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Sério mesmo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Sim, eu deveria ter te beijado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- O meu beijo é carinhoso. – disse eu. – E o teu? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- O meu beijo é quente. – e rimos juntos. – Sério, eu me arrependo. Posso aparecer amanhã na tua casa?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Eu não queria dizer não, mas tinha medo de beijá-la, e se ela quisesse fazer sexo, eu não transaria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Sei lá. – respondi. – Tu gostaria de ter me beijado?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;- Sim, gostaria. - aí não sabia de nada mesmo.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Seria problema se nós ficássemos abraçados na tua cama ? Haveria maldade?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Sei lá – respondi, mas maldade havia na pergunta, que canalha!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Posso passar aí?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Acho que sim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Tu vai sair?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Não, não, tu vens às quatro?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Não às duas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Tá, então ta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Tá legal!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Então tchau!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;- Tchau.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Não sei o que fiz, não entendo o que falei, não procuro resposta para as razões questionadas, nada sei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Eu a encontrarei amanhã.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-8329554277269486909?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/8329554277269486909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=8329554277269486909' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/8329554277269486909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/8329554277269486909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/07/o-teste.html' title='O Teste'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-3556674315297085984</id><published>2008-07-30T12:47:00.000-03:00</published><updated>2008-07-30T12:56:40.594-03:00</updated><title type='text'>Desejo, vontade, inconstante, ela, insanidade...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;        Eu queria que ela tivesse agido mais friamente e que tivesse desconsiderado cada palavra. Eu queria que ela não tivesse feito carinho na minha cabeça, que não tivesse rido e me entendido, não tivesse me abraçado, não tivesse continuado. Mas ela fez tudo tão delicadamente importada com meu sentimento, e fez agradavelmente tentando não me deixar constrangido. Se foi o lugar, o riacho belo e cristalino, a areia clara, a floresta pouco afastada, as enormes árvores e o clima, que a inspirou a entender e se importar, não sei, mas na grama que estávamos sentados olhávamo-nos de vez em quando rindo e evitando-nos, eu contei o que sentia, com o coração na mão que escorregava ameaçando cair no chão das minhas mãos suadas e tremidas. Eu disse. Que estava apaixonado por ela. Acabadamente ali, eu me rendia a um sentimento fugas, me libertava da vergonha, com coração num aperto súbito, disse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;        E agora eu pergunto por que ela não me beijou, não me levou para o meio do mato e passou a mão em todo o meu corpo, não me olhou maliciosamente nos olhos, não me beijou com força, não me tocou. Porquê vem na minha cabeça porque não compreendo de onde vem tanta gentileza e atenção, eu sei que ela não abriria mão da religiosidade dela, nem cairia em pecado outra vez, porque antes saía a beijar lábios de homens e fazia com prazer, e ainda hoje recebia declarações dos outros e ainda era assediada por estes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;        Por favor, não me trata desse jeito, não me entende, diz que odeia e que a nossa amizade foi só mais um momento da vida, diz que me odeia e põe fim nisso, não faz nada de bom, me chama de pobre coitado que senti isso. Acaba-me. Vai achar teu caminho que é longe do meu, procura tua terra e vive nela, porque nunca haveremos de juntar as nossas, nunca haveremos de ser um. Eu quero que não rias mais para mim, nem me dirige uma palavra, eu quero que não me abraces, eu quero que não me ligue, que não me encontres, que não veja em mim amizade, que não aperte minha mão, &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;que não trate bem, eu quero que não me considere, porque sou fraco, não saberei olhar para tua face sem rir serenamente, sem que meus olhos brilhem, sem que eu sue, sou fraco quando te vejo, quando sinto teu cheiro, quando imagino tu em minha mente, sou um pecador quando estou perto da tua sanidade, da tua santidade, nem sei ao certo se quero o paraíso quando vejo tua cara de curiosa, nem sei se quero de verdade a verdade que sempre falas, eu não sei o que eu quero quando te vejo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;        E ainda diz que quer me ajudar a sair desse poço de tentáculos com espinhos que a qualquer movimento sou machucado, eu tentei ser amigo teu, teu companheiro, mas tu não ajudas, tu nem sequer mantém distância, pois deita tua cabeça minha perna, encostas teu antebraço no meu, faz graça, tu és inocente demais e nem percebes nada. És pura no que fazes e vê e eu sou impuro quando penso em ti. Tira-me dos teus planos e continua tua vida, continua tua estrada, na tua perseverança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;    Eu pensei que seria um alívio emocional contar a verdade desnuda, pensei que ao dizer “eu estou apaixonado por ti” faria as coisas mais fáceis, eu pensei que seria até mágico. Não foi, pois no momento parte de mim dizia “beija-a”, “abraça-a”, “a deixa chegar mais perto” e outra dizia “Estais vendo? Não é melhor assim? Todo mundo no seu respectivo lugar, fazendo afazeres corretos”. E eu tentando me alinhar a uma verdade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;        Não deu certo porque eu estou aqui, tentado me entender, tentado descobrir solução para um problema de nuance amizade/amor, eu estou tentando achar resposta para um sentimento que perturba até o melhor dos dias, que acaba com minhas esperanças, que me tranca num porão úmido e fétido, que me isola do resto palpável, que me interrompe quando tento produzir, eu sou o mais afetado nessa história sem alinho, eu sou o que vai para o canto chorar, eu que fico jogado no chão, eu que reflito sobre o futuro, que sofre com expectativas, sou eu o que se segura quando quer beijá-la, sou eu o que ouve as negações que ela diz, eu que escuto a voz, eu que sinto o cheiro quando a abraço, é em mim que dói quando chego em casa e não posso mais vê-la, sou eu o que tenta&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;fazer força para tirar fora, sou eu que tenho que dar meu jeito com esse sentimento, e sei que ficar reclamando sobre não vai dar em nada, e que ninguém vai ouvir e dizer que vai tirar para mim, essa lamentação vem porque não sei lidar gentilmente com a paixão e nem inteligente com o amor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;        Eu queria... Eu queria tanto, da vida, dela, dos momentos, dos beijos, dos aconchegos, eu queria tanto, e se mais pudessem me dar, mais eu receberia e mais pediria, porque são vontades que não descansam nem nos sonhos. Eu quero antes que o sol de despida e a brisa passe, antes que o universo envelheça &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;eu a quero. Antes de tudo eu ainda a quero.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-3556674315297085984?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/3556674315297085984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=3556674315297085984' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/3556674315297085984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/3556674315297085984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/07/desejo-vontade-inconstante-ela.html' title='Desejo, vontade, inconstante, ela, insanidade...'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-6540764377196241715</id><published>2008-07-25T12:50:00.000-03:00</published><updated>2008-07-25T12:55:11.755-03:00</updated><title type='text'>Confissões, esperanças, desesperanças, ou sei lá.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoListParagraphCxSpFirst"&gt;Isso porque eu não quero vê-la, nem ao menos ser vítima e sorriso mal dado, ou ainda um abraço fraco, eu não quero vê-la porque, certamente, não saberei até onde poderei ser gentil e omisso de tudo o que sinto ou gostaria de sentir com ela. É complicado encarar a realidade branda dessa situação, ela aparece, faz cara de boba, de inocente, de desconhecedora, e eu, tenho que parar no momento que quero dizer mais. Dizer mais de tudo sobre mim, sobre meus planos, sobre minha vida, sobre minha opinião, sobre ela, e ouvir, sobre a vida, planos, opiniões dela.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;Simplesmente porque me deixo ir, me deixo levar pelos pensamentos bobos, que parecem não dizerem nada, não contribuírem em nada, mas, no final, acabo sendo acertado pelo sentimento massacrador, aquele aperto de mal-estar, aquela dor de não poder estar ao lado, de prosseguir, de fazer valer mais do que uma amizade, no final, tudo acaba com eu chamando palavrões, xingando-a no silêncio, fazendo confissões para o teto, admirando a imagem na minha mente. Eu me arrisco por pensamentos,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;me deixo sofrer, me deixo calar, me deixo levar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;Se ela pudesse levar-me não valeria a pena, ele parece interesseira, barganhadora, falsa, a amizade, que está sendo desenvolvida entre nós, não parece amizade, mas um punhado de interesses fracos, ralos, que o tempo dirá irreversível, nada de bom partido, nada de boa pessoa. Mesmo eu a julgando de primeiras vistas, eu ainda acho que a nuance da escolha que tem que ser feita é o melhor, mesmo que essa me leve a um momento de pesar grande. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;Sim, eu gostaria que o sentimento fosse embora, e que meu coração fosse um, somente focado em meus planos, em minha carreira, em minha história. Nem adiantaria ficar perguntando porque fica-se assim, ou porque ainda estou assim, não adiantaria seguir um clichê para achar uma solução batida, que mal serve para os outros.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;É terrível ter que sentir, é massacrante ter que viver esses passos, ter que abandonar esses sentimentos, ter que ir em frente desprezando efeitos posteriores, é terrível ter que continuar e não parar junto a ela, para ouvir histórias, rir de besteira, dormir junto, bem próximos, olhá-la por horas com devida permissão, deixá-la me abraçar, sentir-la perto, ouvir a movimento do miocárdio com meus ouvido no peito dela, é frustrante ter que assumir essa culpa de não informá-la sobre o que sinto e seguir em frente como se ela fosse um objeto que me apeguei de hora uma pra outra, sem permissão, sem justificativa, transformá-la em uma fase que mais tarde perderá o vermelho e empalidecerá para os tempos, que tornar-se-á &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;um momento de imaturidade adolescente. É terrível fazê-la mais uma.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;Por conselho amigo eu deveria fazer isso, com urgência, deixá-la, não deixar-me, substituir pensamentos sobre ela, e calar-me como se fosse tão normal sentir isso, desconsiderando minha fraqueza de idade, desconsiderado minha apagada esperança pelo amor, desconsiderando meu pequeno arco de acreditar que ser humano algum pode me &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;fazer um pouquinho mais feliz, como se eu fosse uma máquina desentimentada, com excelente produtividade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;Mas de resto digo: eu poderia amá-la, eu poderia aturá-la pelo tempo que fosse, mesmo quando ela estivesse com problemas financeiros, ou com falta de saúde, ou com vontade de desistir da vida e de tudo, eu poderia aturá-la &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;quando suas palavras já não tivesse a energia juvenil, e sua força estivesse indo com os anos, eu poderia aturá-la &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;enquanto as rugas vão mapeando seu rosto, quando não estiver mais tão para mim, ou quando o silêncio bastar por um dia, eu poderia estar ao lado dela, não importasse o que é, o que foi, ou o poderia ser.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpLast"&gt;Mas olha, atenta para frente, enxerga teu futuro, haverá de ter um momento tão bom quando esse com uma pessoa melhor, com maturidade crescida, olha para frente e vê, tempos bons são feitos por nós, que colocamos esperança no amanhã sem ao menos viver bem o hoje, olha lá, estais a ver aquele ponto colorido que parece uma festa, que se ouvi grande barulho, que se pode deduzir melhores momentos, é ali &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;que estarás, ou estarei, naquele momento em que poderei&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;estar mais presente, que poderei estar mais feliz, menos cabeça dura, lá na frente poderei dizer mais vivamente, poderei segurar com mais força tu em meus braços, poderei ser mais atraente sentimentalmente do que sou, ali sim, é ali o lugar , é esperar, porque, ali, poderei dizer sem medo, ou sem receio, ou sem sofrimento, mas com força, graça e vida, ali poderei dizer&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;com o brilho mais intenso dos meus olhos, com o sorriso mais sincero do meu rosto, com júbilo mais alegre desses tempos, com sensibilidade maior, ali poderei dizer eloqüentemente "eu te amo", e rir do bons tempos, mas ali, espera só!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-6540764377196241715?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/6540764377196241715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=6540764377196241715' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/6540764377196241715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/6540764377196241715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/07/confisses-esperanas-desesperanas-ou-sei.html' title='Confissões, esperanças, desesperanças, ou sei lá.'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-449830089390706202</id><published>2008-07-18T22:54:00.000-03:00</published><updated>2008-07-24T09:47:21.441-03:00</updated><title type='text'>Amor desprezivel</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Talvez minhas paixões tenham sido somente pequenos sentimentos&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E minhas teorias sobre estas se detiveram num plano oculto&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; um único olhar me bastava, me acabava.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Talvez haja um pouco de luz lá fora,&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;talvez haja um sorriso e talvez seja eterno,&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; ou tão limitado como o talvez.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É sobre ela. E todos os momentos que passei naquele lado, ao lado dela, como se o olhar que dava fosse mais importante que minha respiração, como se o sorriso fosse mais importante que as minhas sensações. Desistência eterna enche-me com fúria ao toque daquele olhar, a moralidade à segundo plano, bons costumes em evasão. È ela.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É ela ao olhar, é ela ao sorrir, é ela ao tocar. Ô abraço calmo, simples e distinto, ô aperto de mão fraco e caloroso, ô palavras que ricocheteiam alto, ô beleza efêmera.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Se houvesse o amanhã nascente seria ao lado dela, no levantar laranja do sol, rindo aos ares úmidos, falando de bobagens, mas ao lado dela.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ô desprezo que tenho ao senti-la, desprezo ao mundo, corrido passante. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Cheguei ao encontro social e lá estava ela, nos risos cativos, com chama nos olhos, e todo mundo se apresentando, expondo planos, contando histórias, e eu, nada queria, estava a admirar beleza – aquela. E se em um momento rimos juntos foi porque o acaso nos aproximou e nos apresentou, bendito sejas tu acaso necessário. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Assim a conheci, assim continuarei a vê-la, alegre dos fatos, educada das situações, presença eterna. E continua sendo sobre ela, e continuará a ser.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Porque meu sorriso não adiantou, cheguei em casa perturbado. Nunca haveria de sentir em toda a minha vida aquele momento, e se soubesse que era rápido teria chegado mais perto, falado mais, comunicado mais, seja pelos meus olhos, seja pelos músculos de minha boca.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Descontinuidade louca, que foi sentando, intermitência cessante, sentimento indeciso. Estais a perturbar-me como fazes aos crédulos, e se me esquecesse estaria na paz de espírito.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E o que haveria se eu a beijasse? Com beijo intenso arrancado de fúria, marcado de pressa? O que haveria se eu a abraçasse por cinco minutos? Deitaria a minha cabeça nos ombros e depois beijaria seu pescoço? Haveria lágrima de emoção? Olhá-la-ia bem próximos aos olhos? Encher-me-ia de coragem heróica?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Respostas que são dadas ao vê-la em minha mente, que de sã ai se com os devaneios sobre ela. Pobre coração caído, pobre disperção sentimental, pobre situação irreal.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ela, ela, ela e só. Levanta-te sentimento, mostra as tuas idéias, vive a tua proposta. Decide-te antes que eu te abafe com nojo de te ver maltratando-me.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Porque só dela falas e só dela argumenta, e teus argumentos tem sido fortes; aperta-me o coração, acelera-o sem alinho, sua-me a testa, cala meus pensamentos. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E admito, porque do orgulho me desfiz depois de tê-la visto, rendo-me enquanto esperança a razão tua irmã ainda mantém.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Esperança e irrealidade são irmãs tão próximas que quando mais ajuntadas podem transmutasse, uma que torna a outra realidade, outra que deforma a outra &lt;st1:personname productid="em incredulidade. Perto" st="on"&gt;em incredulidade. Perto&lt;/st1:personname&gt; são como quem brigam pelo mesmo objetivo e que não descansam até haver vitória de uma. Decidam-se por mim, porque ainda estou nela.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E estarei nela até o dia em que esta disser, Oi, como tem ido a vida, como tem ido tu. Daí, da conversa resultante, tirará conclusão, passarás a mediar nosso relacionamento ou arranjarás dores para a consolação da razão abatida.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Escolha ela e eu, pelo amor que fazes nascer, nós dois juntos ao nada, porque iremos ao nada, escolha-nos como primeira opção de tua dívida, pagas com generosidade à ela e à mim.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Responde-me logo, retornas a ligação, porque de medigagem já bastaram as vinte e duas tentativas. Acordas para o que tenho, disposto estarei para deitar no teu seio, ou tu deitares no meu, disponível estarei para receber teus beijos fatigados, coados pelo tempo, aqui estarei quando o mundo não tiver mais paciência com a tua intolerância. Estarei aqui. Para ti. Responde-me e não te arrependerás nem do momento em que gastastes tempo e energia, nem da dúvida se validez haverá. Responde-me.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eu não deveria alimentar nada por ela. Estava na igreja, tentava se realinhar, tinha deixado a vida que comecei a tentar hoje e por razão que desconheço, desistiu de viver aquela visa, em plenos jovens anos, reclusou-se para serviço da obra divina. E não deveria eu atiçar-lha a carne, perturba-lha a alma, desperta-lha o mal que tenta por fora. Não deveria sentir o que sinto, cantar quando penso nela, ou rir par teto de meu quaro quando deito na cama para descansar a alma, porque o corpo nem ligo, mas a alma é batida.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E ela está toda envolvida, faz seminário para conhecer mais da nova doutrina de vida, envolvida com os demais fervorosos, e eu, na carne latejante, como a saliva que escorre dos caninos de um bicho faminto, com o coração semelhante ao vôo da andorinha, eu a desejo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não deveria, não deveria, não deveria. Sim deveria livrar-me do tal pecado, do desejo vermelho e provocador, deveria apoiar-lha na luta que é estar nesse mundo e seguir passos estreitos como os dela. Deveria sim estar em concordância com as opiniões religiosas que tem.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas macho minha alma com o pegajoso pecado, negro e gosmento, que impregna e passa a tingir as vestes que procuram ser branqueadas por ela.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Desejo, com latejante querer, com sentimento pedinte e com súplica&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;ao acaso, único mediador e possibilitante de tal situação torpe. Não deveria.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Calaram meus lábios, cansados de especular, cansou-se minha mente, divagosa em pensar, cansou-me as pernas, de andar lado a lado, doem meus osso, de tando me expor ao frio de te esperar, fatigou-me os olhos, te tanto que te procuraram, cansou-me os lábios, de tanto serem pressionados um contra o outro&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;e os dentes de tanto mordê-los, fatigou-me o momento de tanto esperar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E te vi. Andando pelas ruas, mas acompanhada. Aquele pobre ser que anda contigo não te merece. Este ser vil não vale o quinto que estais a oferecer ao mundo só com o teu olhar, e nem a décima parte do teu sorriso, quanto mais o teu abraço, o teu cheiro, os teus lábios, teu aperto, teu sussurro, o teu afago, o teu prensamento, o teu amor e tua atenção. Cansou-me todo corpo, menos meus sentimentos, porque ainda latejam.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas passou o tempo e já estais com outro ser, tão vil quanto o outro e desprezivelmente deveria trata-lo, mas não o farás, maldição de minha vida., pedra do meu caminho, discórdia minha. Talvez não valhas os que te acompanham.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E eu me torcendo em nós nunca dados, arrumando justificativa para tua indisponibilidade, droga do século.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;-&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E mais tempo passa e nada, não haverei de tocar o corpo, nem beijar-te com calma ou intensidade, nem de sentir teu bumbum frio enquanto corre minha mão sobre teu corpo deitado e nu, nem da barriga macia e teu seio, ou da tua cama quente, teu suor melado, teu gosto diferente, tua boca única, teu hálito curador, não haverei de sentir, mas aprendi a te ver sem receio, sem dor, sem martírio auto-provocado, e a amenidão areja minha alma, quando te vejo sorrir, ou te vejo a olhar, ô arejamento fagueiro, ô ressurreição das cinzas, ô emoção que foi te conhecer, amor imprevisível e desconhecido. Amor desprezível.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-449830089390706202?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/449830089390706202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=449830089390706202' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/449830089390706202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/449830089390706202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/07/amor-desprezivel.html' title='Amor desprezivel'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-8211181933098277451</id><published>2008-07-18T09:35:00.000-03:00</published><updated>2008-07-18T09:36:24.392-03:00</updated><title type='text'>Vida e Poder</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;E se eu pudesse calar-me?&lt;br /&gt;E se eu pudesse omitir-me dos teus?&lt;br /&gt;E se eu pudesse fugir do normal?&lt;/p&gt;            &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Vida cansa, vida pára, vida continua, vida propaga,&lt;br /&gt;Vida fatídica, vida cama, vida intermitente, vida tua,&lt;br /&gt;Vida de cãibra, vida inspira, vida na cama, vida minha,&lt;br /&gt;Vida nossa, vida destina, vida daquela, vida de dores nas costas&lt;br /&gt;Vida que toma remédio, vida que melhora, vida que...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;E se eu pudesse calar, omitir, fugir?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-8211181933098277451?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/8211181933098277451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=8211181933098277451' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/8211181933098277451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/8211181933098277451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/07/vida-e-poder.html' title='Vida e Poder'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-3285724328778338162</id><published>2008-07-18T09:34:00.000-03:00</published><updated>2008-07-18T09:35:14.888-03:00</updated><title type='text'>Vestimenta</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;Saí de casa, nu fui á loja&lt;br /&gt;Comprei tua roupa,&lt;br /&gt;Depois de experimentado e gostado,&lt;br /&gt;Voltai às ruas&lt;/p&gt;                  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Divertida rua.&lt;br /&gt;Fui a ela com tuas roupas,&lt;br /&gt;E a reconheceram, observaram,&lt;br /&gt;Não pararam de olhar&lt;br /&gt;Roupas tuas,&lt;br /&gt;Correram atrás de mim&lt;br /&gt;E tomaram, tomaram tuas vestimentas de mim&lt;br /&gt;Perceberam, não deixaram&lt;/p&gt;            &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Voltei á casa nu,&lt;br /&gt;Despido é o que é estar com as tuas roupas&lt;br /&gt;Quando pouco coloco-me nelas&lt;br /&gt;Mais percebem e mais mudam-me&lt;br /&gt;Nudez é está vestindo tuas roupas.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-3285724328778338162?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/3285724328778338162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=3285724328778338162' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/3285724328778338162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/3285724328778338162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/07/vestimenta.html' title='Vestimenta'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-3974574759879737743</id><published>2008-07-18T09:29:00.000-03:00</published><updated>2008-07-18T09:33:19.399-03:00</updated><title type='text'>Rala Existência</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;Existência pequena&lt;br /&gt;Notada quando se quando para o céu&lt;br /&gt;Existência Ínfima&lt;br /&gt;Frágil como foi barato&lt;/p&gt;          &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Existência pequena&lt;br /&gt;Que transita entre desejo e realização&lt;br /&gt;Existência calada&lt;br /&gt;Sem tanta inspiração&lt;/p&gt;          &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Existência nula&lt;br /&gt;Que muda na morte&lt;br /&gt;Existência baixa&lt;br /&gt;Sem tanta esperança&lt;/p&gt;            &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Existência tua, descrença,&lt;br /&gt;Nua, desprovida de mais detalhes&lt;br /&gt;Lineada, desprezada existência&lt;br /&gt;Existência calada&lt;br /&gt;Sem grandes ganhos&lt;/p&gt;          &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Existência nua&lt;br /&gt;De vergonhas de fora&lt;br /&gt;Irregulável, imiscível&lt;br /&gt;Nula, xula, tua&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-3974574759879737743?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/3974574759879737743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=3974574759879737743' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/3974574759879737743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/3974574759879737743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/07/rala-existncia.html' title='Rala Existência'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-1829535820523070825</id><published>2008-07-08T10:42:00.000-03:00</published><updated>2008-07-08T10:43:49.905-03:00</updated><title type='text'>[cap. 15 ou 5 - Um pouco mais à frente]</title><content type='html'>O pequeno momento. Pequeno, mas único, douradamente salpicado de brilho, palpitante. Olhava ao redor perguntando ao coração quando pararia de bater tão forte como se fosse levar o corpo dela para fora. Mas estava ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de sucessivos beijos que perderam  e facilitaram o mais adiante, encontrava-se deitada na cama, ainda se perguntando. Mas o que era a situação para os olhos, aqueles olhos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era um simples toque que percorria o pudendo quente delicadamente, como a dança da língua nos beijos que estavam antes. A pequena estrutura nervosamente exacerbada era tão bem  acatada, o óstio tão bem preenchido pelos dedos que ascendiam e descendiam, calmamente desejáveis. Aí veio o que a encabulou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve apertos sucessivos no glúteo dela e depois o dedo, o mesmo que dominava a área anterior, passou a circunscrever o ânus, tão calmamente quanto antes, tão expressivamente. E a massagem ora intensificava, sendo que o dedo quase internalizava nela, ora era suave para ser sentido no meio das contrações produzidas ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O músculo com osso foi substituído pelo o sem, tão mole quanto a desinibição do momento, tão molhado quando os suores da ansiedade; que corriam deliberadamente, corriam em círculos e por horas, como o dedo, tentava adentrar na casa pela porta dos fundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansada das terminações primariamente feitas, vai para a segunda e distribui nela todo o sabor acre, duas que compartilham sob o imprescindível prazer pelos dois. Dois que lutam contra si, mas que perdem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu não consigo mais. - Não foi questionada. Ela virou para o lado, ainda molhada, não satisfeita.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-1829535820523070825?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/1829535820523070825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=1829535820523070825' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1829535820523070825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1829535820523070825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/07/cap-15-ou-5-um-pouco-mais-frente.html' title='[cap. 15 ou 5 - Um pouco mais à frente]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-3786006735621400175</id><published>2008-07-08T10:40:00.000-03:00</published><updated>2008-07-08T10:41:23.675-03:00</updated><title type='text'>[cap. 14 ou 4]</title><content type='html'>[cap. 4 ou 14]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se correu, foi em velocidade mais lenta que a dos pensamentos escorrentos sobre si. Nas roupas masculinas, no constrangimento que poderia ter ao ser avistada por alguém que estivesse rodeando as proximidades, mas, considerando o espaço e o tempo, não passou por problemas tão humilhantes. Mas dali saiu, e, se aos passos, lentamente foi tentando organizar cada pedaço disperso na cabeça, devagar para classificá-los, devagar para separá-los, esforçosa para ajeitá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decerto haveria incertezas sobre o que poderia ser ao voltar a encontrar Luis, se o olharia nos olhos, ou ainda, se existiriam sorrisos intimidadores. E organizando cada pensamento. Seria Marcos uma lembrança constante? Ou calá-lo-ia aos sons dos beijos com Luis? Continuariam os pensamentos a perderem-se na digressividade e encontrarem, na vasculhação eterna, os sorrisos que eram ser mais dos um simples enrijecer de lábios? Estaria a relembrar a estaticidade do primeiro dentro da caixa envernizada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se continuasse a prender-se nesses momentos, que de passados já estavam se indo, não estaria aproveitando o que tinha se dado como solução: uma fuga inconseqüente. E isso a reavivou, calaram-se os murmúrios e os devaneios foram mais repensados, considerados uma experiência amenizada. Não tão magicamente, mas nos passos calmos que marcavam a noite, nos carros tímidos que atravessavam vez ou outra as ruas cálidas, na visualização da paisagem apagada, nos risos que dava ao observar os trajes que vestia, nas respirações que realizava, no silêncio que chegou pouco depois, e foi colhido pelo ar que concordou com tudo, e, no mais tardar, com mais experiências que viriam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apareceu no apartamento no com cara de quem poderia ter regido melhor. Foi bem acolhida pelo rapaz sincero nos beijos, esperava-lhe um jantar, numa mesa simples, preparada para almoços solitários, para jantares inexistentes, para desjejuns a dois, e só. Mas a comida cheirava bem, preparada por ele mesmo, desprezante das comidas a telefone, era caseira e de sabor, não  duvidada fosse pelo cheiro. Luis a viu na soleira da porta com quem não queria nada demais, a não ser um simples olhar de afago, ou um riso, tão sóbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vem. - disse. Nara levantou a cabeça vagarosamente, e havia, com a certeza que me disse no momento, uma simplicidade que já estava falando que o que tinha acontecido tinha sido, e só, um eventual descompasso. Aproximou-se da mesa e sentou-se, olhou no rosto e o encheu-se de riso puro, corou-lhe as maças, abaixou a cabeça, visualizou o prato e disse:&lt;br /&gt;- Parece muito bom.- levou o garfo a boca e mudou a expressão enquanto saliva dolorosa enchia-lhe a boca, e completou:  - Realmente está.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queriam evitar qualquer conversa a respeito do acontecido, já tinha bastado as expressões, as telepatias, e tudo mais que puderam fazer sem o auxílio da palavra, mas Luis não evitou citar os trajes, estes que foram figurino de exposição urbana de Nara pouco tempo atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A gente vai na loja amanhã. As roupas devem estar confortáveis, mas não tão bonitas.&lt;br /&gt;- Ah, eu gostei.- e riram da ironia.&lt;br /&gt;- Não te preocupa com nada, a gente dá um jeito.&lt;br /&gt;- Uhum - concordou, olhando um pouco abaixo dos olhos que antes descobria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminaram de jantar, lavaram a louça juntos, falando um pouco acerca deles, um pouco de histórias recorrentes engraçadas, e mais um pouco. Preparam-se para dormir, desconcertados com o dia, porém mais aproximados, a conversa falada continuava sendo um jeito inocente de colocarem-se mais a conhecer. Nara foi ao cochonete fino com um travesseiro confortável, e Luis, talvez mais esperançoso por uma reconciliação vivaz, na sua cama, que era de casal, mas não queria constranger a menina obrigando-a a dormir ao seu lado logo numa primeira noite. Tentando dormir pensavam mais ainda; Nara gostava dele, porque Luis seria um solitário sustentável, tinha havido muita ofensa pelo dia turvo, seria mais normal o amanhã depois de acordado, conseguiriam esquecer e pôr para frente planos aos desejos, esqueceria Marcos hoje, abandonaria passado por uma, acreditaria em mais, estariam no mesmo barco, seria esse barco furado, e tantas outras questões que nunca ninguém se pôs a contar, pois qualquer desses  cai na incerteza ao numerar um pensamento enquanto este se mescla com o sono vindouro que mais parece um pequeno cansaço do que um sono que duraria horas, e inesperadamente somem os pensamentos do consciente, calando-se para ouvirem os que foram ouvintes atentos durante o dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordaram. Não queriam levantar se da cama ou do cochonete, no caso de Nara. Mas ficaram parados. Olhando para o teto sem dizer palavra alguma. Nara fechou os olhos novamente e por alguns minutos ficou a pensar no dia que viria, o que seria desse dia. Ao abrir os olhos, viu que Luis a olhava, com cara serena, despeço na beleza que a garota possuía e riu-se mais uma vez com riso sereno, sincero e matinal. Nara não deixou retribui-lhe tal expressão e gostaria, por um momento calmo, estar ao seu lado, disposta ser abraçada por ele, acatada pelo calor que era estar próximo do rapaz. Mas calou-se para si mesma e o viu levantar da cama ir ao banheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao sair do banheiro, foi à cozinha, preparar algum café, já era hábito cafés a dois naquela cozinha, porém só cafés , como foi dito antes. Durante a habilidade de Luis ao preparar o alimento que os satisfariam pela rápida manhã, Nara apareceu com cara lavada, sentou-se na mesa e o observou fazendo o trabalho. Ele estava sem blusa, e isso era o que enchia os olhos, detalhar mentalmente cada pedaço da barriga nivelada, mapear o braço ágil do garoto, o leve bronze que ameaçava  a branca pele e o peito, acompanhado do peitoral, e "hum" gostaria de deitar naqueles peitos, afagado pela misericórdia de um garoto simples, sem tantas complicações, não tão aventurado em descobertas como o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviu-lhe o café, na simpatia que não o deixava, e serenamente, pois esse adjetivo incessante não me para de martelar quando é falado no sereno rapaz, disse "Bom dia",&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom dia. - completou Nara ainda dispersa nos antigos pensamentos.&lt;br /&gt;- Como foi a noite? - perguntou a pergunta de todos aqueles que são anfitriões, preocupados, ou não, com o bem estar dos hóspedes.&lt;br /&gt;- Foi muito boa. Obrigada pelo acolhimento. Você não faz idéia do que é estar assim...  - Luis nesse momento fez cara de quem gostaria de detalhes esclarecedores e que gostaria de poder ser mais presente na nova vida de Nara, porém ela o interrompeu das palavras não ditas: -... Meio solta pelo mundo.&lt;br /&gt;- Ah eu sei sim.- E Nara não quis ser hipócrita e perguntar-lhe o que era estar solto pelo mundo.Mas ficou com isso na cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixou o pensamento preso enquanto colocavam a louça na pia, enquanto Nara se aprontava pra ir a loja com roupa de chegada, pois não deveria, poderia se possível, mas não, ir com as roupas largas, frouxas e desdenhosas do garoto; enquanto escovam os dentes, sendo que Nara, não havendo problema algum por Luis, usava a mesma escova do hospitaleiro; enquanto iam ao carro, enquanto entrava num enorme prédio lotado por lojas bem arrumadas e chamativas, aí sim, Nara deixou que os pensamentos voassem para que pousassem as variedades existentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encantamento é o que enche mulheres quando se vêem dentro do lugar, e se , e não só se, tiverem dinheiro disponível para colocarem nelas a alegria de estar mais equipadas para as manhãs, as tardes, as noites, quando querem ser mais do que um belo corpo, mas um belo corpo numa bela vestimenta. Ali, o gosto de Nara foi desafiado pela variedade já citada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas foram numa loja e de lá trouxeram umas calças bonitas e um riso de satisfação de Nara, e numa outra em blusas estavam boas e baratas, e em mais uma, pois coube-lhe bem o vestido amarelo, e mais noutra, pois precisa de acessórios, e noutra, que só Nara entrou, Luis, ficou a espreita desdenhosa, não era bem vistas mulheres comprando suas roupas íntimas ao lado de um rapaz; o confundiriam com um casal maníaco por fetiches, embora nem casal fossem. E mais numa loja em liquidação, valeria a pena entrar mesmo que somente para ver as ofertas. E saíram desta, Nara ao porte do sorriso que de tanto já dizer satisfação, disse agradecimento. Com o riso e os olhares cheios de gratidão puderam-se ver mais um pouco; aproximaram mais um pouco, detalharem-se mais um bocado, abraçarem mais um tanto, mas não beijaram-se. Não se tratava de uma garota que foi conquistada pelo poder de compra de um jovem rapaz ou pelo valor que ele possuía na sociedade, mesmo que este fosse um engenheiro bem pago e solteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Muito obrigado mesmo – disse Nara com júbilo disfarçado no tom de voz que gostaria de ser mais jubiloso. Andavam paralelo ás lojas, ainda, de vez em quando olhando para umas vitrines.&lt;br /&gt;- De nada, não se preocupe com nada disso, tá? Esqueça qualquer problema. - disse Luis, na bondade que acreditava inexistente nas pessoas do mundo quando encontrou Nara na estrada. Olhou para o machucado que já tinha se aquietado mais na pele. Estava prestes a puxar um novo assunto discutivelmente produtivo quando, de um pulo rápido e habilidoso, entrou numa loja e tentou se esconder de alguém. Luis estranhado com a situação a seguiu e a encontrou desconfiada.&lt;br /&gt;- Mais o que foi?&lt;br /&gt;- Nada é só uma velha história?&lt;br /&gt;- Velha... e viva?&lt;br /&gt;- É um garoto lindo, mas só as garotas entendem o porquê. - dizia toda estranha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas depois de o perigo passar, foram ao supermercado comprar escova para Nara e comida para dois. E deixaram passar o episódio estranho. Voltaram de carro para a casa, com várias palavras comentadas da manhã rápida, e outras como as de Luis dizendo que precisava ir ao trabalho naquele momento, perguntou se haveria problema para Nara de se virar sozinha, respondeu que não, e completou dizendo que tinha se atrasado a manhã inteira, mas que arranjaria jeito de justificar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parou na frente da casa e não puderam evitar um beijo rápido e inconsciente como se conhecessem fazia semanas. Nara entrou em casa com as compras, e os pensamentos sobre o rapaz, que tinham nascido no início da manhã voltaram a questioná-la. Porque haveria um homem desses, a solta pelas ruas, bem por se próprio e solteiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensou ainda no outro menino que viu, lembrou-se dos traços, mas não era nada para a dúvida que a perturbava sobre a procedência indigna e similar de Luis, ficou a pensar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-3786006735621400175?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/3786006735621400175/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=3786006735621400175' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/3786006735621400175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/3786006735621400175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/07/cap-14-ou-4.html' title='[cap. 14 ou 4]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-3144794771399878192</id><published>2008-07-08T10:36:00.000-03:00</published><updated>2008-07-08T10:39:38.227-03:00</updated><title type='text'>[cap. 13 ou 3]</title><content type='html'>Se não bastam as lineares paisagens que cercou-os durante toda a viagem, bastava então o silêncio típico do chão negro. Porque Nara estava sendo conduzida sem uma informação a respeito do moço, e o que adiantava pergunta-lhe se era ou não bom? De qualquer forma a ajuda ingênua do garoto foi uma solução fugas das decisões despreocupadas de Nara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vez ou outra ela o olhava, e evitavam olhares. Olhares de canto de vez em quando os intimidavam, sabiam que estavam se conhecendo pelo silêncio movimentoso dos olhos. Mas não se perdiam, sabiam separar cada sentimento ou ação que viria posteriormente, para evitar constrangimentos. Assim como também Nara sabia plantar sentimentos acerca do jovem rapaz, mesmo incerta do que poderia surge entre eles, ou ainda não sabendo se reciprocidade haveria, semeava. E, em relação ao garoto, estava somente pelos cantos dos olhos, e, por preocupação eminente, arriscava uns sorrisos amarelados tornados rosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uma forma ou de outra, o que era a atração entre corpos de Newton? Subsídio da mecânica? Parte dela? Inquestionável lei macroscóspica? Ou simplesmente resultantes sentimentos de tais interações? Boa explicação para o que era aquela situação. Não no sentido atômico, mas no nível sentimental, se é que leis naturais podem ser usadas no instável ser sentimental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uns sentimentos de lá e outros de cá, era o que poderia se dizer no momento em que Nara estava na frente do pequeno prédio, submetida á experiência dela própria, esperando que esta seja uma de semanas, e quase preparada para o que poderia virar verdade a partir de hipóteses. Avançando em direção próxima do prédio, a pouco da entrada sem porteiro algum, estancou paralisada pelo medo. Mas se a expressão desenha esses momentos, a dela era contemplada pelo chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que foi?&lt;br /&gt;- Eu não sei aonde eu tô indo. - disse ao revelar a expressão indefinível&lt;br /&gt;- Você nunca saberá se não for.&lt;br /&gt;- Tenho medo do que poderá vir.&lt;br /&gt;- Você não precisa desse medo.&lt;br /&gt;- O que garante que a segurança estará lá ou mesmo que coragem eu vou ter?&lt;br /&gt;- Você confiando, basta somente.&lt;br /&gt;- Você poderia me abraçar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraçaram-se por dois minutos. Se a significância do desejo similar a esse tivesse mantida, diríamos que era o agradecimento com o medo, que é o mesmo que a incerteza que se arrisca. Mas por obra da homeostase, ou do próprio ser, não, mudou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mais forte - Nara sussurrou e sentiu mais intensidade do abraço. - Mais forte - repetiu. Passou a mão nas costas de Luis, era bom o sentir junto, perto, não-sozinha, sentia o cheiro que esvaía em cada suspirada. Gostaria mesmo de entrar naquele corpo, e passou o tempo necessário até se sentir segura o bastante para voltar para o mundo, para a realidade, para a vida latejante. Não o largaria, aproveitaria a eternidade do tempo para se sentir segura, viva, nele, para ele.&lt;br /&gt;- Não precisa ter medo - e desabraçou quando não teve mais força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prosseguiu até a porta, adentrou no pequeno hall, subiu as escadas, já que elevadores eram desnecessários para um  de três andares, e foi ao apartamento acompanhada de Luis e só, sem roupas, malas, ou lembranças vivas do dia em que a pólvora amassada vez barulho bastante para acordar a morte, ou ainda, o barulho do metal ao ser retirado de cima da penteadeira e, depois, já sem barulho, atingindo a garganta de uma velha esperança, e mais um pouco, o senhor que se despediu em uns poucos gemidos e encontrou o céu nas águas não claras das redondezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrou no apartamento. Era necessário, nem demais para um garoto que se virava sem as custas dos pais, quase um enclave, nem pouco para um solteiro desinibido. Branco, com dois quartos, duas salas, cozinhas, dois banheiros. Já que não tinha malas, Nara só ficou olhando o lugar; nem ouviu frases como "deixa tudo aí depois arruma", " olha coloca tuas coisas aqui", mas isso não foi problema para a gentil garota que quando viu-se pressionada pela situação riu-se e,com a gentileza sua, não o fez ficar desconcertado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eram os constrangimentos que deveriam reger o momento, e deixá-los sem palavras. Luis ofereceu toalha e um short e blusa para que Nara pudesse se sentir mais confortável. Depois dos atos de higiene Nara ficou observando o céu, enquanto Luis ajeitava coisa e outra, perguntando-se se solução haveria sair, mudar de rumo, para que  pudesse esquecer um pouco do leve sorriso do passado, mas ainda crente que poderia ser uma oportunidade em que haveria de botar fora o velho fantasma M. E interrompeu tal pensamento para ouvir os passos calmos de Luis, para imaginar os pés que, pressionados contra o chão, levantavam barulho sereno, e o seu pé, digna obra grega, de idealização, que latejou sobre a cabeça dela. Passou por ela e deu um sorrisinho que a encantou, mesmo atentada pelas velhas lembranças, um sorriso era o que precisa ou mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele exercia nela uma perda com o mundo exterior, quase que rapidamente ela mergulhava na realidade criada, na imaginação inventivamente perdida. Continuava a imaginar cada detalhe como se fossem pertinentemente doces, queridos, únicos. Permanecia, ás vezes sem entender aonde aquilo a levaria, mais continuava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, ele vinha e se sentava á frente dela, concentrado. Perturbada, tentava unir o segmento que ligava os olhos dela aos olhos dele.  Avançava sobre ele e sentavam-se frente a frente, ela em cima de suas coxas. Novamente se olhavam, admiravam não-receosamente os detalhes corridos dos rostos. Aproximavam-se as faces e beijavam-se, no mais calmo ritmo, no mais profundo compasso. Continuavam por minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então ela poderia avançar com sua mão sobre o corpo dele, essa mão atravessa a calça e depois toca delicadamente o copulador. O ritmo do toque avança, o do beijo também. Logo ele tira a blusa e ela coloca delicadamente seus quentes lábios sobre os mamilos dele, ainda com o ritmo de antes. Um pouco depois tira a calça, não dava para vê-lo nu, está escuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vasculha cada centímetro do corpo dele e encontra seu pênis, o manipula delicadamente, depois pressiona a glande contra a sua mão sucessivas vezes, o ouvi fungar, pressiona com mais força, e com outra mão faz movimentos opostos, ascendente e descendente, começando devagar e acelerando uniformemente. Continua assim até sentir um líquido quente obre sua mão e sobre seu rosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltaram a se beijar, mais rapidamente. E logo ele se volta para ela e começa a explorá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que foi?&lt;br /&gt;- Hum?&lt;br /&gt;- Ah. nada eu só tava pensando aqui.&lt;br /&gt;- Você tava com uma cara meio...&lt;br /&gt;- Ah não, não é nada.&lt;br /&gt;- Me ajuda aqui.&lt;br /&gt;- Sim, claro.&lt;br /&gt;- A cama está numa posição que não dá pra colocar cochonete pra ti.&lt;br /&gt;- Aqui?&lt;br /&gt;- Olha puxa pra aquele lado que eu puxo pra cá. Preparada? Já?&lt;br /&gt;- Pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois caíram na cama e ficaram admirando o teto branco, repentinamente viraram um de cara para o outro. Ele riu o riso sereno, Nara não conteve o dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu te olharia por um século. - disse Nara. Ele olhou para ela , riram-se aproximaram-se e beijaram-se. Nara o abraçou, desceu a mão pelas costas e parou no quadril dele. Mas ele prosseguiu o movimento direcionando a mão dela para o rijo pênis, isso a levou para o seu quarto momentos antes de ter a surpresa materna. Recuou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não eu não posso. Saiu do quarto correndo.&lt;br /&gt;- Ei, não, desculpa, se eu passei dos limites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nara saiu do apartamento  e ficou desaparecida por horas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-3144794771399878192?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/3144794771399878192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=3144794771399878192' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/3144794771399878192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/3144794771399878192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/07/cap-13-ou-3.html' title='[cap. 13 ou 3]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-4602166795969996269</id><published>2008-06-13T21:32:00.000-03:00</published><updated>2008-06-13T21:33:07.404-03:00</updated><title type='text'>Passos tímidos</title><content type='html'>Houve um dia em que chamaram-me para dançar, eu temido, desconfiado do ato, abusado de quem o fazia, neguei; por insistência, tanta, refiz minha decisão. Sair a dançar como os demais. Por que das danças saíram muitas histórias, que perdem-se nas fofocas ou são mantidas por estas, fiz, então, uma história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecei tentando calar as batidas desritmadas e aceleradas de dentro, recompondo os eixos do meu corpo recém-descobertos do meu corpo, angulando pernas, descansando braços, trabalhando músculos, desmembrando passos, devagar, ao som da música rápida, aos gritos do que acompanhavam, na vergonha que senti ao notar que me olhavam. Normal, pensei. Não totalmente o contrário, corei-me de rosa, porque  de amarelo, que é quase imperceptível sobre minha pele, não consegui, e fui a cadeira da mesa onde estavam meus quitutes fritos. Era o que me restava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E veio a dourada bebida, sinceramente, na hora nem pensei nisso, mas tomei tentando tirar o desconcerto de mim, e, sem notar, enchia-me do líquido amargo o mesmo que de sem vergonhisse. Era o que me restava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desritmado – quem ligou? – fui ao chão sem atrito, deslizando sobre a música que pensava estar compassado, mas ali, destemido, já sem preceitos, sem rosas fisiológicas, despreocupado com o tempo, conseqüentemente com o lugar, e as pessoas. O que fariam? Se fossem rir, taxariam minha condição não sóbria, e isso me faz refletir os líquidos alcoolizados, o por quê bebi eles me faz pensar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-4602166795969996269?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/4602166795969996269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=4602166795969996269' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/4602166795969996269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/4602166795969996269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/06/passos-tmidos.html' title='Passos tímidos'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-410514928549117609</id><published>2008-05-28T21:40:00.000-03:00</published><updated>2008-05-29T09:25:32.068-03:00</updated><title type='text'>Desencontro</title><content type='html'>A faísca não decidida ameaçava a longa mata que rodeava, um movimento brusco, às vezes involuntário, faria descer a destruição que correria sobre toda extensão circundante. Mas voltava, sempre insistente, faíscas que de algum lugar vinham, perturbadoras, marteladoras da paciência e sanidade, isso adentrava no profundo ser, desbaratava escudos, calava contra-argumentações, brigava com a vitória, estabelecendo-se no muro, não decidas, mas ameaçadoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E na janela via-se, ali, do outro lado da rua, e expressão de preocupação, as dúvidas que aniquilavam a calma da tarde, durante o pôr-do-sol, porque haviam desejos, quebrados pedidos, acumulando-se, empurrando-se para fora, se iria ou não entregar-se; o rogo vinha, de tempos em tempos, as negações em contra partida, de contra-argumentação em contra-argumentação, e a cada lembrança, doía-lhe.Poderia, a partir daí, estar ás custas da preocupação; se erros aconteceriam no decorrer, se desacerto era o decorrer, se problema seria o depois, sempre às custas da dúvida preocupante, estabelecida pelo tempo, pelas conversas, pelos conselhos, pelo visto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cecília ainda olhava o quadro natural desregulado da janela, não via, pois o fundo era desprezível para a peça dramática que se passava internamente, o sol que descia no fundo, era regida pelo o que de mais longa origem vinha, os atores eram, praticamente, vítimas, que falavam sobre o que os perturbavam, mas que não tinham coragem para jogar fora, era doloroso, mas necessário, pelo ao menos nos séculos passados; continuava pulsante, retornando para as bases o relacionamento entre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me diz o que eu vou fazer, me dá um idéia mais lógica para justificar, algo que o faça recuar e entender, Parece que tu não quer, porque despreza os desejos que tem dentro de ti, manera nos preceitos!, Porque não me responde com solução?, Porque te faço-as a muito tempo, desde que te encontravas, naquele dia, no banheiro, na água que percorria o teu corpo, escorregando sobre teu seio, obedecendo as linhas curvas do teu corpo, atravessando teu abdômen, chegando e acumulando no teu umbigo, descendo de novo, no meio das tuas pernas, lá te perguntei e lá recusou, Porque ainda volta? Ele continua perturbando, não ficarias aí se fosse tu, se tivesse o poder que tens, Tenho e o quero usar adequadamente, e só, não quero ser galhofa, papo de moleque que tem vento na cabeça, Mas não fostes tu que escolheste ele? Não vou responder essa pergunta suja, Justa, Desnecessária, Mas tua, e calou se para si mesma, não era bom quando discutiam se aconteceria ou não, porque, na verdade, era perda de tempo, cíclico, os mesmos argumentos repassados com algum detalhe cotidiano a mais acrescentado, mas, essencialmente, o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi tomar banho, no úmido banheiro, ao som da água que caía e corria, acumulavam-se os pensamentos do momento atrás, retraíam ao entrar debaixo do chuveiro e concorriam com a sobriedade que a água fria trazia quando escorria pelo corpo, duas temperaturas que, por intermédio da natureza, natural ou humana, disputavam o mesmo corpo, ou ambiente; quente, pulsava dentro, na mesma ritmia do miocárdio, subia pelo pescoço, descia pela barriga, por entre as pernas, recuava para dentro, e, como tentáculo, saíam de novo, lutando contra o frio, lutando para sair, como se debatia, e seu dono, que poderia ajudar, ainda estava em indecisão. Mas as vozes perturbavam e diziam promessas, as melhores, que a colocariam no patamar do mundo real, vivido, e o ela ia com a mão que rodeara o seio, descia sem presa sobre a pele macia, colocou a mão sobre, tentou tirar, tentou sanar, lutou para colocar longe, e ritmamente, mas olhou pela pequena janela que tinha um pouco acima a cabeça, o sol se indo, mais longe do que antes, respirou e determinou que  deveria ficar no escuro latente, mas latente e ainda escuro; bastava o sabonete esfregado contra o corpo ,que retirava os restos da pele, e a toalha, para os respingos de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi ao quarto a casa que estava vazia, pais estavam fora a trabalho, confiavam na filha, o seu quarto, onde escolheu a roupa, mais adequada para o início da noite, e foi ás ruas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perto da casa havia uma praça e numa das ladeiras, a de pouca declividade, descia ainda de cabelos molhados, recém-lavados, ainda querendo que, na água que o tinha lavado, tivessem sido expelidos todos aqueles pensamentos; ao som as das crianças que corriam na pequena rua, brincado de bola, pulando coras, desafiando elásticos, instigando adivinhações mais prováveis para esconderijos, e distava dois quarteirões da casa; fazia diferença ir lá, por um momento curto ou longo, na fresca praça. Caminhando tentava tirar paz da brisa que deslizava sobre sua face.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E chegou à praça arborizada, bem cuidada, calma, sem muita gente, sentou num banco, olhou para o horizonte possível para ver os últimos suspiros do dia e a voracidade seca da noite que ia se coroando sobre o céu. A noite se suas complicações, pensou Cecília atentando para a dança calma e não regulável das cores, não conseguia nomear-las no céu,se misturavam, a definição ia se desapercebendo, Espero que um dia a minha noite seja estabelecida assim, pensou mais um pouco e finalmente não podia ver mais sinal de claridade; focou os que estavam na praça e só observou casais que, ali e cá, aproveitavam-se, viu nitidamente quando, no mais longe, um sentiu o perfume da acompanhante da qual sorriso fluía e brilho enchia os olhos, e, um pouco mais próximo, o casal que analisava as texturas das peles da mãos que estavam dadas, que apreciavam um simples movimentos dos dedos sobre a mão do parceiro e da parceira, e, mais próximo ainda, a garota que colocara a cabeça nas coxas do acompanhante, olhando para o céu, perguntando sobre a infinidade do universo e da que via nos olhos dele, e Cecília riu-se daquelas situações, com um riso singelo, essencialmente jubiloso, que fez ver em seus olhos brilho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhou a árvore, uma solitária, que balançava tranquilamente com a brisa, iluminada por um poste perto dela, de luzes alaranjadas que não revelava o todo, mas que também não a ofuscava; imaginou-se como esta, alimentada pela terra, vivendo somente do que vinha dela, e um poste que um dia foi colocado perto, quase que ocasionalmente, mas com um objetivo. Continuaria no balanço da brisa?, pensou, A tranqüilidade é bela, mas monótona , que a mantém ali, naquele mesmo lugar, percebida por uma luz que não mostra tudo o que ela é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabia que te encontraria aqui, disse Teseu quebrando a cadeia de pensamento, Porque desligou o telefone? Liguei a tarde toda; a resposta quase foi entendida quando Cecília o olhou alegre e ao mesmo tempo confusa, não por ele estar lá ou por aparecer de surpresa, já se conheciam faziam seis meses e tentavam se ajustar num relacionamento, Nada, eu só queria um momento silencioso, respondeu, E que momento silencioso, foram o quê? Umas cinco horas?, perguntou Teseu, Por aí, vem cá, disse Cecília sinalizando para o namorado sentar-se perto dela,  e depois de ter feito, ela o abraçou pela cintura e ficou ouvindo o barulho que saia da caixa torácica dele, suspirando o delicioso masculino perfume que o envolvia,É engraçado lá no colégio, a perturbação que é naquela sala, o professor se mata pra tentar acalmar a sala e no final nem tem aula, disse Teseu, Cecília ouvia, mas estava longe, discutindo planos que nem tinha idéia se aconteceriam, E lá em casa o papai vive falando o curso que eu tenho que fazer e repete, repete, repete, “Direito, Medicina, não vai fazer outro curso, quer passar fome?”,fica nessa, Cecília largou do abraço, olhou-os nos olhos, e, com o dedo indicador, parou o movimento dos lábios finos do namorado e o beijou delicadamente, depois deu pequenos e carinhosos ósculos nos lábios dele, tão calma e tranqüilamente quanto a brisa que tinha sentido, reolhou-o nos olhos tão profundamente , se reapaixonando pela ingenuidade e vontade de descobri a vida do namorado, apressiou o momento, observou os lindos olhos que tinha, ainda sentindo o cheiro dele, passou a mão no cabelo e na nuca de Teseu, o abraçou e o beijou novamente, ainda calmamente, ainda em preocupação - foi aí que ele pensou que fora jogado a corda, crédulo que era a resposta do labirinto -  então Teseu encheu-se de si e abraçou-a fortemente, e no beijo que aprofundava, segurava a cintura dela como se fosse o possuinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pararam de se beijar, levantaram e conduzidos por ela, começaram a fazer o percurso de volta para a casa , Me deixa lá em casa, tá?, disse Cecília, Mas agora, já vamos embora?, perguntou Teseu – e é para isso que serve o rolo de lã – , Sim, eu preciso ir, e voltaram, não mais aos gritos dos pequeninos, mas no baixo movimento da rua, subiram a declividade que Cecília tinha antes decido, parecia que tinha ido buscar lá embaixo, e agora as tinha, forças para ir a um lugar mais alto, e não havia mais brisa, só a umidade que preenchia a noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegarem à frente da casa de Cecília, deram mais um longo beijo, porém diferenciado pela maior intimidade muscular das bocas , deixaram de se beijar, Teseu virou de costas e foi andando, Cecília olhava com a expressão alegre mesclada com preocupação, e o viu indo triste, se perguntado o que tinha feito algo de errado, ou se tinha feito ou vindo na hora errada, ou se a namorada passava por problemas, e, nesse momento, ele retornou, agora mais seguro, mais questionador, e viu a namorada com aquela expressão que o fez ainda mais ousado, tão, a ponto de vir andando com mais força, abraçando-a com vigor de guerreiro estando frente a luta que irá dar a vitória , beijando-a tão intensamente até perder o fôlego e só poder restaurá-lo deitado sobre o seio dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cecília deixava-se ser conduzida por esse momento, para ela, ainda incerto, e deslocava-se para dentro da casa, que deslizava contra a escada, que percorria o corredor, e, no final, estancava sobre o quarto dela, e, ali, ser vivido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única luz que pouco iluminava o quarto, neste momento, era de um poste longe dali, mal dava para ver os músculos do namorado, ou a cueca que ele vestia, as suas pernas, seu pênis, e bastava isso ,pois dava para sentir a ansiedade deles, a insegurança, e começaram a ser tiradas as roupas, primeiro ela, Teseu, com a mão por dentro da blusa, foi levantando-a lentamente, Não, eu não posso, interrompeu Cecília, Mas já não falamos sobre isso? calmamente disse Teseu, observando malmente a preocupação que brotava dos olhos da menina, Eu só tenho me..., Não, shiiiii..., disse abraçando-a delicadamente, olhou-a nos olhos por bastante tempo, debatiam a insegurança e a certeza, tempo longo, até a certeza ir penetrando nos olhos da garota, que a cada insurreição do sentimento que a continha ia indo, deixando-a mais serena, na lentidão necessária, Não tem nada para ser temido, tranqüilizava-a mais, Não tem nada pra complicar, disse mais serenamente ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Cecília deixou-se, abandonava enquanto ele retomava o movimento lento de retirada da blusa dela, mais ainda quando desabotoava a calça, que ela mesmo retirara, enquanto, após ter tirado a blusa do namorado, passava a mão nos musculosos seios e sentia elevações do abdômen, os pêlos que vinham do botão da calça até o umbigo, enquanto o via retirar o jeans e, mesmo com dificuldade, e depois de abraçá-lo, sentir a protuberância sobre a cueca dele, deixava-se mais ao sentir a mão dele deslizar sobre a cintura dela e ao acariciar o glúteo delicadamente, ao passar as mãos sobre a costa do namorado, sobre a protuberância; enquanto, no desabotoar do sutiã, tentava visualizar melhor a expressão do rosto dele ao ter em mãos os seus seios, e ao cheirar os seus cabelos, enquanto ele beijava-os.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deslizaram para a cama e , subjugados pela escuridão do quarto, sentiam um do outro as intensas batidas da ansiedade, e  que, ás vezes confundidas numa só, os faziam serem um; desceu a mão de Teseu sobre a barriga de Cecília e pôs dentro da calcinha, deixando-a parada sobre a vulva dela e cheirava os cabelos, beijava-lhe o pescoço, mordia-lhe o queixo; Cecília colocou a mão no glúteo bonito do namorado, liso e quente e, esporadicamente, o apertava devagar. Ela própria tirou a calcinha e deixou as pernas fechadas e ele tirou a cueca sozinho, sendo que seu pênis conduziu-se a botar em ângulo as coxas da namorada e a retirar o hímen, sem dor; assim ficaram unidos, por tempo indeterminado, sem movimento algum, dentro um do outro; passaram se abraçar fortemente, tão, que a estaticidade foi quebrada, e pusseram-se em atrito, no suor, nos suspiros, nos desejos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-410514928549117609?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/410514928549117609/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=410514928549117609' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/410514928549117609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/410514928549117609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/05/desencontro.html' title='Desencontro'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-2315158989801000121</id><published>2008-05-28T00:47:00.000-03:00</published><updated>2008-05-28T01:52:45.943-03:00</updated><title type='text'>Desatarefados</title><content type='html'>Tudo começa na grande esfera, onde há movimentos, deslocamentos que constroem, quase auto-suficiente, alimentada por uma força maior, para uns, sustentada pela própria natureza, para outros.Na maturação as mentes mudam, os desejos reprimidos voltam mais fortes, o querido é extremamente pensado, planejado, torna-se necessidade de quem passa a alimentar como única opção. Isso é o que chamam de ação, a mão única que conduz a resultados, é exclusiva, filha única, inquestionável. Não poderia ser dito que eles, com suas atitudes, não estavam fazendo, pois essas, e novamente, únicas, dizem, falam, dissertam o bastante inferido. O que foi antes dado, pela seqüência pequena e diferenciada, agora estava dentro deles. O incontrolável desejo, aquela ansiedade desgraçada, viria a se formar próximo a esse instante da fase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois garotos encontravam-se planejadores, que passam a questionar a realidade peculiarmente, eram as interações que os atraíam, as trocas, os beijos, os toques. Terreno esse fértil no momento. Da casa, diziam e eles que o destino do possuinte da estrutura incisiva era as mil e uma noites de diversão, ou, quem sabe, mais que isso, e  de outros lugares , quando viam nos seres diferenciados por seus pêlos, suas vozes e seu corpo, o cobravam ações que dissessem mais do que uma simples e idiota piada, seja uma demonstração de força, coragem, ousadia, conquista. Nesse momento seria posto em prova tudo o que foi construído desde que eles foram colocados aqui, e os instigariam mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iremos á festa, lá encontraremos as meninas, prepare-se, vá logo equipado, não esqueça de nenhum detalhe, disse o mais informado, Camisinhas, tomado banho,  escovado os dentes, cueca nova, pra dá sorte, mentas, disse o outro mais detalhista e continuou, Não é estranho que essa preparação toda seja perda de tempo? Só porque dependeremos de drogas pra convencer elas não quer dizer que não conseguiremos, disse o informado e, agora, otimista, André, Pois eu prefiro confiar na minha inteligência e lábia e no que elas podem fazer, argumentou o outro, Vítor, Tão eficaz que até hoje não transou com a namorada, ironizou André, Eficaz ou não eu espero que o lugar receba nossos desejos, terminou Victor.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As circunstâncias, cerca de jardim para quem é perturbado e obediente a seus desejos, não eram boas. A festa era longe da casa dos dois, não tinham amigos para os locomoverem, permissão dos pais, nesse sentido, não seria consentida. Quando olho para esses lindos jardins, enfeitando a linda casa que o cuida, lembro dos meninos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na casa os Coelhos, sobrenome de André, mais velho que o amigo Victor, encontravam-se os pensamentos mais lógicos e condizentes do universo para justificar a saída de casa e para a madrugada passada fora desta. Mãe, eu vou dormir na casa do Victor, disse André, Ah, é?, desconfiou a mãe, Sim, estudaremos lá, e  depois veremos um filme, Mas como meu filho está em sincronia com a mãe dele,não é? Eu já ia perguntar e ele já responde, pois é meu filho, mamãe sabe o quanto vocês apreciam estudar no sábado, no badalante e dançante sábado, não é mesmo?, por isso eu vou deixá-lo estudar aqui mesmo, por que eu acredito no seu potencial, tá meu filho? respondeu, Mas...? tentou André e bastou para ele o olhar da mãe. Logo após dizer, por telefone, que não iria mais a festa, no mais singelo e revoltoso ódio, Victor não o questionou, e nem o instigou muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que seria da festa no apartamento de um conhecido sem Victor e André?  A mesma; a mesma bebida, a mesma comida, as mesma drogas, as mesma pessoas, exceto eles, as mesmas músicas, os mesmos porre, os mesmos amassos,  tudo o mesmo, mas parece que os jovenzinhos não entendem o valor da falta deles nessas festinhas, havendo semelhança do anfitrião, tão relevantes, e eles, desejados, movimentadores do sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E na tarde calma, na rua residencial, ouviu-se cantar os pneus de algum carro, no pôr-do-sol, no silêncio das árvores, na calma da hora, e no quarto de André, ouviu-se um toque de celular, Acho bom que já esteja pronto, disse Victor, To saindo, respondeu André que depois de pronto saiu da casa sem ser percebido por humanos, agradou o cachorro, pulou o muro e entrou no carro que estava a poucos metros da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pasmem os corretos pela moral, condizentes com a lei, mas o motorista era de menor, não possuindo carteira de motorista, mas tinha um pai com dinheiro, importante na sociedade, e já tinha treinado bastante até aprender a cantar pneus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saíram o condomínio no carro peliculado, quase despercebidos, passaram a percorrer ruas e avenidas e alamedas, e nisso foram a conveniências, compraram cervejas que iam sendo bebidas enquanto procuravam o lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontraram. Encontravam-se diante da porta do apartamento. Será que devo mesmo?, questionou  Victor e a si mesmo, Cara tu precisa relaxar e esquecer aquela safada da Regina, bora, nós queríamos lembra? Ao tocarem a campainha esperavam tudo, ao abrirem a porta ficaram perturbados, e naquilo gostavam de estar,queriam mais que um pensamento, vários, múltiplos de quatro, pois não é de um pensamento que se move um sentir, mas uma gama, tão ramificada, tão intrínseca, tão insistente, que forma um sentimento.  Ali seria a festa, e como toda é precedida ou iniciada por desinibições, note que a festa é o que eles fazem com eles mesmos,foram atrás de dos neuroestimulantes e outros mais, por isso que bebiam e fumavam, usavam bala e baseado e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pasmem, agora, os retos, os controladores de si mesmos, pois naquele lugar não havia inibição. Faz parte do cotidiano se aceitar como ser transante , que gosta de se esfregar, que ver no ato sexual normalidades similar a plantar árvores no aquecido planeta, trata-se de ajudar a humanidade, um ser humano que ajuda o outro a encontrar o que deseja e vice-versa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na dança encontra-se parceiras e parceiros ideais, a expressão corporal, que é decifrada pelos dançantes como cores para os não daltônicos, junta as mentes que tentam telepatia pelo balançar do corpo. André e Victor entraram na bagunça e passaram a dançar como se pudessem manifestar os planos da noite pelo passos. E não demorou muito para haver reciprocidade de meninas, com os olhos marcados com riscos negros e lábios vermelhos, que os achavam bonitos o bastante para se conhecerem, e de meninos, que queriam transar não importando passividade ou atividade. Pasmem retos, é o mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As garotas se aproximaram e beijaram uma o Victor e outra o André e a linguagem não-verbal passava a usar o mesmo instrumento possibilitante da verbal, pois comunicavam a intensidade, o momento, as posições, a rapidez, a delicadeza do que viria mais tarde, e as meninas permutaram os parceiros. Os beijos o conduziram, por esses músculos foram parar na dispensa do apartamento, lugar calmo, separado, mas que ainda dava para ouvir a música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A garota  de preto e cabelo longo beijava André sem pausa e começou tirando o casaco dele, a outra garota de preto, cabelo curto e preso,  beijando Victor não parava de apertar os glúteos grandes e malhados deste, André tomava com a mão o seio da garota que o beijava no momento, Victor insinuava toque na vagina da menina que beijava. Antes dos zípers terem sido abertos, André colocou a garota de costas para ele e passou a acariciá-la nas partes íntimas por dentro da calça, mesmo que sem experiência sabia, de alguma forma, que onde tocava a fazia suspirar mais forte, ainda não tinha colocado o dedo no óstio, mas explorava, profunda e eficazmente, o clitóris dela. Desceu o dedo um pouco mais, conhecendo o diâmetro do óstio, sentiu molhar os dedos e, enquanto ia e vinha com ele, manipulava o rijo pênis dentro da cala contra o glúteo da menina, a ponto de gozar. Victor não parava com as mãos nem um segundo sobre o corpo da menina, e, consecutivas vezes, corria a mão esquerda sobre a espinha da menina, atingia o glúteo, e pelo meio das pernas, centralizava o dedo na direção do canal vaginal, pressionando ritmamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abriram-se os zíperes enquanto um provava a secreção que estava em seus dedos, enquanto o outro mordia delicadamente o lóbulo da orelha da menina com quem estava. A que acompanhava André, olhou para a amiga e sinalizou que tiraria a roupa dele, a amiga consentiu e a acompanhou. E tiraram como se tivessem ensaiado, ou feito tantas vezes, abaixavam as calças, olhavam para a cara de excitação dos meninos, lentamente; abandonaram os meninos e se abraçaram e tiraram, uma da outra, as roupas, desabotoavam os sutiães, preto de uma, roxo de outra, e a calcinha despiam com os dentes, Beijem-se, disse a de cabelo curto, as cabeças dos meninos sinalizaram negação, Eu posso sentir o vapor quente que sai de vocês, gostaria de continuar sentindo, os garotos inseguros tentaram se aproximar, elas, uma atrás do corpo nu de André, outra atrás do corpo nu de Victor, os aproximaram e direcionaramas bocas, e passaram a tocar neles enquanto se beijavam timidamente, desceram as mãos, e , ao segurarem a base peniana, limpava a secreção lubrificadora na glande deles,com sias línguas, parecia que tinham ensaiado, estavam em sincronia, direcionaram o pênis deles um contra o outro, friccionando e lambendo-os alternadamente. Separam os garotos, a  música parou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A de cabelo curto deitou-se no chão, angulou as pernas brancas, André deitou-se em cima dela e beijou seus seios, a barriga, as coxas, a virilha, o clitóris, beijava delicadamente, a vagina, pincelava as grande e pequenos lábios, voltou a beijar sua boca e a penetrou.  Victor pressionou a de cabelo longo contra a parede tentando penetrá-la, mas foi impedido, pelo ao menos na vagina, pois ela virou-se empinou a bunda, Lubrifica, disse ela enquanto ouvia-se de fundo os gemidos do casal que já transava, Cospe na mão, passa no pênis e no meu cu. Passou no pênis e no anús da menina, em movimentos circulares, sentindo a contração muscular, beijou-a mais uma vez e penetrou, tirava e colocava o copulador, devagar no começo, e ao avançar do ato, aumentava a velocidade aos gemidos delas. André estava quase chegando ao clímax, Victor intensificava mais os movimentos, André mais próximo, Victor gozou, com gonorréia ou herpes, André gozou, com aids ou sífilis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma sirene tocou,o apartamento ficou mais agitado, André e Victor lutavam para colocar as roupas, e, enquanto isso, fora da dispensa, corria-se para fora do lugar, e eles fizeram o mesmo ao conseguirem se vestir, saíram pelas escadas, ainda correndo, com medo de ser a polícia, corriam rápido, desciam os degraus de dois em dois, ás vezes caindo, de quatro em quatro, quando escorregavam. Era uma ambulância, alguém tinha exagerado nas drogas, tendo overdose, se debatia até o momento em que os meninos saíam do prédio e, depois, de terem entrado do carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizados ou não passaram a percorrer as ruas novamente, com baixa velocidade, Aquilo que aconteceu..., disse Victor acelerando o carro,... vai ficar..., os olhos estavam vermelhos, a expressão e preocupado, o carro ficou mais rápido, Victor diminui a velocidade do carro, ... vai ficar... , ... Victor... , ...entre nó..., ...VICTOOOOR... Um som abafado encheu a noite daquele dia, um carro ficou amassado e o outro capotou – os garotos não chegaram aí por serem promíscuos, livre-se das inferências do passado, mas por serem idiotas em excesso colocando-se na situação – a ambulância vinha no mesmo sentido, a partir daí não sei dizer se sobreviveram, se um morreu e o outro continuou vivo, se morreram, mas ouvi-se a ambulância vindo no mesmo sentido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-2315158989801000121?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/2315158989801000121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=2315158989801000121' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2315158989801000121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2315158989801000121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/05/desatarefados.html' title='Desatarefados'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-5048085279228771224</id><published>2008-05-22T12:15:00.000-03:00</published><updated>2008-05-22T12:32:31.692-03:00</updated><title type='text'>O cigarro que fumei...</title><content type='html'>Tinha gosto de orégano queimado. Na minha infância fui bombardeado por campanhas contra cigarro, para todo lugar que ia havia um cartaz ou uma lembrança do que esse podia e pode causar. De certo a ansiedade é, na maioria das vezes, uma causa justificativa para os que fumam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peguei o orégano na cozinha, arranjei um papel, um cartão e fiz um cigarro. Tirei a fumaça, não traguei, não tive coragem. Estava ansioso demais, eu queria algo que me acalmasse e que fizesse esquecer-me por um segundo. Isso que o cigarro é: uma forma de lidar com a ansiedade, uma forma burra, que é pautada na covardia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém dizem: “Não, cara, o negócio é bom.”. É tão bom que é a principal causa de morte por câncer. Pasmem os positivos, que acreditam piamente que nunca serão atingidos pela flecha cancerígena do destino, mas os gastos públicos com o tratamento de fumantes são altíssimos, acima do normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pior é que fiquei mais ansioso ainda, pensava nos dentes amarelos, na bronquite, na respiração dificultada, nos cânceres. Apaguei o cigarro, queria fugir de uma ansiedade para entrar noutra? Nem pensar. Acendi outro cigarro, depois o apaguei. Não conseguia entender, não conseguia mais fumar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-5048085279228771224?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/5048085279228771224/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=5048085279228771224' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/5048085279228771224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/5048085279228771224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/05/o-cigarro-que-fumei.html' title='O cigarro que fumei...'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-6825366329727806067</id><published>2008-05-09T21:28:00.000-03:00</published><updated>2008-05-09T21:31:47.715-03:00</updated><title type='text'>Momentos Cíclicos</title><content type='html'>Porque os vermes bebem da secreção da minha alma, satisfazem-se dos meus restos, completam a deteriorização que os invisíveis começaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roem meus ossos, sustentação oscilante, do meu corpo; fazem do cálcio o leite que nutre o ciclo óbvio natural, locomoção afetada, reprimida vitimalizada das bocas minúsculas; continuo sobre a terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Úmida, fria, mas tão viva quanto o processo que ocorre nela: tiram-se os restos vividos, alimentam-se. Terra cíclica, situação cíclica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentida vide esvai-se sem cor, inteligente que se desfaz sem cor, histórias passadas não escritas nem recordadas vão-se sem cor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A preta terra há de tirar de mim toda a água, que me hidratou e reciclou-se, tentaculada de esponjas secas e espículadas; vai-se a água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ares calam, o céu nubla. Recomeça tudo, chuva. Molha os  gramados, verdes de vida, sustentadas na aptidão dela própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande ciclo, grande dor, na natureza tudo parece ironia, aguda, invencível. Que nada, é que acredita-se no pleno, constante, perfeito. Despreza-se a dinâmica para resguardar conforto. Não adianta; não deixa de vir, irônico ou metafórico, real, sempre real.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-6825366329727806067?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/6825366329727806067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=6825366329727806067' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/6825366329727806067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/6825366329727806067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/05/momentos-cclicos.html' title='Momentos Cíclicos'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-1226789035633093526</id><published>2008-05-08T12:29:00.001-03:00</published><updated>2008-05-08T13:13:26.329-03:00</updated><title type='text'>Palavras</title><content type='html'>O poder sustentador da palavra, tando em termos míticos com em outros modos, gerou muito do que se vê hoje em dia. Os dias passam e cada vez menos se cria, na contra partida se copia, se copia, se copia. Há variadas explicações acerca disso, culpam a alienaçao - um estado, - a educação - questinavel - , a televisão - seletível - e tantos outros. A palavra fica. Essa modalidade, exclusiva do ser humano, tem sua vida na morte na continuação do tempo, na qual&lt;br /&gt; vem esvaziando-se em seu objetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o potencial criador a palavra formou culturas, pensamentos e tudo o que se vê ao redor ela foi a geratriz. Então vemos hoje,em que um promessa mal fica guardada na nossa memória, isso porque o homem passou a fazer desse poderoso instrumento o que sempe fez com tudo o que era dele: desprezou-a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os traços de tão vil atitude é essência do mundo atual. Desacreditamos em autoridades, que se entregaram a não realizarem as suas responsabilidade. Não é dito somente em relação ao Estado, mas das autoridades das casas, das familias. Muitos pais não percebem o valor de uma palavras nas relações familiares, muitos dos filhos desconsideram o que seus responsáveis dizem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A afetada criatividade se encolhe, se esconde porque não sabe viver no vazio. As palavras que não dizem nada não são, nunca foram e nunca seram acompanhadas da criatividade, da criação. Mas pergunta-se: Para que criar? Responde-se: o homem, animal político, foi feito para isso e nisso tem continuar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa situação é continuavel, pois  partes não estam a favor do todo. Mas como em todo quadro crítico, o ideal é não ficar eufórico, mas aos poucos retornar a origem, aos poucos sentir cada formação que ela propõe, conscientizar do valor dela.  O que vale mais é o que essa significa em mim e em você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-1226789035633093526?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/1226789035633093526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=1226789035633093526' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1226789035633093526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1226789035633093526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/05/palavras.html' title='Palavras'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-2854431376833846274</id><published>2008-05-08T12:29:00.000-03:00</published><updated>2008-05-08T12:32:10.173-03:00</updated><title type='text'>Opsição ao ambiente?</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-2854431376833846274?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/2854431376833846274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=2854431376833846274' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2854431376833846274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2854431376833846274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/05/opsio-ao-ambiente.html' title='Opsição ao ambiente?'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-9102524230096221475</id><published>2008-05-01T12:19:00.000-03:00</published><updated>2008-05-01T12:32:08.812-03:00</updated><title type='text'>[cap. 2 ou 12]</title><content type='html'>Nara preocupada com o que pode fazer? Não. Tem verdades, realidades, que são questionáveis. Há um grande descontentamento por trás das atitudes desconfiadas, ou mesmo um cinismo que debate com o proposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preocupada como o quê? E para quê?&lt;br /&gt;Obcecados perfeccionistas: sem casa, sem ninguém, sem suas roupas, abandonada numa estrada; para arranjar uma solução. Livres da consciência: nada; não importa, não adianta se preocupar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Nara fugindo; poderia ser a insistente perseguição da consciência ou a levada da existência que tragava para as estradas nuas. Se possível uma tremenda força faria as escolhas óbvias para ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi dito que pessoas que vivem realidades diferentes têm inclinação clicherítica para encontrar para encontrar alguma epifania. Se Nara é um clichê, isso é porque não sensibilidade na realidade dela. Talvez seja somente um caso, mais um, em que indivíduos tornam-se loucos por viverem em ambientes loucos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, o seu orgulho a trouxe até aqui. Desamparada, voante, em perdas, ela continuava a andar sobre a encosta da estrada, com o joelho sangrante , perdida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O constante vazio foi rompido por um bonito carro que vinha a uma velocidade relativamente pequena. Nara ouviu o motor, olhou primeiro para ter certeza de que seria alguém confiável – e era, apesar de concordar que uma olhada não diz nada – e depois acenou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O carro parou e pela janela o dono viu para Nara – em seu interior surgiu, ainda pequeno, um interesse por ela, talvez por sua sincera expressão. Ao observar que ela precisava de ajuda saiu do carro. Nara atentou para o movimento que fazia até chegar a ela, e achou, de modo possível, que o jovem rapaz se parecia com o bem que o transportava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;             - Você ta bem?&lt;br /&gt;             - Eu não sei – disse Nara lagrimejando seus olhos.&lt;br /&gt;             - Mas você precisa de ajuda, olha o seu joelho. Eu tenho um kit pronto-socorro – foi até o carro, voltou trazendo a caixa branca.&lt;br /&gt;             - Senta aqui no banco – disse e retirou esparadrapo, água oxigenada e algodão. Nara observava o cuidado que ele tinha com ela. – O que aconteceu com você? – passou o algodão na ferida.&lt;br /&gt;             - Eu fui pegar carona com um caminhoneiro, safado. Ele tentou avançar em mim, desgraçado. Empurrei ele, molestador. Aí ele me jogou do alto da caminhonete do caminhão. Ai, ai – disse tentando desviar o joelho dos cuidados do homem.&lt;br /&gt;             - Você foi muito corajosa indo com esses caras, você sabia da fama deles?&lt;br /&gt;             - Sim, mas a gente sempre tende a acreditar que as pessoas são boas e de que de alguma forma elas querem nos ajudar. Não poderia generalizar uma fama que é de poucos, mas muito divulgada.&lt;br /&gt;             - Foi só ingenuidade. Ocasional – disse Luiz com seus lábios vermelhos que chamava a concentração de Nara.&lt;br /&gt;             - Pra onde ta indo?&lt;br /&gt;             - Pra lá.&lt;br /&gt;             - Ali, na minha direção?&lt;br /&gt;             - Certo.&lt;br /&gt;             - Certo. Você gostaria de uma carona? Meio que você ta sozinha e com seu joelho recém-cuidado, ainda vai na mesma direção que eu.&lt;br /&gt;             - Você me faria esse favor?&lt;br /&gt;             - Claro, lógico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele entrou no carro e Nara se ajeitou e prosseguiram a viagem. As estradas novamente comandavam o silêncio. Nara parecia ainda deprimida, para o recém motorista. A angustia que manchava o escarlate coração de negro, lutava contra o ela para se exteriorar. Ele sentiu-se incomodado, não impossibilitado  de fazer perguntas a ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;             - Como se senti? – perguntou seguro, macio.&lt;br /&gt;             - Eu? Sei lá... Eu tento me sair...&lt;br /&gt;             - Bem?&lt;br /&gt;             - Sim. De alguma forma uma dor aqui dentro incomoda. Ela amolece minha couraça.&lt;br /&gt;             - Muito magoada com o que aconteceu?&lt;br /&gt;             - Eu acho que... – disse com a voz falhante - ...sim – começou a chorar – Não seria bom manter isso dentro de mim. Eu tento não me machucar com o que me foi feito, e se eu não conseguir? Eu ficar chorando aqui, parando a vida, como agora? – soluçava.&lt;br /&gt;             O silêncio da estrada foi quebrado com a freada do carro. Luis parou o carro a abraçou.&lt;br /&gt;             - Calma. É normal se machucar. Não prenda esses sentimentos destrutivos dentro de você. Chore, chore o máximo, até sair.&lt;br /&gt;             - Você pode até não entender ou se empatizar como o que eu sinto.&lt;br /&gt;             - Não,não. Que isso? Eu estou aqui pode chorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem jovem tinha seus vinte e poucos anos; de estatura média, brando, olhava Nara com perturbação. De alguma forma aquela situação era aproveitante. E Nara? De onde vinha para onde iria, ecoava na mente dele. Nara estava profundamente afetada por ele. Depois de ter sido confortada, Nara fitou os finos lábios vermelhos dele, assimilou seus castanhos olhos, sua branca pele. Depois admirou seu bem estruturado corpo que não era malhado, mas obedecia a proporções consideradas bonitas. E de que adiantaria o corpo se o olhar dele a fazia se expressar. È como se pedisse uma demonstração ampla do redor que o circundava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;             - Luis, por acaso. – o carro voltava percorrer.&lt;br /&gt;             - Oh, me desculpe – disse Nara enxugando o rosto -  Nara.&lt;br /&gt;             - Desculpa por minha preocupação, de onde veio?&lt;br /&gt;             - De lá.&lt;br /&gt;             - Pra onde ta indo, conhece alguém , algum parente?&lt;br /&gt;             - Não ninguém.&lt;br /&gt;             - Como você vai ficar? Não pode ficar por aí, e se você cair na mão desses tipos de pessoas?&lt;br /&gt;             - Eu não sei o que eu vou fazer.&lt;br /&gt;             - Seus pais sabem onde você está?&lt;br /&gt;             - Não.&lt;br /&gt;             - Como assim? Você precisa voltar pra lá.&lt;br /&gt;             - Não posso contar com eles.&lt;br /&gt;             - Você tem algum problema com eles? Ou eles com você?&lt;br /&gt;             - Sim. Um grande problema.&lt;br /&gt;             - Será que vai conseguir fazer sua vida sem eles?&lt;br /&gt;             Nara vasculhou a profundidade dos olhos dele pedindo algum auxílio. Luis obteve a resposta.&lt;br /&gt;             - Eu poderia até lhe ajudar, mas e se seus pais me processarem?&lt;br /&gt;             - Nunca fariam isso.&lt;br /&gt;             - Você não entende o cuidado de seus pais    com você?&lt;br /&gt;             - Como poderia?&lt;br /&gt;             - As atitudes dizem.&lt;br /&gt;             - Não existem atitudes.&lt;br /&gt;             - Eles te abandonaram?&lt;br /&gt;             - Sim. Eu preciso de ajuda. Nem que seja por um dia.            &lt;br /&gt;             - Eu poderia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais silêncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luis admirava Nara, por sua fragilidade ou sua força. A seu modo de ver ela precisava de ajuda, ele poderia dar. Sustentava-se, tinha um próprio apartamento, próprio carro. Nara chamava a atenção dele pela sua angelicalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luis chamava a atenção de Nara que o achou de começo admirável. O modo que a tratava carinhosamente, estava atento para o que ela falava, se interessava em ajudar. Ela desejava um abraço forte dele naquele momento. A significância seria de gratidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O véu negro transpassa para os olhos pontiagudos. Isso põe em cheque questões.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-9102524230096221475?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/9102524230096221475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=9102524230096221475' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/9102524230096221475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/9102524230096221475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/05/cap-2-ou-12.html' title='[cap. 2 ou 12]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-9200212609224581685</id><published>2008-03-23T12:32:00.000-03:00</published><updated>2008-03-23T12:41:07.827-03:00</updated><title type='text'>[cap. 1 ou 11]</title><content type='html'>A manhã estava clara. Úmida. Faltava algo, vago. Apresentava-se nua, não queria mais do que estar, apreciava ser apreciada. As árvores dançavam com a manhã, o vento também acompanhava. As ruas apresentavam-s serenas. A terra escondia seu cheiro. Era manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então ela caminhava sem medo. Apressada em conhecer. Continuava a idealizar. As manhãs e suas oportunidades, ela conhecia muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhava para se perguntar aonde iria. Era só ela. Não havia ninguém. O que passou tinha passado isso a confrontava. Entretanto o passado só voltaria se ela permitisse isso a confortava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginava como faria; o que faria. Desprezava as conseqüências. Saberia onde se encaixar, sempre soube. Quando não se encaixava sempre dava um jeito. Não poderia interromper o que a vida lhe tinha proposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um caminhão começou se aproximar. Ela acenou. O caminhão parou, um coroa a olhou pela janela. O homem era barbudo, estava de óculos escuros. Ele abriu a porta e ela entrou. Começaram a rodar pela estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na viagem o senhor não parava de olhar para ela, precisamente no meio de suas pernas. Destemidamente o homem puxou conversa.&lt;br /&gt;- Qual o seu nome?&lt;br /&gt;- Realmente não importa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem ficou olhando para ela que mal tinha o olhado na cara. Continuou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E o que importa?&lt;br /&gt;- Pra você? Minha vagina. Pra mim? Nada, você não faz o meu tipo. - o homem riu.&lt;br /&gt;- Cadê sua família? – perguntou a menina quebrando o silêncio.&lt;br /&gt;- Moram longe. É difícil viver assim longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por uns instantes ficaram calados só ouvindo o barulho do motor e do vento que batia na janela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você é do tipo que fica com de menores?&lt;br /&gt;- Não – respondeu sem muita fé.&lt;br /&gt;- Ta, sei!&lt;br /&gt;- Dizem que as delas são apertadinhas.&lt;br /&gt;- Depois de vinte caminhoneiros? Não sei não – riram.&lt;br /&gt;- E a sua?&lt;br /&gt;- A minha foi só de um. O desgraçado me tratou mal, depois minha mãe o matou, assunto pra outras estradas. Ela continua virgem.&lt;br /&gt;- Não, você foi deflorada.&lt;br /&gt;- Que vocabulário chulo.&lt;br /&gt;- Que vocabulário antiquado.&lt;br /&gt;- De qualquer maneira, a virgindade pra mim é um valor psicológico, que come tira. E como quem comeu morreu,  não há relatos, eu me considero virgem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem riu.&lt;br /&gt;-&lt;br /&gt; Quando é que vai re-deflorar ela?&lt;br /&gt;- Não tão cedo.&lt;br /&gt;- Eu poderia? – e passou a mão na coxa da menina maliciosamente.&lt;br /&gt;- Tira essa mão suja de graxa de mim.&lt;br /&gt;Por um momento ficaram calados.&lt;br /&gt;- Você pensa que pode se masturbar com a minha vagina? Vai tirando isso da cabeça idiota.&lt;br /&gt;- Você não sabe como ele é grosso. Mal vai caber na sua boca.&lt;br /&gt;- Não se preocupe com a métrica, eu nem tentaria.&lt;br /&gt;- Porque não?&lt;br /&gt;- Eu já não disse? Você não faz o meu tipo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então o coroa avançou em cima dela, ela começou a reagi debatendo-se. Como estava no volante, o caminhão saiu da pista por uns cinco segundos, até o homem voltar a dirigir corretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você nunca mais faça isso de novo.&lt;br /&gt;- E você pensa que é o que? A mandona aqui? – gritou.&lt;br /&gt;- Hum... – riu – Eu tocaria na sua calça bem em direção ao seu pênis, veria ele ficar duro, abaixaria devagar a sua calça, seguraria seu pênis com força o cortaria fora. Eu veria o toco que restou espirrar sangue. Aí eu colocaria o seu morto pênis na minha boca pra sentir o seu sangue. Eu me sentiria a mandona, riria e cortaria seu pescoço, seu pedófilo desgraçado filho de uma put...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminhão feriou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sai do meu caminhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela avançou em cima dele, e, ele em resposta. A empurrou com toda a força para fora. Aporta do caminhão era alta, fazendo com o que resultado da queda fossem arranhões que começaram a sangrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Devolve minhas malas, devolve minhas malas filho da puta – gritava enquanto o caminhão arrancava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminhoneiro tinha sobrevivido por sorte. Ela desejava o matar, não pôde. Contentava-se por não ter sido a mandona. Tinha conseguido se concentrar muito melhor do que antes. Ela sabia a linha que separava a Nara angustiada e cheia de ódio. Tinha conseguido não propagar suas mazelas – uma das preocupações mais recentes dela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-9200212609224581685?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/9200212609224581685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=9200212609224581685' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/9200212609224581685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/9200212609224581685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/03/cap-1-ou-11.html' title='[cap. 1 ou 11]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-8183264999885814151</id><published>2008-03-20T21:18:00.000-03:00</published><updated>2008-03-20T21:19:52.525-03:00</updated><title type='text'>Pais e Filhos</title><content type='html'>A sociedade tem passado por uma constante e sucessiva desagregação. Digamos que a relação pais-filhos tem uma relação direta com esse andamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro vemos uma desorientação por parte dos pais, que, ultimamente, tem se preocupado em ser mais entendidos pelos filhos do que compreendê-los. O criado reage instintivamente e o responsável se vê violado e muito desrespeitado. Não procura a raiz de tanta exasperação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os filhos que não gostam de despender tempo com os pais. Não os entendem, nem procuram conhecer a estrutura profunda de seus educadores. Estão esperando por super pais que, com atitudes grandiosas, os façam entender um pouco da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E olha que foram desconsideradas as rejeições e a super proteção, só para não deixar o texto chato e enfadonho demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas relações são bases de relacionamentos que se perpetuam por toda a vida. É necessário entendimento. Entender os que falam, entender os que ouvem. Paizinhos e Mãezinhas entendam a complexidade de seus amados, eles estão em constante dúvida. Filhinhos compreendam os erros dos "super heróis", na verdade humanos também erram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O entendimento é uma propriedade na relação que desenha a felicidade dos indivíduos que se relacionam, vale a pena cultivá-la assim como vale a pena ser feliz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-8183264999885814151?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/8183264999885814151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=8183264999885814151' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/8183264999885814151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/8183264999885814151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/03/pais-e-filhos.html' title='Pais e Filhos'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-243193201562427837</id><published>2008-02-18T22:15:00.000-03:00</published><updated>2008-02-18T22:21:23.560-03:00</updated><title type='text'>A Expresividade e a Aceitação</title><content type='html'>O ser humano, com suas diversas formas de interagir com o meio, expressa o que senti pelo que vê , ouve e faz. A isso chamo de expressividade. Ela vem ditando a essência que um insubstituível ser humano tem. E como para toda dúvida é dito que há uma resposta, assim a expressividade é completada e assistida pela aceitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quadro é o seguinte: seres humanos que se expressão e não são aceitos, procuram alguém que os aceitem, ou vivem solitariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encarar as duas ações – expressividade e a aceitação – de forma equilibrada, é montar um ambiente confortável, de paz. E se tratando de paz o mundo não é um exemplo: a criminalidade aumenta, suicídio também, famílias acabadas, indivíduos de auto-estima arrasada, solidão que se generaliza. O que se colhe de indivíduos não aceitos são mazelas que estes desenvolvem por se sentirem fora, não participantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conviver com os que nos cercam aceitando-os, apesar de seus erros, é descobrir humano que contribuem para a nossa felicidade, e claro, os quais também são feitos felizes por nós. Não se trata de não alertar as pessoas quando essas estão errando, mas ajudá-las com todas as suas limitações.www.letras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de rir junto com alguém que se sente triste e solitário; de abraçar quando não esse não se sentir aceitado; de discernir a dificuldade alheia e estar disposto a ajuda-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de mim, trata-se de você. Um que expressa outro que aceita, um que aceita outro que expressa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-243193201562427837?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/243193201562427837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=243193201562427837' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/243193201562427837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/243193201562427837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/02/expresividade-e-aceitao.html' title='A Expresividade e a Aceitação'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-2315694309869413398</id><published>2008-02-16T12:17:00.000-03:00</published><updated>2008-02-16T12:20:04.910-03:00</updated><title type='text'>A questão do preconceito</title><content type='html'>As pesquisas científicas demonstram: o preconceito é pai do medo. Tratar com pessoas de outras raças, com base no medo, é indiscutivelmente detestável. Medo de outra raça é irracional, e sentimentos não medidos como esses resultam no quadro histórico, social, geopolítico e humano atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falar do preconceito é lembrar dos conflitos existentes durante a história da mundial, e até da desse país, que tem buscado políticas racistas para a educação brasileira. Os episódios são abundantes: a ridícula escravidão; o holocausto desenvolvido na segunda guerra; os conflitos antigos e atuais dos judeus e palestinos; o Apartheid na África do Sul; as formas de colonização. O que sobra dessa experiência são sentimentos negativos que ultrapassam gerações e montam um presente preconceituoso. Amargura, humilhação, rancor são sentimentos que brotam entre indivíduos inter-raciais, e devem ser combatidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preconceito é propagado diariamente, é vivido constantemente, através de palavras, pequenas ações como rejeição. As relações que se baseiam nesse formato são insalubres, nojentas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atentar para o preconceito, o que é fato hoje em dia, já é saudável, pois apresenta o questionamento de tal negativa ação. Questionar, conscientizar é o primeiro passo para qualquer mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerar que sentimentos negativos apresentados entre indivíduos inter-raciais devem ser questionados e contidos, já é um passo significativo na luta contra esse mal, e , a construção de sociedades baseadas na ética, no respeito, na cidadania e na solidariedade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-2315694309869413398?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/2315694309869413398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=2315694309869413398' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2315694309869413398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2315694309869413398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/02/questo-do-preconceito.html' title='A questão do preconceito'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-7742489211203716625</id><published>2008-02-15T21:37:00.000-03:00</published><updated>2008-02-15T21:49:48.966-03:00</updated><title type='text'>Sentimentos São Substituíveis</title><content type='html'>A verdade é que quando se fala de sentimentos, para Marcos, eles não deveriam ser expostos. Por quê? "Porque sentimentos expressados são para pessoas fracas", dizia. E mais verdade ainda: ele não sentia falta do que a expressividade proporcionava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Menino que fazia de tudo para se afirmar, fosse pela notória sobriedade ou pela sua inteligência. Os acontecimentos discorriam com facilidade para ele, tudo e todos pareciam estar a seu dispor. Tudo contribuía para a sua inexpressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tudo é substituível.", era a sua frase de vida. Não demorou em se manifestar. Amigos, conhecidos, contatos, todos começaram a se esquivar, até sua família não agüentava alguém que gloriava a substituidade de pessoas. É o pior de quem se acha auto-suficiente: esses colhem o fruto do desprezo e continuam cultivando, afinal tudo não é substituível?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a reciprocidade mostra a cara, todo mundo põe corpo fora. Ninguém está tão interessado em receber o que faz, e para os orgulhosos da vida, esse é um momento raro. Marcos percebeu que a substituidade é recíproca, e enquanto pensava nos ideais desprezantes e acreditava neles, o menino manifestava a estúpida idéia, e, todos o tratavam como ele mesmo se considerava. Ele se tornou substituível, para a infelicidade dele e de outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Executar a permutação de pessoas importantes na vida não é aproveitá-la, e se esquivar dos erros dos que alguns apresentam é não apreciar a essência dos próximos.", começou a pensar. Reconsiderou. E passou a sorrir, sentindo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-7742489211203716625?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/7742489211203716625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=7742489211203716625' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7742489211203716625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7742489211203716625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/02/sentimentos-so-substituveis.html' title='Sentimentos São Substituíveis'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-3319456872622191720</id><published>2008-02-11T13:19:00.000-03:00</published><updated>2008-02-11T13:22:48.969-03:00</updated><title type='text'>[Três]</title><content type='html'>Um fim, sempre um desejo. O desenrolar de uma vida parece complicada, todas as lutas, as vitórias, as perdas, tudo num enorme emaranhado formando a personalidade, as ações, as escolhas. E nela encontramos um simples ser humano que tenta se reerguer quando o dizem fracassado, que nega quando a afirmação é de humilhação. Qual a facilidade ou a dificuldade em enfrentar esse mundo adversivo? Desistências sucessivas. Uma aqui, outra ali, mas todas com a cobertura de covardia com um generoso recheio de medo. Sempre uma justificativa, uma proposição, uma nova escolha, uma fuga do caminho, sempre uma desculpa. É fácil considerar um novo caminho, achar uma fuga, arranjar uma hipocrisia - é só olhar ao redor está cheio de uns montes coitados que se esquivam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas considerações são tão reais na vida desse Vini, que pra ele uma dessas fugas é o álcool. Qual é o problema de reviver um passado romântico? Bebida é fuga, e daí? Obedeça a receita: medo, fracasso, desistência, problemas, álcool; Junte no liquidificador, bata numa velocidade normal, sem esforço, e tome. Chamo a receita de “dê mil voltas e não resolva seu problema".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então foi Vini para escola, um ciclo social dele, não aprendeu nada do que se passou na aula, e continuou assim até, enquanto comprava lanche na cantina, na hora do intervalo, desatento como ultimamente estava, esbarrou numa menina e derramou todo o refrigerante dela na blusa dele e dela. Houve discurções, a menina quase gritava no meio do intervalo e todo mundo olhava, alguns riam. Passou um tempo e essa menina chegou perto e tentou um diálogo.&lt;br /&gt;- Mil desculpas, eu não... não...&lt;br /&gt;- Fala logo!&lt;br /&gt;- Ouo! Desculpa! Eu não deveria ter falado tão alto.&lt;br /&gt;- E daí? Não é isso que pessoas normais fazem quando se sentem humilhadas?&lt;br /&gt;- Não, não, não deveria ter falado daquele jeito, juro... É que... uns&lt;br /&gt;- Não precisa justificar, aconteceu, normal, tá colocando muita farinha em pouco caldo.&lt;br /&gt;- Hum, é?&lt;br /&gt;- Sim, todo mundo tem problema e às vezes nos escondemos atrás de discurções pra extravasar.&lt;br /&gt;- Exato! Eu e meus problemas.&lt;br /&gt;- Sabe eu tenho os meus aqui e não saiu gritando por aí.&lt;br /&gt;- Separação de pais.&lt;br /&gt;- Como sabe?&lt;br /&gt;- Não, eu falo de mim.&lt;br /&gt;- Pois eu também, disse Vini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E uma conversa que começou desenhada pela hostilidade, se desenvolveu com o passar do tempo gostosa. Ali discutiram, falaram de milhares de coisas e se foram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em casa, quando chegou, Viu o pai chorando, normal, pensou. E foi pro quarto e ficou imaginando, as diversas situações constrangedoras que viveu, depois as associou com muitas risadas, e então imaginou as situações engraçadas, e logo depois relembrou aquela da escola. Riu das piadas daquela menina - como era o nome dela?, pensou - e depois de se sentir um pouco mais cheio ,mas ainda com um parte vazia, desceu. Encontrou o pai ainda chorando só que mais alto ainda. Continuou andando por baixo e em cima da mesa encontrou o papel de divórcio. Seria o fim oficial da relação que resultou em milhares de bons e maus momentos, inclusive a chegada dele mesmo, que era considerada por ele como um mau momento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-3319456872622191720?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/3319456872622191720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=3319456872622191720' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/3319456872622191720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/3319456872622191720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/02/trs.html' title='[Três]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-7588912362322214766</id><published>2008-01-30T14:14:00.000-03:00</published><updated>2008-01-30T14:15:19.550-03:00</updated><title type='text'>[Dois]</title><content type='html'>Família é mesmo um porto em que se não prestarmos atenção ficamos e perdemos o barco. Vamos imaginar o barco como uma viagem única, em que é mais importante conhecer novos lugares do que ficar vendo um barco passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A família de Vini tinha deixado o barco ir. Enquanto reclamavam da vida eles se esqueciam de aproveitá-la. O que era família para Vini naquele momento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me deterei em família – é um assunto profundo do qual Vini passou a não mais se importar – mas como se vê um mundo sem a base sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil se afastar do que fazíamos antes, é doloroso fazer o que não planejávamos, é desconfortante viver sobre novos olhares e ver sobre novos olhares, e o que fazer? Passar a vida toda em um vai e vem que só dá num ciclo doloroso? Não! Pensaria Vini diferente.  Foi o que fez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegou com uma galera conhecida por festeira se apresentou. Conquistou a simpatia deles e foi a uma festa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De início começou estranhando, é como estava dizendo, uma situação nova que antes era desprezada é no mínimo desconfortável. ATente para a estrutura psico-social do menino, só! Viu um copo de plástico cheio de Martine olhou, admirou, pensou e tomou. Aos poucos foi sentindo-se leve, nada passava em sua cabeça, era um momento só dele, um momento a só consigo mesmo, todos ao redor desapareceram na festa. E via, ria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordou viu que estava nu, ao lado uma menina nua. ”O que fiz?” perguntou para si mesmo; não saia resposta alguma, a única coisa vinda da cabeça era um latejar constante. Vestiu as roupas, saiu. Foi caminhando enquanto sua cabeça explodia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse era o problema de Vini, ele sempre arranjava um modo ineficaz de resolver seus problemas. Sempre nas costas dos pais, sempre com uma desculpa esfarrapada. Chegou em casa, a viu vazia, foi ao quarto e deitou-se. Com a cabeça ainda latejando percebeu que o barco de sua família já tinha saído faz tempo, talvez um ano, todos estavam esperando um barco e nenhum se mexia para conseguir a passagem para um. Foi sempre assim – foi a conclusão de Vini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O óbvio: perderia Vini tempo com uma família? Deixaria ele a própria família naquela situação? Continuaria sendo um bastidor nessa peça?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sim! O que tenho eu pra fazer?” Foi o seu penúltimo pensamento sobre a cama. Será que tem vodca aqui em casa?”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-7588912362322214766?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/7588912362322214766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=7588912362322214766' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7588912362322214766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7588912362322214766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/01/dois.html' title='[Dois]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-3191537189608905406</id><published>2008-01-30T00:56:00.000-03:00</published><updated>2008-01-30T01:06:26.051-03:00</updated><title type='text'>[Um]</title><content type='html'>Parecia mesmo que naquele dia haveria uma marca, um momento diferente. Algo como uma fa-&lt;br /&gt;mília que aceita os erros de seus companheiros e segue em frente segurando firme a mão dos amados. A segurança que trás uma família é quase um paraíso quando se compara com a realida-&lt;br /&gt;de que se vive. Há de aparecer uma nova forma de ver essa família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim estava Vini no dia em que as discurções passaram de palavras que machucam e torna-ram-se tão reais quanto duras. Era sua mãe partindo, seu pai sucumbindo a um amor não reali-zado; pais que não souberam lidar com suas mazelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As relações humanas tão frágeis são como grandes campos férteis onde amarguras nascem e se reproduzem, onde cadeias de ódio vão se montando através de uma pequena hipocrisia lançada; poucos são os que semeiam um pouco de amor e perdão. Digo por que vivo e falo com a maior sinceridade que já encorajou meu coração: não o faço. A simplicidade de uma situação não  é pro-porcional aos resultados quando se trata de palavras, até mesmo as pequenas trazem um grande e profundo abismo se não estivermos aptos a perdoar, seja uma ofensa ,seja uma maldição. Era&lt;br /&gt; só guardar a gama de pensamentos e prestar atenção no que se passava Vini. Era só controlar as emoções e se deixar um pouco mais imparcial, se tratava de um casal normal, com suas lutas e com seus medos. Haveria alguém para lutar ali? Haveria alguém a dizer algo melhorável?Have-ria, tinha que haver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque nos submetemos aos nossos próprios medos quando queremos crescer e com eles  en-frentamos as nossas próprias fraquezas, é preciso, é necessário entender que não se trata  so-mente de julgar mais, é necessário entender que é mais necessário se entregar e confessar do que condenar. É necessário pedir mais perdão do que condenar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cena: pais que não entendem que seus problemas não pertencem somente deles, mas da  famí-lia. A traição aceita, por parte da mãe, três vezes seguidas era pressuposto de aceitação para u- ma quarta por parte do pai. Célia e João - um casal apaixonado que aceitou os desafios do  casa-mento. Com o desafio vieram as traições de João e as reclamações de Célia. Tudo como uma &lt;br /&gt;grande onda que surpreende os despreparados; pequenos problemas não aceitos, não resolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vini contava com a sabedoria do pai e a generosidade da mãe nessas horas, esperava o  apa- ziguamento por parte dos dois e esquecia-se que ambos eram seres humanos. Um talento que dava aos pais era que esses sempre lidariam de foram resolutiva com problemas. Um filho que olha os pais como um ideal a ser conseguido, ele acreditava que seguir os pais e conseguir o que os pais conseguiram era a felicidade. Sempre vendo os pais. Sempre tirando o melhor deles. Sempre o admirando-os.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que os sentimentos explodiram dentro dessas autoridades e fizeram de um matrimônio uma festa de adolescentes onde a qualquer hora se acaba um relacionamento. A mãe saiu, deixou a família, o pai passou a chorar.  Não colocarei diálogos aqui - eles exprimem muita informação, e elas não seram necessárias nesse momento. Só o digo. Para um ser humano como Vini isso foi quase o fim da base mais importante até aquele momento para ele: a família. Se um dia tivesse uma não a gostaria daquela forma, não se contentaria com os problemas, não se calaria tão  facil-mente. Sim, tentaria.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-3191537189608905406?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/3191537189608905406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=3191537189608905406' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/3191537189608905406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/3191537189608905406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/01/um.html' title='[Um]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-6106174175232890031</id><published>2008-01-25T19:52:00.000-03:00</published><updated>2008-01-25T20:01:00.494-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>“...por que há dias com sol em que me tenho me revelado composto e porque há momentos noturnos e nesse me mostro nu. De fato a escuridão adentrou em mim, prostrou-se. Diante do meu dia vinha a bonança, foi-se. Queria mesmo fazer da escuridão dia e do dia constante.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Porque há sol e lua, porque há dia e há noite. Porque há afirmação, porque há negação”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sempre houve aqueles antigos, deles vieram às instruções, que diziam, confrontavam. Até que ponto se abstém nisso?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E por que há escolha e que essa vem acompanhada de sua filha – a conseqüência. Pergunto-me tenho eu a luz ou a escuridão? A escuridão ou a luz?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Perturbação constante! Não vê que me encontro entre o sangue e a respiração? Não vê que a vida se vive? Afasta-te de mim, inimiga constancia. Levas o que quero de mim, derrubas as bases da muralha de minha coragem, devassa minha consciência. Levas o que é teu.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vivia Síncero. Menino calado para o novo, eloqüente para o velho. E se o velho se faz novo a cada dia, não deveria considerar-se feliz? A felicidade – curto tempo de alegria espontânea e só. Sempre na razão: o momento. Sempre na emoção: cadê o momento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meio exigente; calado para pequenas vitórias; exigente e hirto de causas, profuso de idéias a serem seguidas; idealização dos valores – complicações. Um fato: um meio, nisso deveria achar-se Síncero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O calo tem seu dono, diziam: não mexam, terminavam – dez minutos depois estavam a cutucar a ferida do pobre alheio.&lt;br /&gt;E um dia houve um diálogo.&lt;br /&gt;- O violino se toca, o violinista toca. E se o violino tocasse?&lt;br /&gt;- Não se deve sentir isso.&lt;br /&gt;- Pois não o sentes?&lt;br /&gt;- Sinto o que é certo, o que é dito.&lt;br /&gt;- E se não?&lt;br /&gt;- Cala-te e consente.&lt;br /&gt;- Como se diálogo fosse feito de silêncios.&lt;br /&gt;- Cala-te.&lt;br /&gt;- O silêncio me trouxe. Diga a ele, diga ao que me propõe a dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada houve. De certo uns murmuravam. A questão levantou o não-descoberto não acordado. De fato houve, houve aqueles que passaram a sentir algo nov. e o velho pois se a ser questionado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os minutos cessam como as dúvidas calam; os minutos correm como as dúvidas passam; os minutos retornam como as dúvidas nascem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis a dúvida – perturbação entre duas inteligências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Negas o que senti?&lt;br /&gt;- O sentir é reflexo. Olhas para o real, questiona-o.&lt;br /&gt;- O modo de propagação, dizes?&lt;br /&gt;- Digo o que o forma, as sensações precedidas de idéias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que esperas de mim?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Dissestes o que tinha que fazer, atentei, vivi. Encontroei-te no oposto, segui-te; encontrei-me na perturbação, na solidão.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Atentei para o que disse como certo, vivi, senti. Como deveria senti não o fiz. Não o fiz.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro diálogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se a dúvida te persegue, porque não abandonas. Porque castiga-te a ti mesmo?&lt;br /&gt;- Abandonar a dúvida é aceitar o sol como o dia ou à noite como o dia;é fazer do violinista tocado ou o violino ser tocado.&lt;br /&gt;- Decide. Perguntas devem ter respostas. Escolhe a tua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“... como serena a noite, que por ela me apaixonei. Hoje a vejo como dia. Um dia claro situado numa noite. E o que é a noite se posso criar o dia?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A escolha foi: faço-me dia, não escondo a noite.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Se seguisse o sol onde pararia? Nos mesmos ligares no qual aqueles que antes me disseram “ orna a tua cabeça com flores e não te apegas a coroa dela vem a dor, dela vem a doença, dela vem a desgraça.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-6106174175232890031?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/6106174175232890031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=6106174175232890031' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/6106174175232890031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/6106174175232890031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/01/blog-post.html' title=''/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-2019392407359717874</id><published>2008-01-22T17:48:00.000-03:00</published><updated>2008-01-22T18:16:51.889-03:00</updated><title type='text'>[cap. 10]</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A representabilidade daquele caso ultrapassava as expectativas dos ingênuos; casualmente estava entre a decisão precedida de uma perturbada dúvida.A importância ultrapassava até para os mais aplicados, seja pela acasualidade, seja pela impossibilidade.Os fatos eram propostos na ordem linear, quase natural, mas horas apresentavam um elevação não esperada.A expressividade de ser, tão instável; as formas de se entrelaçar, tão novas; e todas as forças - que juntas -, tão inesperadas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A vida nesse caso estava sempre foi - para os despreparados absurda, para os aplicados observadores surpreendente. Às vezes estava tão condizente, tão lógica que enganava a imaginação. Se importar como o óbvio é pressuposto de entender o surto não planejado. Um livro seria escrito se nos detivéssemos nisso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A melancolia cerca as almas esperançosas, mas não preparadas; acolhe os carrascos de si mesmos; acompanha a quem se cala. A fuga desse sentimento é a negação dos requisitos acima. A possibilidade do sumiço sem uma força necessária é mediana, uns se entregam ao tempo outros se acostumam como o estado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto caminhava de volta a casa ela se imaginava perdida e quase acabada. Muitas vezes pensou a si mesma dominadora do tempo, poucas vezes agiu para o almejado. A quebra dessa monotonia seria o fim? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os sentimentos desencadeados a partir de todo o choque não a mantinha em equilíbrio. Como aquela construção mal alicerçada estava tão entregue. O desiquilíbrio se alojou naquele coração como aceitação do natural; natural para ela era o mais desgraçado. O equilíbrio idealizado não mantido e a constancia da não habitualidade quebraram as bases ilusionárias, afinal não só de pensamentos se faz um mundo realmente atraente porém colorido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Talvez alguém no mundo a interpretasse, talvez alguém colheria suas lágrimas a as faria de regração às flores de um jardim de uma vida tentante.Talvez as forças a empurrassem para o alvo. Ironia do antes disposto! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Basta uma caminhada para a assimilação das vozes destruidoras da sanidade e da felicidade tão buscada. Basta à impassibilidade para isso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E veio a chuva. Os pingos infectavam-na com melancolia. O estado: a clara amostra do interior. Quantas vezes a exteriorização do invisível passou despercebido aos olhos dos egoístas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A atmosfera era propensa: o nublado do céu, as ruas vazias, os ruídos dos pingos de chuva. E Nara seguia da mesma forma. Um vazio era o que sentia depois de caminhar sozinha pelas ruas molhadas; significava-a solitária, sem alguém para compartilhar desgraças, sem alguém para contar alegrias; era como se fosse uma peça do quebra cabeça indiferente; era quase inútil, nem fazia falta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pensou em suas vítimas, tentou entender o que era o mundo delas; um nada perto do dela. Tudo o que pensava, o resultado real parecia tremendamente incoerente. A satisfação que sentia ás vezes; uma falta de algo. Não conseguia explicar o que acontecia dentro dela, não conseguia assimilar a realidade de modo racional. Tudo o que fazia era espontâneo demais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Chegou a casa foi ao quarto, viu malas prontas, a casa arrumada; o quarto, porém, perfeitamente bem arrumado. Entrou no quarto e ficou por lá.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Logo abaixo estava sua mãe. Em seu rosto via se linhas de expressão estressadas, seu estado de mau humor enchia a cozinha onde se encontrava; não fazia nada. O fato era que a mãe de Nara era uma mulher sonhadora: sonhava com uma bela casa - possuía; sonhava com uma perfeita família, família sem erros, sem mácula alguma; sonhava com uma filha exemplar; sonhava. Infelizmente para ela, os sonhos não passavam de sonhos,esperava que o marido resolvesse o seu mundo colorido de idealizações. Na época de Nara o que significa uma mulher que idealizava e esperava dos outros a realização desse sonho? Amargura e estresse.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;* * *&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um diálogo entre policiais:&lt;br /&gt;- Viu o caso do garoto?&lt;br /&gt;- Vi sim, por quê?&lt;br /&gt;- Acho que a acusada não matou ele por legitima defesa, uma dúvida ficou no ar... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;* * *&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nara desceu e foi à cozinha e encontrou a mãe no estado descrito.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- O quê que tem? perguntou Nara rispidamente.&lt;br /&gt;- Ainda pergunta o quê que tenho? falou a mãe com arrogância desmedida.&lt;br /&gt;- Qual é a tua mãe? Nara insistia, sabia que irritava a mãe.&lt;br /&gt;- A minha? Nada dá certo. Tudo o que eu fiz; nada dá certo. Tudo é uma droga.&lt;br /&gt;- Mãe não idealiza.&lt;br /&gt;- Cala a boca, tu nem sabe o que é a vida pra ta falando desse jeito. Viveu quase nada.&lt;br /&gt;- A experiência fala, e olha só o que ela recebeu, disse Nara - um súbito de ódio adentrou seu coração.&lt;br /&gt;- Quer saber mais do que eu, é isso?&lt;br /&gt;- Não Mãe, só vê se cresce um pouco, uma pontada de insegurança adentrou.&lt;br /&gt;- Já cresceu o bastante foi?&lt;br /&gt;- Deixa de ser idiota, disse a filha –Nara sentiu a insegurança seguida de insatisfação.&lt;br /&gt;- Fala o que é ser idiota, desafiou a mãe - Nara sentiu insegurança novamente.&lt;br /&gt;- É esperar que as coisas caiam nas tuas mãos, feitas por um cara perfeito que ai encher teus dias de muito amor e sexo..., Nara começava a se irritar profundamente.&lt;br /&gt;- Hum!, ria a mãe.&lt;br /&gt;- ... é acreditar que uma família é feita de pais e filhos somente e não de diálogos..., nesse momento a mãe de Nara fez uma cara " ah, é?"; ... é ter uma filha e nem ao menos perguntar como ela tá, se ela se fudeu, se ela fudeu, se ela é amada por alguém, como ela se senti bem na porra desse mundo, a mãe de Nara atentava com espanto.&lt;br /&gt;- É pensar que as coisas acontecem por acontecer e que não fazemos nada pra conseguir - a irritação de Nara tornou-se excessiva e incontrolável.&lt;br /&gt;- E você é igualzinha, disse a mãe de Nara triunfável enquanto ela e Nara viraram uma de costas pra outra, Nara saiu andando, a mãe ficou na cozinha, porém Nara interrompeu a saída virou pra mãe e disse:&lt;br /&gt;- Mãe? A mãe virou; fuck off, um barulho de tiro foi ouvido por um policial do lado de fora da casa bem no momento em que esse ia apertar a campainha.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nara foi rápida pegou as malas que tinha deixado uma sala a frente da cozinha, e saiu pela porta dos fundos que era um cômodo após a cozinha. O policial arrombou a porta da frente na terceira tentativa. Nara rodeava a casa pelo lado de fora; o policial vasculhava a casa, começou por cima, não encontrou nada, continuou embaixo e encontrou uma senhora alvejada em cima de uma, ainda pequena, poça de sangue a poucos segundos da morte. O detetive chegou perto dela para verificar se ainda estava viva é só ouviu da senhora:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Cadê o meu marido?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nara já estava relativamente longe de sua casa. Caminhava. Ela pensou na sua primeira vítima de assassinato, feita há pouco tempo, e no novo mundo proposto cheio de boas novas; já desenhado pelo destino.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;FIM.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-2019392407359717874?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/2019392407359717874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=2019392407359717874' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2019392407359717874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2019392407359717874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/01/cap-10.html' title='[cap. 10]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-6800324804900068480</id><published>2008-01-21T01:18:00.000-03:00</published><updated>2008-01-21T01:26:52.445-03:00</updated><title type='text'>Último Diálogo[ cap. 9]</title><content type='html'>Como forma de se realizar o que antes pensava, ele veio confirmar; como uma sensação, uma forma humana; como algo que brota do nada e que enraíza; como se sentia; um sentimento, ou ademais vários; é difícil explicar o que era ou o que talvez como seria mas de fato os sentimentos alastravam-se profundamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como compreender um sorriso que virou uma relaxada forma muscular? Como entender que um coração pulsante que fazia outros pulsarem se tornar parado? Como sentir uma mão que transpassava carinho e que agora estava gélida? Porque há tantas perguntas num momento desses? A realidade se torna mórbida, o mundo injusto, as pessoas leves traços ao redor, um respiro doído, as lágrimas um dos únicos escapes, uma abraço algo indiferente, um olhar evasivo. Um nada; ou talvez um tudo que não se senti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De certo ninguém deixaria de se lamentar para chegar junto dela e lhe dizer algo que a confortasse, ninguém faria esforço algum. A fama dela naquele momento, e talvez por toda a vida , se mantinha como uma cúmplice de assassina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O velório se mantinha naquele silêncio universal, horas havia prantos, horas havia murmúrio, horas havia o silêncio citado. Olhos sinceros batiam a pequena janela de vidro para o vislumbrar de um último olhar. O rosto era a única parte disponível para a apreciação, seu pescoço estava bem coberto para esconder a enorme marca causada pela tesoura. Os olhos fechados, a boca pálida, a aparência mortífera, o cheiro de rosas,os ruídos inconstantes, o ambiente úmido eram as limitadas formas dos sentidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nara estava ali; estava porque não esquece os gritos de súplica da mãe de sua paixão, estava porque sentia a atmosfera centrada na morte; estava porque sentia o impacto da morte de um jovem. A impressão causada foi de que a vida, às vezes, fecha a cara para uma jovem existência e determina o seu fim. Pobre realidade pensava Nara, Pobre para ela, pobre para a família da vítima, pobre para os amigos de Nara. Pobre era mesmo para Nara que estava num funeral onde não e esperavam nem a desejavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estranho começou a se manifestar naquele lugar. A atenção de alguns ali mudou da morte do homem amado para a hostilidade contra aquela ingênua menina. Começou com olhares repressores e depois com palavras murmuradas ao vento que mal diziam Nara e sua mãe. O velório terminou e começaram a caminhar Em direção a sepultura. O silêncio no caminho. Quando chegaram à frente da sepultura todos foram tomados por um sentimento intenso de perda. As lágrimas rolaram, os soluços não paravam e os gritos desesperados de uma mãe encheram aquele céu aberto. E descia o caixão para a terra úmida e fria. Ali jazeria Marcos. E começaram os diálogos para os crédulos ou para os céticos os monólogos cridos que eram palavras jogadas ao vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você sempre será meu rei.&lt;br /&gt;- Saudades eternas.&lt;br /&gt;- Acabou aqui, mas no meu coração não.&lt;br /&gt;- Não o verei mais. Sempre o sentirei.&lt;br /&gt;- Meu Marcos descansa em paz.&lt;br /&gt;- O que foi a vida pra você? Pra mim foi um momento de conhecer a pessoa mais especial do mundo: você!&lt;br /&gt;- Eu sempre te adorarei.&lt;br /&gt;- Não saia da perto.&lt;br /&gt;- Seu riso foi o mais lindo que já vi e sempre será. Leva contigo esse beijo e essa flor.&lt;br /&gt;- As amizades são eternas; espero te encontrar lá.&lt;br /&gt;- Meu filhinho, meu amorzinho, meu bebê, fica comigo, não sai daqui, o meu filhinho, eu te amei, mas que queria mais ,eu queria te abraçar pra expressar o meu maior amor. Meu filho, gritou a mãe de Marcos; meu bebê fica,fica, gritava desesperadamente; fica, fica, o desespero de uma mãe fizeram as lágrimas mais freqüentes, os soluços mais altos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o caixão foi coberto por terra ao som das lamentações sem palavras, das lágrimas sem amparo, das súplicas não atendidas. E iam se retirando uns aqui , outros ali, Nara foi numa dessas levas e atráz foram os amigos antes citados de Marcos. Nara sentia que estava sendo seguida , desprezou; continuou a andar e ainda sentia a mesma impressão. Virou se e encontrou a turma que a encarava com ódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sua filha da puta!, disse um.&lt;br /&gt;- Filha de uma assassina, disse outro.&lt;br /&gt;- Minha mãe não é nada disso, retrucou Nara, a verdade é que a mãe de nara se safaria pois era advogada criminalística e conseguiria convencer o juiz.&lt;br /&gt;- Sua desgraçada a culpa foi tua!, disse mais outro e cuspiram na cara de Nara.&lt;br /&gt;- Vagabunda doente - outro cuspe chegou na cara de Nara, e vários foram se acumulando e escorrendo no rosto dela. Até um ponto em que alguém deu um tapa em sua cara, depois vieram outros; tentaram jogá-la no chão, Márcia interrompeu.&lt;br /&gt;- Ei parem! Marcos não gostaria de ver-nos tão possuídos de ódio a ponto de maltratar ela, repreendeu os outros amigos; mas você - apontou para Nara - não pense que que eu te salvei por misericórdia, eu te odeio, e então cuspiu no cabelo de Nara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nara viu os amigos irem embora se levantou e foi em direção á sua casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONTINUA...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-6800324804900068480?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/6800324804900068480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=6800324804900068480' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/6800324804900068480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/6800324804900068480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/01/ltimo-dilogo-cap-9.html' title='Último Diálogo[ cap. 9]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-5619824143339608090</id><published>2008-01-19T15:40:00.000-03:00</published><updated>2008-01-19T15:45:36.708-03:00</updated><title type='text'>[cap. 8]</title><content type='html'>O mais importante era entender porque Nara se manteve estática. Uma intensa onda de ansiedade misturada com um descontentamento marcou aquele momento. Seria pelo fato de ser confrontada pela sua mãe, ou pela simplicidade em si da situação? E o que foi engraçado? Quase nada; o que foi desastroso? Grande parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos pais acredita que a iniciação sexual do seu filho será a qualquer momento menos o que eles esperam, para falar a verdade eles nunca desejam isso. A vô de Nara descobriu que sua filha tinha transado quando a viu chegando em sua casa. A mãe de Nara chegou com uma marca roxa em cima do pescoço, lógico: qual mãe não perguntaria e desconfiaria da filha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que foi que aconteceu com o teu pescoço?Perguntou a vó de Nara quase atônita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma barata me chupou, disse a filha desconcertada. A mãe de Nara tinha acabado de chegar de manhã na casa. O que ela pensou quando disse isso? A vó de Nara riu até tornar-se severa e começar a xingar a própria filha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sua puta desgraçada, o que é que tu fizeste? Saiu pra dá o cú? Não me dissestes que iria estudar? A briga continuou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como todas as cenas que aparecem num presente qualquer essa seria uma normal reprodução. Quando a mãe de Nara chegou em casa estava se sentindo mal. Ela trabalhava o dia todo como já foi citado e não esperava passar mal e nem Nara. Afinal de contas desde quando uma mulher de 37 anos transa com um homem esquecendo de usar camisinha e jura que não vai engravidar? Então ela estava se sentindo mal e não entendia porque; pediu para ser liberada para ir a casa; só esperava encontrar uma cama e um banheiro pra vomitar. Ao chegar encontrou a porta da casa aberta, estranhou; subiu as escadas em direção ao seu quarto e foi quando ouviu umas fungadas estranhas dignas de noites de sexo. Foi conferir. Basta dizer que ver a cena proposta era de assustar qualquer ingênua mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nara se manteve estática por somente 5 segundos, mas afinal o que faria ela enquanto uma língua úmida estava mo meio de sua perna? Até quando sua mãe deu o grito antes descrito aí sim conseguiu se mexer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que é isso? Perguntou outra vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mãe...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Filho da puta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, gritou Nara e viu sua mãe avançar para um garoto que estava nu e um momento antes se masturbando. Quando sua mãe chegou perto dele para enchê-lo de pancadas ele teve o clímax, e infelizmente para mãe de Nara, o líquido espermático foi atirado na roupa dela e em sua cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe de Nara não se esforçou tanto para avançar; Nara nesse momento estava tentando colocar uma roupa e quando menos conseguiu colocar a calcinha viu sua mãe avançar em fúria um pobre menino nu sem ninguém para ajudá-lo e vê-lo ser atingido por uma tesoura. Nara depois de ver avançou em cima da mãe para tentar pará-la; não conseguiu. Tarde demais. O que é uma tesoura na garganta se um ser humano? Morte.A morte foi o símbolo daquele momento, e como nas cenas clássicas de assassinato, havia quem chorava havia quem estivesse pasmo; havia um sangue formando uma poça; havia o instrumento que fez o ato; havia lágrimas, havia arrependimento; havia horror, havia dores; havia o ultimo suspiro de vida, e umas últimas palavras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nara eu te odeio, o Pedro disse..., foram as últimas palavras de Marcos, foi a sua última expressão, foi o seu último suspiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-5619824143339608090?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/5619824143339608090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=5619824143339608090' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/5619824143339608090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/5619824143339608090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/01/o-mais-importante-era-entender-porque.html' title='[cap. 8]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-5746535365902613027</id><published>2008-01-17T21:38:00.000-03:00</published><updated>2008-01-17T22:15:18.857-03:00</updated><title type='text'>[cap. 7]</title><content type='html'>Se tinha um pensamento na cabeça de Nara depois de toda experiência que teve com aqueles adolescentes ele era "bando de filhos duma puta!". Pelas diversas vezes que ela pensou em Marcos nunca o imaginaria daquela forma torpe. Afinal de contas em que mundo ela vivia? Perguntou-se a si mesma. Será que estou atrasada? Será que o sexo evoluiu e eu continuo no papai-mamãe de sempre? continuou. Mas a verdade era que suas metas em relação a sua vida sexual estavam sendo desafiadoras a ela mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto estava sozinha em casa, Nara ficava no seu quarto às vezes imaginando, ou criando ou fazendo nada. Na verdade o quarto de Nara representava o refúgio de todas as ciladas do mundo, e de ciladas não se descartava aquela que tinha acabado de ver. Pela sinceridade dos fatos Nara não repudiou de imediato aquela demonstração de sexualidade, ela gostou daquela orgia e de como os seus colegas curtiam as suas particulares festas. Porém Nara interiormente também repudiava, fosse pela educação que teve ou fosse por algo que ela mesmo desenvolveu sobre o sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo silêncio no seu quarto, Nara sentada na cama sem fazer nada; a campainha tocou. Com dificuldade Nara desceu as escadas foi até a porta enquanto seu joelho latejava de dor. Quando abriu a porta tomou um susto. Era Marcos. Eles subiram para o quarto de Nara e ficaram conversando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Porque você fugiu ontem, perguntou Marcos; o que aconteceu?&lt;br /&gt;Nara o olhou com um olhar que dizia "será mesmo que precisa perguntar", e mesmo assim Marcos não a entendeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como assim? Primeiro você me trata como se eu fosse uma louca que te persegue na escola e quer atenção, depois tu me convidas para uma festa em que não consigo nem me ver nela, e logo depois ainda pergunta " O que aconteceu?", e olha só, apontou para o joelho esfolado, machuquei o meu joelho saindo correndo daquela coisa lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não era preciso tudo isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nara, olha, eu pensava que você fosse mente aberta e que não se importaria com o que fazemos. Nara percebeu que ele falava com sinceridade e realmente foi ingênuo ao pensar nela daquele jeito. Dizem que a paixão quebra as barreiras da ética e foi supostamente a justificativa para o que Nara iria faria. Ela se empatizou com toda a idéia e se considerou uma menina de cabeça aberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na verdade eu gostei, tentava convencer Marcos; eu só não sabia como reagir naquela hora principalmente sem ter sido avisada antes do que se tratava. E ela chamou a atenção de Marcos nesse momento. Ele começou a passar a mão no corpo de Nara, apalpou seus seios, beijou em sua boca, direcionou a mão dela em direção ao seu pênis que já estava rijo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É verdade é ? Nesse momento Marcos colocou a mão por dentro do shortinho de Nara, e logo já estava colocando a mão por dentro de sua calcinha. Tocou a vulva dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não posso transar, disse Nara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu trouxe camisinha, completou Marcos e foi flechado por um olhar de repreensão de Nara. O que foi? Não deveria estar preparado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, mas deixa pra lá. Eu não posso porque meu joelho dói, enquanto falava Marcos massageava o clitóris dela. Ele está todo arrebentado e ainda não sarou quase nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não importa, eu faço sexo oral. Marcos tirou o short de Nara junto com sua calcinha abriu suas pernas e ficou admirando sua vagina como se estivesse apreciando um belo prato da culinária francesa. Começou beijando suas cochas, depois avançou para sua virilha, beijou seu clitóris, lambeu seus grandes lábios com uma delicadeza que Nara mais tarde classificaria como extrema experiência de prazer sexual, e continuou enfiando horas a língua , horas o dedo em sua vagina. Houve em momento em que ele fez como se fosse abaixar as calças para penetrá-la, mas logo foi reprimido com olhar de Nara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para muitos esse era o momento mais excitante que Nara estaria vivendo, e no decorrer do acontecimento ela estaria esquecida do tudo o que se passava no mundo ou mesmo do passado de sua vida. Era ouro engano pensar desse jeito. Nara atentava para uma bolsa que estava na cabeceira ao lado de sua cama, a bolsa que a acompanhou em sua jornada a casa do jovem que tinha a língua nesse exato momento em sua vagina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nara estava se esticando para alcançar a bolsa que tinha a faca - na sua cabeça a justificativa para o assassinato do adolescente seria que ela se defendeu por ele estar sendo estuprada - , Marcos estava fazendo Nara chegar ao clímax e gozar até sua mãe chegar e ver tudo aquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que é isso?, gritou a mãe de Nara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONTiNUA...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-5746535365902613027?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/5746535365902613027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=5746535365902613027' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/5746535365902613027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/5746535365902613027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/01/cap-7.html' title='[cap. 7]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-4817172622566072986</id><published>2008-01-13T21:07:00.000-03:00</published><updated>2008-01-13T21:09:02.134-03:00</updated><title type='text'>Diálogo II</title><content type='html'>- Me diz quando é que vem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vem o quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aquela pessoa que salvaria e me faria esquecer do que sou e vivo, que encheria o meu momento, e a promessa que de o amor é a salvação eterna, onde, quando, porque?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Silêncio]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Me diz o que vale isso tudo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[A resposta foi um outro silêncio.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que é irreal? Até que ponto é real? Quando é que o irreal se aproxima tanto que se torna real?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[O silêncio se mantinha.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pelo o que vale viver? Pelo que vale lutar? O que o mantém? O que é o passado frente ao presente? Quem desafia quem? Onde encontrarei uma vida? Onde esconderei uma? E se houvesse garantia? E fosse sem garantia? Quem me responderá? Quem calará a boca que fala o inevitável? Quem sugará suas forças? Quem dirá o que se deve ser feito? Quem continuara? Quem dominará?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Nessas horas o silêncio desconforta.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se todo é substituído o que fazes aqui. E se tudo é o nada pra quê serves? Se a alma te aflige porque não a jogas fora? Se o encanto é uma droga porque aceitas? Se tudo é uma cilada porque continuas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[O silêncio se manteve até ás horas em que as resposta gritaram sem serem ouvidas].&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-4817172622566072986?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/4817172622566072986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=4817172622566072986' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/4817172622566072986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/4817172622566072986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/01/dilogo-ii.html' title='Diálogo II'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-1225333358490397810</id><published>2008-01-13T17:45:00.000-03:00</published><updated>2008-01-13T17:52:35.730-03:00</updated><title type='text'>[cap.6]</title><content type='html'>Começo achando-a decidida demais. Mata uma pessoa na sua própria casa era uma situação meio inusitada principalmente se tratando uma assassina amadora como ela. Mas nada a conteve. Andava pelo entardecer daquele inesquecível dia, dia que marcou com muito ódio o coração de uma menina adolescentemente vivida. O entardecer, pensou ela, significava transição o que era combinante com a sua atitude, de uma vez por todas tomaria a frente do seu coração apaixonado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando chegou a casa de Marcos, Nara se viu arrebatada pela áurea boêmica e foi se confirmando à medida que ela adentrava naquela festa. Lá estavam Marcos, Célio, Junior – os boys da escola –, Márcia e Cicinha – quase não se ouvia sobre essas meninas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A festa na antiguidade foi um símbolo de celebração, um momento para celebrar as colheitas, a vida , os deuses, e toda a gama de coisas boas que naquele período preenchia a existência daqueles seres humanos. Quando nos deparamos com o período de Nara vemos que a festa deixou de ser um momento de celebrar a vida – para a maioria – e se tornou um escape para a pobre realidade daqueles jovens. O modo que usavam substâncias alucinógenas como as alcoólicas e narcóticas demonstra a cultura fugaz daqueles humanos. Nara de cara sentiu um cheiro forte de maconha antes mesmo de chegar perto do grupo; atentou também para o excesso de bebida disponível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nara pensava que estaria sozinha e que a festa seria ela, mas ao ver todos ali ficou quase chorosa – ela realmente gostaria de matar aquele desgraçado. Estava começando a se retirar quando a festa se tornou interessante demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música estava alta demais e enquanto aqueles jovens compartilhavam a maconha Márcia se afastou do grupo e começou a tirar a parte de cima da roupa, tirou o sutiã e Cicinha a acompanhou. Nara observava de longe, parece que ninguém percebeu a sua presença. O tira-tira de roupa continuou até todos estarem sem roupas e começarem a se beijar, a se agarrarem, a transarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nara ficou pasma ao ver aquela demonstração de “perversão” como disse ela mesma, mas isso não a impediu de admirar. De certo modo ela gostava de observar, ao mesmo tempo em que repudiava a participação. Sentia um estremo calor ao ver Marcos sem roupa, assim como almejava penetrar seu corpo com a faca que trouxe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E continuava a observar até que Célio a viu, falou para todos que tinha uma observadora; todos olharam para ela. Marcos a chamou, “nem pensar” disse para si mesma. Ao perceber que ela não saia do lugar os meninos trataram de ir busca-la a força. Nara se espantou ao ver três musculosos meninos nus e de pênis ereto se aproximarem dela com o intuito de a possuí-la, mas por dentro ela pegava fogo, queria tirar toda roupa e deixar-se ser levada pelo excitamento daquele momento. Mas correu. Correu com medo. Correu desejando nunca mais ver nenhum daqueles meninos e até as meninas. Desejou mata-los também. Desejou, até tropeçar e se arrebentar no asfalto. Tinha corrido rápido demais e sem se perceber Levou uma queda que fez o seu joelho esfolar. Aí sim. Como desejou matar aquele desgraçado do Marcos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-1225333358490397810?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/1225333358490397810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=1225333358490397810' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1225333358490397810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1225333358490397810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/01/cap6.html' title='[cap.6]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-5237390214911731278</id><published>2008-01-11T19:55:00.000-03:00</published><updated>2008-01-11T20:07:39.658-03:00</updated><title type='text'>[cap. 5]</title><content type='html'>Nós observávamos a visão de uma jovem imatura, atentávamos às suas peculiares ações e descobríamos mais de suas mazelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nara continuava a idealizar, sempre se predispunha a concorda com o que lhe falavam; continuava a alimentar sua vida cheia de encantos e ainda esperava que isso fosse completado pelos outros. Falando em outros, devo-lhe aqui um pequeno comentário: Marcos, acreditava ela, seria uma das colunas que sustentariam sua prévia felicidade; também acreditava que suas amizades a levantariam e a fariam dominadora de sua vidinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando ela se viu diante do seu amado com uma postura totalmente insensível que ela repensou. Deixe-me resumir: Nara estava na escola e se aproximou com a maior intimidade a Marcos, ele estava cercado de amigos, ela o abraçou pela cintura e ela a censurou como se fosse uma mendiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se sabe quando uma mulher pode se tornar amargurada, ou como ela vai reagi enquanto está amargurada, ou quando vai parar de ser amargurada, e para Nara, com muito prazer e rindo por dentro de mim, descrevo como essa menina reagiu a esse acontecimento: chegou em casa se prostrou em sua cama, quase chorou, levantou-se olhou-se no espelho, viu a marca da rejeição nas linhas que o estresse desenhava em seu rosto; sentiu-se como aqueles bolos de bosta de cavalo que se encontra por aí nas ruas, evitou chorar de novo; pensou como tinha sido bom ser tocada por Marcos, como tinha sido bom adormecer em seus braços, como tinha sido bem ouvir sua ofegante e quase incansável respiração, como tinha sido bom se sentir abraçada pelos  seus braços por bastante tempo, como tinha sido bom ter sentido seu copulador entrando e saindo, mas -  como me alegro em dizer-lhe  - , ela decidiu que seria muito melhor sentir um objeto perfurante, qualquer que fosse, entrando e saindo do lindo corpo de seu ex-amado. A satisfação, aquela velha satisfação preencheu seu corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a cozinha pegou a faca que tinha as cerras mais pontiagudas, encheu-se coragem e se aprontou; colocou a faca em uma de suas bolsa e ficou sentada na cama esperando uma justificativa de si mesma para não fazer o que planejava. O telefone tocou. Era Marcos a convidando para uma festa particular em sua casa e acrescentou dizendo que não deveria levar ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nara encheu de alegria e pressuponha-se que ela finalmente encontrou uma justificativa para acabar com seu maligno plano, que o veria e o perdoaria pela sua infantilidade e imaturidade, que iria encher a cara para esquecer de um minúsculo e ridículo problema, que seria aquela velha réplica de sua apática mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, definitivamente Nara não seria a patética de sempre - repito não se sabe quando, como e até onde uma mulher amargurada vai.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-5237390214911731278?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/5237390214911731278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=5237390214911731278' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/5237390214911731278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/5237390214911731278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2008/01/cap-5.html' title='[cap. 5]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-9168353690573100413</id><published>2007-12-29T11:36:00.000-03:00</published><updated>2007-12-29T11:37:42.425-03:00</updated><title type='text'>Concentração adversativa</title><content type='html'>Um ano de esperanças, um minuto da vida dedicado, um respiro forte para os objetivos a serem conquistados, desejos marcados no coração, palpitações que vão e vem, vontade de vencer, vontade de romper.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destinadamente encontras-te nesse mundo, miúdo, calado para as vitórias, gritante para as derrotas; observas esse momento, extrai dele o melhor, escolhes as minúcias desse meio e pergunta-te: a veracidade é o que devo viver? As formas de viver são mesmo essas? Então decides: Não viverei uma vida especulada; procurarei montar o quebra-cabeça, eu mesmo, determinado em me promover, determinado a fazer-me crescer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inspiro-me na encantadora concentração dos que vivem pra vencer, observo seus gritos diante de seus desafios, admiro aqueles vencedores, busco a concentração deles, calo-me para ouvir o som vibrante de seus pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então a chuva chega, o trovão a acompanha; não me detenho aos meus medos, corro para aproveitar. Muitas chuvas marcaram o ano; muitos temidos a morrer, poucos decididos a plantar. Eu vejo: estão aí, as oportunidades se encontram lá, lá onde os destemidos arriscam, onde os seus desejos superam qualquer adversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Busco exageradamente essas formas, esse modos, esses jeitos. Não me contenho com as velhas histórias, não me calo diante do sugestivo negativismo, não me deixo a mando desse mundo, nunca quis, não quero e não vou querer. Desisto das ultrapassadas idéias, me visto das novas pra vencer; visto-me de tranqüilidade, visto-me de calma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viva a inteligência do homem; Viva a sua capacidade dominatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viva a vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-9168353690573100413?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/9168353690573100413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=9168353690573100413' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/9168353690573100413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/9168353690573100413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2007/12/concentrao-adversativa.html' title='Concentração adversativa'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-5859896123056948744</id><published>2007-12-24T16:16:00.000-03:00</published><updated>2007-12-24T16:23:59.358-03:00</updated><title type='text'>[cap. Extra]</title><content type='html'>A época em que Nara vivia estava caracterizada, pelo menos naquele momento, pela benevolência excessiva das pessoas. De certo modo aquilo influenciava o modo que Nara via a atmosfera que a cercava. Era um momento diferente do todo ano; era um momento especial; era natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A áurea circundante causava extrovertimento; as pessoas saiam ás ruas tratando aos próximos de modo apaziguador, afável. Era um tempo, um dos únicos do ano, em que as pessoas se desarmavam e compravam a idéia de que seriam melhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então encontrava-se Nara, naquela labuta; vivendo passivamente, esperando pelo nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ano transcorreu inusitadamente: seu pai foi-se por uma atitude impulsiva e inconseqüente sua; tinha quebrado o gelo da timidez de seu avassalado amor por Marcos. Digo que esperava pelo nada porque se omitia quando boas oportunidades apareciam a ela. Mas esse momento era diferente; era Natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro um feliz natal não existia para a família daquela menina; seus únicos parentes, seu pai e sua mãe, nunca cultivaram o clima natalino; seu pai um bêbado, sua mãe uma reclamona; agora não seria diferente, nem um pouco, tinha matado seu pai, e sua mãe... Onde estava sua mãe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então Nara atirou-se num natal desses aí, consideravelmente natalino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A festa de Nara se passou na casa da Cicinha, e junto com essa anfitriã, a sua amiga inseparável,&lt;br /&gt;Márcia. Delas falarei no próximo capítulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como aquilo encantou Nara. Era magicamente aconchegante. Era lepidamente real. Foi um momento rico; enquanto ela se deliciava com a atitude de viver o máximo de sua solidariedade ela decidia lutar; enquanto observava os encantadores sorrisos das pessoas ela decidiu passar a amar; enquanto participava da conversa de histórias familiares engraçadas ela se perdoava. Enquanto era Natal ela se amava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segui-se a noite, permeada de benignidade, sem indiferença, sem desgraça.&lt;br /&gt;A hipocrisia era a aula diária dessa sociedade, ensinavam veridicamente, debatiam eloqüentemente; viviam eficazmente a hipocrisia. Mas deixa pra lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É Natal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-5859896123056948744?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/5859896123056948744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=5859896123056948744' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/5859896123056948744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/5859896123056948744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2007/12/cap-extra.html' title='[cap. Extra]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-8207159293722624678</id><published>2007-12-12T21:53:00.000-03:00</published><updated>2007-12-12T22:54:27.751-03:00</updated><title type='text'>Julgamento</title><content type='html'>É só observar os noticiários para perceber o quanto à sociedade se baseia em julgamentos. Considerar o julgamento como objeto de estudo é analisar o interior da complexidade humana que é expressado nas diversas formas de socialização, sendo que esse interior está sempre predisposto para o julgamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O julgamento marcou o modo de socialização da civilização ocidental, desde as bases greco-romanas: Os espartanos se consideravam raça pura e por isso achavam-se merecedores da dominação de outras regiões por meio das guerras; os romanos por sua vez dominaram a Europa, parte da Ásia e África impondo o seu domínio cultural-político. Mas o que faz o ser humano acreditar que é capaz de julgar às interpretações da realidade dos demais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O julgamento baseia-se na manipulação da verdade, tornando absolutas as verdades próprias e desconsiderando toda e qualquer opinião divergente. O mundo já sentiu demais as conseqüências dessa posição de arrogância como a idéia de seres superiores vista na propagação dos ideais nazistas, Hittle executou um dos maiores genocídios da história do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não conhecendo a realidade e a especificidade do pensamento da pessoa alheia o indivíduo se coloca como juiz ignora e despreza as formas do reconhecimento circundante do julgado, como visto na colonização do Brasil por Portugal: os jesuítas olharam as práticas dos indígenas como satânicas e aniquilaram boa parte dessa etnia rica em sua cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julgar é desprezar o aperfeiçoamento individual; é não abrir a mente para novas idéias que em grande parte melhorariam o meio de socialização. A prova disso foi a ocupação dos Espanhóis na meso-américa, pois exterminando os silvícolas dessa região eles não notaram o excelente modo de organização social que tinham esses povos: como um "Estado" que redistribuía os bens excedidos e que tinha diversos representantes que informavam o governo central sobre as necessidades da base social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O julgamento é acompanhado de segregação, mesmo que mínima, mas que atrasa e corrói as diversas possibilidades de melhoramento individual, social, cultural e político da humanidade desses tempos. Julgar é ignorar, é parar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-8207159293722624678?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/8207159293722624678/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=8207159293722624678' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/8207159293722624678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/8207159293722624678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2007/12/julgamento.html' title='Julgamento'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-6832608561089836684</id><published>2007-12-11T22:17:00.000-03:00</published><updated>2007-12-11T22:33:48.975-03:00</updated><title type='text'>O Espelho[cap.4]</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;Um momento sozinha pensando na vida em toda sua complexidade, Nara admirava cada detalhe de seu corpo.Depois de se conhecer um pouco mais ela percebia a singularidade dos elementos que reescreviam seu templo.A imaginação pontecialmente apontava para aquele que preenchia os obscuros vazios do coração despreparado de Nara, dele falarei um pouco à frente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os ingênuos pensamentos para o descobrimento de seu corpo começaram a desaparecer quando Nara encontrou-se na realidade social dela: ele sentiu algo diferente quando passou perto do Mateus algo como uma atração forte que empurrava sua imaginação para além da realidade tangível; também notou algo parecido com Junior que a fez manter o cheiro dele por alguns momentos a mais. Mais nada disso se compara com a gama de sensações e sentimentos que ela sentiu quando observou Marcos, ele sim, para ele Nara seria, Nara viveria, Nara amaria.&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;O coração daquela menina se prendeu em Marcos desde que esta o viu sorrindo. Deixe-me descreve-lô como ela se sentia: satisfeita de vê-lo sempre e admirá-lo por toda beleza que possuia; acostumada com a não reciprocidade daqueles sentimentos ; insatisfeita por não está com a cabeça em seu peito, mesmo que em silêncio, insatisfeita.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O desespero que aqueles sentimentos causavam afetavam a razão sóbria de Nara transponindo a lógica dos sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E então Nara aproximou-se de Marcos e o olhou em seus olhos - ela não saberia explicar de onde veio toda aquela coragem- o observou por alguns segundos; logo após ele se aproximou dela - os dois sentiam a respiração um do outro - continuaram se admirando por mais alguns segundos  - para Nara foram dias -, e então se retribuiram beijos calorosos e longos. Nara não se sentia satisfeita e desesperadamente aceitou as carícias de seu amado com forma de amor, continuando a aceitar as diversas maneiras em que ele a possuia. Foi inconsequente, Foi rápido.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Não preparada para qualquer eventualidade, Nara via naquilo uma forma de expressar a intensa paixão que sentia por ele,e então caíram, eles dois, no mundo sensitível dos toques ,da intensa troca de calores e da circulação interna exasperada. Nara só pensava na idéia de possuir Marcos a cada dia. Nara só pensava na sua vida iluminada pelo nimbo de seu amado.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A partir daí ela se veria diferente em frente o espelho: completa, lépida, fagueira. Mas o que Nara pensou quando se entregou para Marcos?Que ele seria seu companheiro da vida toda?&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-6832608561089836684?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/6832608561089836684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=6832608561089836684' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/6832608561089836684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/6832608561089836684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2007/12/o-espelhocap4.html' title='O Espelho[cap.4]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-1171556096331035004</id><published>2007-12-06T22:12:00.000-03:00</published><updated>2007-12-06T22:49:25.630-03:00</updated><title type='text'>[cap.3]</title><content type='html'>A caminhada continuava para ela, Nara decidia ou achava que decidia toda a sua vida, e se considerarmos que ela decidia todas as suas ações chegaríamos às mesmas conclusões.&lt;br /&gt;Então estavamos tentando enteder o que levava uma pura menina a cair na desgraça sem ter ao menos recentimento. Tenho pena de informá-lo que ela sentia. Sentia da forma humana mais sutíl : subconcientimente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia permanesceu normal: escola da mesma maneira agindo de forma sóbria, casa da mesma forma assistindo tv a tarde toda; o coração permanesceu normal: sem novas emoções mas desejando muitas delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu papel nessa história é deixar informações pessoais as quais ninguém obtém.Depois de todo esse tratamento aqui onde me encontro, darei detalhes cruciais e tenho certeza de que eles farão diferença. O tempo passa inorexavelmente e certamente não detalharei esses eventos para sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às seis da tarde ela começou a sentir calores, aqueles que sentiu fazia pouco tempo.Quem estaira com ela durantes aqueles momentos que se vivem á dois, se estava sozinha em casa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os graus de seu corpo continuavam subindo exponencialmente, respirações evitadas marcavam aquele momento peculiar.Descrevo aqui como ela sentia as consequências de todas as suas ações inconsequentes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua mão percoreu o próprio corpo por exatamente 38 segundos e durante esse tempo sua imaginação tocava o mais perfeito e ideal tocável; seguindo de sucessivas descobertas, todas desejáveis e impressionantes, nenhuma despresível. As idéias seguiam, as sensações também. Ela não desejava que todas as descobertas voltassem, ela queria aquilo eternamente, ela queria aquilo mais profundo, ela almejava incessantemente, e quanto mais queria mais sentia, mais foi se tornando vivído, tão expressível que culminou em contrações musculares marcando o clímax.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era o modo que ela encontrava de se desfazer de todas as suas artimanhas, mesmo que fosse secretamente, aquilo significava muito mais do que parece. Era um momento único, era momento de extravazar. Vejo essa ação desse jeito: a pobre menina imatura de seu coração, insatisfeita com suas emoções se expressava solitáriamente com sensações temporárias que significavam o mínimo que poderia ser vivido. Era o jeito que essa jovem tinha de viver, era o seu modo de agir, era seu subconsciente, era o seu ser.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-1171556096331035004?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/1171556096331035004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=1171556096331035004' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1171556096331035004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1171556096331035004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2007/12/o-toque-da-rosacap3.html' title='[cap.3]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-480437863603841425</id><published>2007-11-24T22:39:00.001-03:00</published><updated>2007-11-24T22:41:31.881-03:00</updated><title type='text'>Viúva Negra                                               [cap. 2]</title><content type='html'>Nara ainda estava preocupada. Preocupada não com o seu ato inconsequente que cometera, mas com a idéia de não ser mais a mesma depois daquilo que ela fez. Era constante em seus pensamentos a Nara que mudára de opniões, que se vestia de outra forma, que vivia de outra forma. Será que a aceitariam assim? Será que ela sabia quem ela realmente era? Será que sabia quem ela poderia ser?Essa eram as perguntas da sua mente confusa com o ressentimento.As perturbações chegaram a proporções tão grandes que Nara decidiu que deveria sair de casa se encontrar com alguém pra conversar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As 7 horas se encontrou com Pedro. Para Nara, Pedro era aquele tipo de garoto em que a única coisa a ser feita quando se está perto é olhar para os detalhes perfeitos dele, não que ele não tivesse uma boa conversa, mas era difícil para ela prestar atenção.As garotas entendiam o porquê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então depois das risadas e dos olhares desconcertantes, as trocas de palavra se cessaram dando lugar a extrema atração entre eles que unia as intenções dos adolescentes.&lt;br /&gt;Nara beijava ele com tanta euforia, ele a retribua com fortes abraços, Nara lembrou das conversas que diziam o quanto ele beijava bem e a partir daquele momento ela começava a concordar.Apesar de habitar num ambiente cujo o clima é tropical quente-úmido, Nara nunca desejou tanto uma calor latente como aquele.Nunca pensou que seria daquele jeito, naquela hora, tão inesperadamente, tão inorexisavelmente, tão sem palavras, tão intenso. No meio do acontecimento para Nara, Pedro parou e simplesmente se jogou para o lado. Nara não quis falar nada, talvez porque aquilo tinha acontecido a pouco tempo e ainda era novo para ela, ou talvez porque sentimentos começaram a suscitar em seu coração, sentimentos de vergolha e humilhação - ela imaginava todo mundo falando do que que tinha acabado de acontecer. Então um ódio repentino surgiu causando uma fúria exorbitante a tal ponto que Nara subiu no corpo deitado de Pedro e o enforcou, tentando e conseguindo lutar contra ele e matá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A satisfação enchia seu coração, um excitamento pulsante encheu corpo nú de Nara, como era novo aquilo. Nara novamente não sentia culpa ou arrependimento ,então, não foi difícil deixar o corpo despido de Pedro na cama, e nem vê os lábios rosados do rapaz se tornarem pálidos, nem admirá-lo estático de olhos abertos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dúvidas? Perturbações? Nara não tinha mais nada disso a partir de então: ela já tinha certeza do que ela era, do que ela poderia ser e do que ela viria a ser.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-480437863603841425?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/480437863603841425/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=480437863603841425' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/480437863603841425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/480437863603841425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2007/11/viva-negra-cap-2.html' title='Viúva Negra                                               [cap. 2]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-7044371896292141763</id><published>2007-11-22T12:12:00.001-03:00</published><updated>2007-11-22T12:15:23.372-03:00</updated><title type='text'>Diálogo</title><content type='html'>"Eu sei o que você passa. Você acredita que o que você vive é o melhor mas rapidamente se cansa disso.Então você passa a viver mais intensamente essa realidade que não vale nada e cada vez mais você odeia mas não consegue sair, é como se não houvesse opção de escolha.Aí você pára seu dia para idealizar o que você tem vivido, e toda essas idéias não passam de especulação inatingivel. Em mais você odeia a idéia de não controlar seu coração, e mais suas emoção transbordam no interior, e acumulam emoções não expressas. Tudo se torna cansativo e entediante ao ponto de tudo o que lhe faz rir o conquista. E  mais você se vê preso a essas pessoas, a essas pequenas coisas que fazem você se sentir um pouco mais feliz. E mais infeliz você fica. E mais desesitimulado você vive a droga que chamam de vida."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Hum.."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estou errado?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não, não, você pode  imaginar o que... eu... vi..vo"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Reconsideração? Você se imagina reconsiderando tudo isso?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não, não. Eu não me vejo. Eu quero dizer, como eu poderia reconsiderar?Eu me sinto coagido pelo ambiente que eu vivo.Parece que eu não posso escolher.Sabe... é o que você disse a pouco tempo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Você não pode culpar o 'destino' pelo que você vive.Você tem escolha."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Hum.Eu posso até me ver diferente, mas eu não consigo me ver vivendo isso plenamente."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Voce acha que a qualquer momento tudo o que voce conquistou pode desmonorar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Isso."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Desacredite."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu simplesmente não possso fazer nada.Voce não quer se esforçar.Voce odeia a idéia de viver essa melancolia mas gosta de vivê-la"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu odeio tudo o que eu vivo.Eu, honestamente, prefiro desaparecer do que ficar me batendo e humilhando pra conseguir uma coisa que, eu sei, vai acabar rápido."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O que lhe faz acreditar que voce não vai conseguir viver essa realidade desejada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Por favor, olhe para mim e você tem a resposta. Eu sou muito fraco e desistente.Eu mudo rapidamente o que eu penso. Eu posso estar num momento muito feliz e derrepente por alguma coisinha eu entristeço. Olha vamos fazer o seguinte, isso tudo tá sendo perda de tempo e não vai a lugar nenhum. Eu sou um fu... , desculpa, eu não presto e vai continuar asssim."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vai ter uma hora que isso tudo vi se virar contra você e pode chegar a ser um suicídio."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sim. Eu posso lhe garantir que é melhor mudar agora do que lhe internar como suicída."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ah, tá... Quer saber eu tô saindo daqui.Obrigado."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-7044371896292141763?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/7044371896292141763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=7044371896292141763' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7044371896292141763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/7044371896292141763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2007/11/dilogo.html' title='Diálogo'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-2276279236874817148</id><published>2007-11-02T00:41:00.000-03:00</published><updated>2007-12-06T23:00:53.612-03:00</updated><title type='text'>Electra na água[cap.1]</title><content type='html'>Nara observava atentamente, cada novo detalhe não passava do olhar daquela menina, o calculismo dela a fazia agir certo quando todos pensavam que seria ao contrário. Sua mãe costumava xingá-la aos gritos e a única ação dela era virar as costas e desprezar. Na escola, era alvo de humilhações, mas sua calma e frieza permaneciam ali, intactas e sempre preparadas para o mais adverso. Quando foi roubada a única que ela disse durante o assalto foi: "Leva.".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única dúvida que passava na cabeça de todos era como uma pessoa que vive num mundo conduzido pelo estress se mantinha daquele jeito?Uns diziam que era porque ela passava a maior parte do tempo observando os erros alheios; outros diziam que era a hereditariedade, seus pais sem dúvida eram calmos como carneiros. É penoso dizer que nada disso fazia sentido, pois suas atitudes não eram justificáveis desse modo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como toda manhã que traz novos problemas e novas decisões, essa seria a mais importante e esclarecedora. Depois de voltar cedo da escola, era período de provas, ela encontrou somente seu pai alcoólatra sem perspectiva de vida em casa, sua mãe trabalhava para sustentar a família, e então cenas da infância de Nara começaram a se repetir naquela hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vem pra cá! Vem pra cá agora!" dizia o pai dela com autoritarismo. Nara se aproximou, bem devagar para evitar reflexos da parte do pai, e enquanto ela fazia isso cenas da sua infância perturbavam seus pensamentos, ela lembrava quando o seu próprio pai passava a mão com extrema malícia no seu corpo infantil, ela sentindo-se morta, sem sentimentos pois não podia chorar, seu pai a proibia dizendo:" Se tu chorar ou contar pra alguém eu vou te bater até tu morrer, tu ta ouvindo? Não chora!" e continuava com estupro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então não foi difícil pra ela puxar uma faca que estava a seu lado e empurrá-la na barriga do seu pai diversas vezes. Não foi difícil não sentir remorso enquanto ela tentava tirar o corpo morto de seu pai de cima dela. Não foi difícil ver seu pai sangrar muito e produzir uma grande poça de sangue. Não foi difícil limpar tudo aquilo e ainda jogar o corpo dele num rio das redondezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto ela via o seu pai afundando nas águas barrentas do rio ela passou pela parte mais difícil: aceitar que ela tinha reagido impulsivamente pela primeira vez em dez anos, e como foi árduo para ela decidir aquilo - ela sabia o que queria ser - , mas em relação a suas atitudes psicopatas ela não tinha remorso algum - ela sabia do que era capaz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-2276279236874817148?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/2276279236874817148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=2276279236874817148' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2276279236874817148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/2276279236874817148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2007/11/nara-observava-atentamente-cada-novo.html' title='Electra na água[cap.1]'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-1408504138537758338</id><published>2007-10-12T10:54:00.000-03:00</published><updated>2007-12-06T23:08:08.282-03:00</updated><title type='text'>Nascendo,crescendo e vivendo um sonho capitalista</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_4-Kf-0aDR2I/Rw985K-RFxI/AAAAAAAAABI/_DcCvecMurg/s1600-h/lucas+010.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5120448622983452434" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_4-Kf-0aDR2I/Rw985K-RFxI/AAAAAAAAABI/_DcCvecMurg/s200/lucas+010.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;N&lt;/span&gt;ascendo, crescendo e vivendo um sonho capitalista. Na escola aprendendo que o mundo é injusto e dominado pelo dinheiro, a vida continua enquanto humanos morrem contaminados por lixos tóxicos e tudo o que queremos é viver o nosso momento de prazer, a vida continua e nossos filhos estão sem pais presentes e a sociedade se desmorona, a vilência e o caos vão se intalando, andar na rua é passar por obstáculos que não são vistos e que derrepente nos acertam e nos matam.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nascendo, e sempre tentado entender por que as pessoas que nos amam nos machucando profundamente, sempre tentado entender porque morrem gente na África por causa de comida, tentando entender porque matamos os nossos próximos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Crescendo, e sempre aprendendo que a sociedade está pronta pra julgar e humilhar, aprendendo que erros são constantes e que apesar de procurarmos por perfeição não chegaremos nela.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vivendo um sonho capitalista, comprando e jogando no lixo ou perdendo, por que eles nos vêem como indivíduos comprantes que fazem a vida comprando o que eles produzem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E morrendo, e sempre tentando se arrepender dos erros que poderiam ser concertados, e sempre pensando que poderíamos ser melhor pro nossos filhos, pra nossas esposas, para os nossos maridos, para os nossos pais, pros nossos amogios, e entendendo o valor do perdão, já que nessa hora é a única coisa que vai fazer diferença.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Deixando os que amamos e que nós sabemos que poderíamos ter feito muito mais por um simples sorriso, que deveríamos ter sido mais benevolentes por um simples abraço, que deveríamos ter sido mais disponíveis para ouvir um simples obrigado, que deveríamos ter sido mais sinceros com nós mesmos pra admitir o que sentimos e dizer um simples "eu te amo".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nascendo , crescendo, vivendo um sonho capitalista e morrendo sem deixar o gostaríamos de ter deixado.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-1408504138537758338?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/1408504138537758338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=1408504138537758338' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1408504138537758338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/1408504138537758338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2007/10/n-ascendo-crescendo-e-vivendo-um-sonho.html' title='Nascendo,crescendo e vivendo um sonho capitalista'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_4-Kf-0aDR2I/Rw985K-RFxI/AAAAAAAAABI/_DcCvecMurg/s72-c/lucas+010.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8144988002160353075.post-9024850782255138377</id><published>2007-10-07T01:15:00.000-03:00</published><updated>2007-10-07T02:12:54.226-03:00</updated><title type='text'>"The party with my friends, will be forever?"</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_4-Kf-0aDR2I/Rwhqgq-RFtI/AAAAAAAAAAw/WhoEuylHU7I/s1600-h/DSC00532.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5118458086030382802" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 183px; CURSOR: hand; HEIGHT: 131px" height="118" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_4-Kf-0aDR2I/Rwhqgq-RFtI/AAAAAAAAAAw/WhoEuylHU7I/s200/DSC00532.JPG" width="158" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;C&lt;/span&gt;omo sao bons os momentos com os amigos e quao inesquecihveis permanescem. Fica difihcil imaginar como seria a vida sem amigos queridos que fazem-nos rir e experimentar um lado da vida diferente do qual o mundo exige de nohs. Sim, os amigos fazem toda diferença em nossas vidas. O mais incrihvel eh como construimos essas amizades e como vamos desenvolvendo elas: sem nos preocupar e nao percebendo pra onde estamos indo, e em relaçao a essa direçao, acreditamos que o melhor eh continuar tentando ser amigos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sempre a vida com suas surpresas nos mostra como aquilo que adoramos vai se dissipando, claro que eh sem nosso consentimento, mas nos dexamos levar pelas situaçoes adversas, e entao, esquecemos o que eramos e o que queriamos ser.Sabendo disso a unica questao em minha cabeça eh: "e a festa, vai continuar com os meus amigos?". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Esperamos sempre que contunue, mas lutamos quase nada pra isso. Eu ainda quero envelhecer e continuar a conviver com os amigos que conheci ontem. Eu ainda quero continuar a rir com eles, cantar com eles e ser um deles. Eu quero.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8144988002160353075-9024850782255138377?l=davilluz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://davilluz.blogspot.com/feeds/9024850782255138377/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8144988002160353075&amp;postID=9024850782255138377' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/9024850782255138377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8144988002160353075/posts/default/9024850782255138377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://davilluz.blogspot.com/2007/10/party-with-my-friends-will-be-forever.html' title='&quot;The party with my friends, will be forever?&quot;'/><author><name>Davilluz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16951937806658024472</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_4-Kf-0aDR2I/SPYNclULaEI/AAAAAAAAACM/nm1_Ms25XHw/S220/Me+-+121008.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_4-Kf-0aDR2I/Rwhqgq-RFtI/AAAAAAAAAAw/WhoEuylHU7I/s72-c/DSC00532.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
